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terça-feira, 29 de julho de 2014

Time Takes Time: quando Ringo Starr levou a música a sério de novo


 
Eu sei: qualquer um acharia ingrata a ideia de defender o ex-beatle Ringo Starr. Mas eu quero ir um passo além e defender um disco solo dele lançado já nos anos 90. Acompanhe a minha exposição de fatos antes de pensar nos surrados clichês sobre o lendário baterista.

Time Takes Time saiu em 1992 e marcou uma retomada da carreira do músico. O último disco de estúdio dele, o esquecível Old Wave, havia saído quase uma década antes. Nesse meio tempo, ele também começou a se apresentar ao vivo com maior frequência – algo que não fazia desde os tempos do quarteto de Liverpool, que parou de excursionar em 1966.

Naquele momento, Starr estava com sede de música. E Time Takes Time reflete esse estado de espírito.

O time de produção é um quarteto estelar: Don Was (que vinha de trabalhos com Bob Dylan, Elton John, Iggy Pop e B-52’s), Jeff Lynne (que um tempinho depois produziria a volta dos Beatles, com “Free as a Bird” e “Real Love”), Peter Asher (da dupla Peter and Gordon, cunhado de Paul McCartney nos anos 60) e Phil Ramone (que trabalhou com todo mundo). Era um sinal claro do esforço para fazer algo de qualidade.

Os créditos de composição também mostram que houve uma boa curadoria para o trabalho. Starr assina a coautoria de apenas três das 10 faixas, compostas por um time variado. Diane Warren (de baladas de muito sucesso, como “Because You Loved Me” e “How do I Live”) colaborou com “In a Heartbeat”; Roger Manning e Andy Sturmer, do Jellyfish, entraram com “I Don’t Believe You”; e o mais incrível é que até uma cover do Posies, “Golden Blunders”, acabou no disco!

Claro, é um álbum do Ringo. E digo isso no melhor dos sentidos: mesmo com o esforço comercial, é bem humorada e as canções são permeadas de um clima leve. Não é algo a ser levado a sério demais – o que também não quer dizer que o contrário seja verdade. É um trabalho competente do baterista, talvez a última vez que ele realmente tenha se empenhado em um disco de estúdio.

E por isso mesmo ele chegou a se irritar durante uma entrevista para a Rolling Stone norte-americana, no lançamento de Time Takes Time, ao ouvir perguntas sobre a banda antiga dele. “O que é isto? Uma porra de uma entrevista sobre os Beatles?”, perguntou exaltado ao jornalista David Wild. Na mesma conversa, ele explica um pouco a própria trajetória solo (e talvez seja até duro demais com ele mesmo):

“É a primeira vez desde o disco Ringo que coloco tanta energia na feitura de um álbum. Depois de Ringo e, talvez, Goodnight Vienna, comecei a enfiar o pé na jaca e a comparecer cada vez menos. Isso transparece na arte de qualquer um. Em muitos dos discos, eu estava apressado para chegar logo em casa – ou, com uma frequência maior, à casa de alguém. E outra coisa é que – a menos que você esteja entrevista o Paul ou o George – você está falando com um cara que está nesse meio há mais tempo do que a maioria. Quando você fica tempo, vai ter altos e baixos. No meu caso, foi ladeira abaixo depois de Ringo. Mas estamos voltando agora.”

Caras conhecidas aparecem por todos os cantos de Time Takes Time. Brian Wilson faz backing vocals (discretos) em “In a Heartbeat”, Harry Nilsson canta em “Runaways” e integrantes dos Heartbreakers de Tom Petty estão em várias músicas. Até a capa é boa, ilustrada pelo elogiado artista plástico Mark Ryden. 

Não custa dar uma chance ao Ringo e ouvir esse belo disco esquecido dos anos 90.

terça-feira, 22 de julho de 2014

O intenso ritmo dos Beatles em 2014



Parece estranho para uma banda que está inativa desde 1970, mas os Beatles não param de lançar, relançar e anunciar novos projetos em pleno 2014, quase 45 anos depois de sua dissolução.

