quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Vampire Diaries também investe na invasão de vampiros



O que é? Na série The Vampire Diaries, um vampiro "adolescente" volta à cidade onde morava décadas antes para se encontrar com uma humana que é a cara de um amor antigo dele. Tudo vai bem até que o maior rival dele, o próprio irmão, resolve aparecer para perturbar o ambiente.

Quem? Além de Ian Somerhalder (Lost), tem o galã em potencial Paul Wesley (Everwood, American Dreams) e a mocinha Nina Dobrev (Degrassi: The Next Generation). O desenvolvimento para a televisão foi feito por Kevin Williamson (Dawson's Creek e da série cinematográfica Pânico), baseado nos livros de L.J. Smith. O piloto foi dirigido por Marcos Siega, que já fez vários episódios de Dexter e um de True Blood.

Onde e quando? Estreou em 10 de setembro do canal norte-americano CW (correspondente ao Warner Channel, no Brasil).

Vale a pena? O primeiro episódio é sofrível, mas o segundo melhora um pouco e toma um rumo mais definido. A série parece ser um meio termo entre True Blood e Crepúsculo: não tem o sexo ousado do primeiro, mas também não se apoia no pudor excessivo do segundo. Existem aqueles mesmos conflitos - o vampiro que se controla para não atacar a amada, os que tentam ser "vegetarianos". Aqui um anel (!?!) permite que os vampiros circulem durante o dia. E também há uma personagem que tem poderes paranormais, conseguindo perver o futuro. A trilha-sonora é tão intensa e cheia de bandas modernas que até parece propaganda - e é, ou tenta ser, naquele esquema The O.C. de "o que toca aqui pode vir a ser cool entre a molecada". No piloto teve MGMT e Raconteurs.

Tem chance de vingar? Muito! Foi a melhor estreia - em termos de audiência - na história da CW, com 4.91 milhões de telespectadores (o recorde anterior era de 90210, com 4.65 milhões). Inicialmente 13 episódios foram produzidos, mas a emissora já pediu uma temporada completa, com 22.

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