Três caixas distintas de discos agora estão no mercado:
  • A primeira, em vinil, reúne a discografia originalmente lançada em mono. Esse box, The Beatles in Mono, já existia em CD e, desde o lançamento de seu “irmão” estéreo, já era aguardado pelos fãs;
  • Em paralelo, chega em CD (inclusive no Brasil) a caixinha The U.S. Albums, com a discografia norte-americana da banda – bem diferente da britânica, a que foi oficializada a partir dos anos 80. Nos EUA, a maior parte dos álbuns dos Beatles tinha capa, nome e repertório musical diferentes. Em resumo, era uma zona! Aqui foram reunidos 13 CDs, com versões em mono e estéreo das faixas. A maior crítica dos fãs é que, olha o pecado, estes discos não são fieis ao que foi lançado originalmente nos anos 60 (este site tem mais detalhes). Para completar a confusão, parte desses CDs já havia sido relançada nos boxes The Capitol Albums vol. 1 & 2;
  • O lançamento mais tímido é The Beatles – Japanese Box, juntando os discos exclusivos do Japão. Sim, assim como os EUA, esse país também teve diferenças na discografia dos Beatles. A nova caixa só saiu por lá e tem 5 CDs, como nomes como Beatles! e Beatles No 2. Esse material estava fora de catálogo desde 1987, quando houve a padronização mundial da discografia do quarteto.

Outro relançamento é  a versão remasterizada de A Hard Day’s Night (1964, no Brasil chamado Os Reis do Iê-Iê-Iê), em blu-ray e DVD da prestigiosa Criterion Collection. No que ela se diferencia da versão que saiu inclusive no Brasil alguns anos atrás? Bom, para começar, aquela edição está fora de catálogo. A nova tem uma transferência em 4K, aprovada pelo diretor Richard Lester, e trilhas de som em estéreo (a original é mono) e 5.1 (criada por Giles Martin, filho de George Martin, produtor dos Beatles). E vários outros extras, detalhados neste link.

Também foi anunciado oficialmente o diretor de um documentário, que tem o nome provisório de The Beatles Live Project, focado nos anos em que a banda se apresentava ao vivo. O homem por trás das câmeras será Ron Howard, que entrevistará Paul McCartney, Ringo Starr e as viúvas Yoko Ono e Olivia Harrison. O projeto tem um site para coletar material raro que os fãs possam ter, e não há previsão de lançamento.

Esta é a lista – por enquanto.

Note que os discos norte-americanos e japoneses ainda não foram relançados em vinil, o que pode gerar um pacote futuro, assim como os singles e EPs da banda. O filme Let It Be, que mostra momentos tensos na gravação do disco de mesmo nome, continua indisponível em qualquer formato oficial.

A série documental The Beatles Anthology, dos anos 90, ainda não saiu em blu-ray. Outra opção seria juntar os clipes (ainda que esse termo não existisse na época) do quarteto de Liverpool em um volume, o que nunca foi feito.

Isso sem nem entrar no mérito dos possíveis lançamentos e relançamentos das carreiras individuais de Lennon, Starr, Harrison e McCartney. É o baú que não para de gerar material.  

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Beatles: BBC reconta a história de Magical Mystery Tour



Com o relançamento de Magical Mystery Tour em DVD e blu-ray (olha o site, que foda), a BBC produziu o documentário Magical Mystery Tour Revisited - com entrevistas não só sobre a produção do filme de 1967, mas também sobre como ele foi extremamente mal recebido na época.

O documentário de quase uma hora tem depoimentos dos fab four e de gente como Terry Gilliam (Monty Python), Neil Innes (Bonzo Dog Doo-Dah Band), Barry Miles, Martin Scorsese e muitos outros. E um monte de imagens inéditas, depoimentos da época, fotos raras... É a BBC fazendo um trabalho sério de colocar uma obra de arte dentro de um contexto histórico amplo.

O resultado é tão interessante que é uma pena que o programa não esteja nos extras do relançamento. Pelo menos foi parar no YouTube, o que já ajuda.



sexta-feira, 5 de outubro de 2012

It was 50 years ago today: primeiro single dos Beatles, "Love Me Do", completa meio século



Em 5 de outubro de 1962 chegava às lojas britânicas "Love Me Do", o primeiro single dos Beatles. Na época, chegou ao posto 17 das paradas locais – mesmo com e empresário do quarteto, Brian Epstein, encomendando 10 mil cópias para a loja dele, em uma tentativa de manipular o sucesso. Relançado em 1982, foi até o número 4. Já nos EUA, dois anos depois, chegou ao topo. “’Love Me Do’ éramos nós tentando tocar blues”, explicou Paul McCartney ao escritor Mark Lewisohn no livro The Beatles Recording Sessions. “Ficou mais branco porque sempre fica. Somos brancos e éramos músicos de Liverpool. Não tínhamos finesse alguma para soar como negros. Mas ‘Love Me Do’ foi provavelmente a primeira coisa mais blues que tentamos fazer.”

Mas não é isso o que importa: esse compacto, com “P.S. I Love You” no lado B, é a pedra fundamental da banda que mudaria a história do rock, da música e do mundo. E, ainda assim, os jovens britânicos de hoje não sabem direito o que é isso...

Na época foram feitas três gravações de "Love Me Do": a primeira, com Pete Best na bateria. O produtor George Martin não aprovou, Best foi demitido (embora até hoje ainda haja muito debate sobre o motivo do desligamento do músico). Tentaram uma versão com Ringo Starr na bateria, mas Martin também não gostou. A solução foi convocar a baterista de estúdio Andy White (mas Ringo tocou pandeiro - ou, para os mais puristas, pandeireta). “Quando ele chegou, eu estava preparando a minha bateria”, contou White ao escritor Howard Sounes no livro Fab – A Intimidade de Paul McCartney. “Ele obviamente pensou: ‘essa não! Agora está acontecendo comigo!’.”

“George Martin não achava que o Ringo fosse um bom baterista”, disse Paul McCartney a Mark Lewisohn. “Em todos aqueles discos de Lita Roza e Alma Cogan que estavam na moda logo antes de nós, os bateristas eram bons performers, então os produtores estavam acostumados a ouvir o grave do instrumento no lugar certo, encaixados no baixo como agora. Nós não ligávamos para isso.” E continua explicando a seleção de White: “Não estávamos acostumados com aquele tipo de baterista profissional como Andy White, e George obviamente achava que Ringo estava [tocando] um pouquinho fora do tempo, um pouco sem manter o ritmo.” Segundo McCartney, “foi muito humilhante” para Ringo Starr tocar apenas pandeiro na gravação. Por outro lado, o engenheiro de som Norman Smith indica outra possibilidade para a troca de bateristas: o próprio baixista do grupo. “Tenho impressão de que Paul McCartney não estava satisfeito com a bateria de Ringo, e achava que poderia ser melhor”, revelou em The Beatles Recording Sessions.

O vai-e-vem de bateristas não foi o único ponto de tensão nas gravações de “Love Me Do”. Antes disso, os Beatles já haviam rejeitado a sugestão de George Martin, que acreditava que o quarteto deveria gravar a faixa “How Do You Do It?”, composta por Mitch Murray. E, mais tarde, já nas gravações de “Love Me Do” no estúdio Abbey Road, em Londres, McCartney teve um pequeno ataque de pânico ao ser convocado a cantar parte da letra, já que John Lennon estaria tocando gaita. “Estávamos fazendo ao vivo, não havia overdubbing de verdade”, explicou McCartney a Lewisohn. “E de repente me deram um momento gigantesco, no qual tudo parava, o foco ia para mim e eu [em uma voz tremida]: ‘love me doooo’. Ainda consigo ouvir a tremida quando escuto a gravação! Eu estava apavorado.”

A versão com Best só saiu no primeiro volume de Anthology, a com Ringo está no single e em Past Masters (e na coletânea Rarities, inédita em formato digital) e a terceira, com White, é a de Please Please Me (1962, o primeiro álbum da banda). Uma curiosidade: depois de 1963, a EMI decidiu que a versão com Andy White na bateria seria a única opção nas reedições do single. A solução para garantir isso? A fita master com Ringo na bateria foi destruída.

Décadas mais tarde, Ringo Starr lançaria uma versão solo - no disco Vertical Man (1998) - para tirar um barato da situação.



Na versão de Ringo, Steven Tyler toca gaita e faz backing vocals. Uma vingança bem humorada.

A EMI havia planejado uma reedição comemorativa do single "Love Me Do" em vinil, como aperitivo do lançamento das versões remasterizadas dos álbuns nesse formato, no mês que vem - mas aparentemente houve um erro e o disquinho foi cancelado e retirado da venda no site dos Beatles. O motivo: a gravadora errou e prensou os singles com a versão de Andy White, não a de Ringo. Aos 50 anos, "Love Me Do" ainda faz história.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Ouça "My Valentine", a nova de Paul McCartney


Paul McCartney liberou uma das duas inéditas que devem estar no novo disco dele, ainda sem nome, dedicado a standards: é "My Valentine", que tem participação de Eric Clapton. Não custa lembrar que o Ringo Starr fez algo parecido em 1970, com Sentimental Journey. Há até uma faixa em comum nos dois discos, "Bye Bye Blackbird".

My Valentine - Paul McCartney by PaulMcCartney

terça-feira, 28 de junho de 2011

Sete vezes Ringo Starr no Brasil!



Ringo Starr finalmente vem ao Brasil, em novembro - para sete shows. Se ele viesse só para cantar essa música acima, já valeria a pena.

Mas ainda tem "Yellow Submarine", "Honey Don't", "With a Little Help From My Friends", "It Don't Come Easy", "Boys", "Back Off Boogaloo", "Act Naturally"...

sexta-feira, 18 de março de 2011

Paul McCartney reencontra Ringo Starr de forma bem humorada



Veja até o fim. Nem precisa de explicação. É do Red Nose Day, uma programação beneficente do Comic Relief. Passou hoje na Inglaterra.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Veja imagens de quando os Beatles "quase" se reuniram em 1974



Tem uma história recorrente sobre como os Beatles "quase se reuniram" em 1974, no período em que John Lennon estava separado de Yoko Ono. Segundo a May Pang, secretária/namorada de Lennon nessa época, os quatro integrantes do grupo conversavam informalmente sobre essa volta.

Em certa época, Lennon, McCartney e Starr chegaram a passar um tempo juntos, em Los Angeles. No mesmo ano, Harrison (que estava em turnê pelos Estados Unidos), Starr e Lennon se encontraram em Nova York.

As fotos acima são tiradas de frames do novo documentário LENNONYC, que estreou recentemente na rede de TV PBS. É um belo documento sobre os anos de John Lennon em Nova York, e também trata dessa passagem do ex-beatle por Los Angeles, em 1974.

Abaixo, uma imagem de George Harrison com Lennon, no mesmo ano. Foi durante uma noitada no Troubador e, dizem, é a última fotos dos dois juntos.



E também há, claro, a história da lendária jam do Paul McCartney com John Lennon, Stevie Wonder e outros, também em 1974 (que ano!). Essa eu já contei neste post aqui.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Ringo Starr dá parabéns a John Lennon



Ringo Starr postou um vídeo no qual ele deseja feliz aniversário a John Lennon, que completaria 70 anos no próximo dia 9. "Você acredita? 70 anos!", diz o baterista.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Paul McCartney participa de show de 70 anos de Ringo Starr (atualizado com vídeos)



Paul McCartney foi pessoalmente desejar um feliz aniversário a Ringo Starr, que se apresentou no Radio City Music Hall, em Nova York, nesta quarta-feira.

A dupla tocou "Birthday", dos Beatles, com Paul no baixo e vocal e Ringo na bateria.



Antes disso, Yoko Ono e outros convidados participaram de "With a Little From My Friends".



Curiosamente, foi nesse mesmo palco que os dois beatles se apresentaram juntos no ano passado. Será que vai virar uma tradição anual?

[A foto acima é do Diego Maia, que estava presente]

Ognir Rrats: o filme "perdido" de Ringo Starr está no YouTube



Seguindo o dia de comemoração dos 70 anos do maior baterista de todos os tempos, uma raridade. Em 1978, Ringo Starr fez o especial Ognir Rrats para a rede de televisão norte-americana NBC.

É péssimo, não vou mentir.

Mas, ao mesmo tempo, esse telefilme - uma versão para O Príncipe e o Mendigo, de Mark Twain, com o músico no papel principal - tem tudo aquilo que faz o mundo de Ringo ser tão legal: música descompromissada, participações especiais (George Harrison, Angie Dickinson, Carrie Fisher, John Ritter, Vincent Price e outros) e aquele nonsense básico.

Ognir Rrats (que é Ringo Starr escrito ao contrário, caso você não tenha notado) nunca teve lançamento oficial, mas circula entre os fãs em VHS e DVD há décadas. Existe até uma bela versão com cenas cortadas e outros extras.

E sempre nos resta, claro, o YouTube. A primeira parte do especial está aqui acima, sendo que as outras partes você pode ver aqui.

Ringo Starr 70 anos: os melhores momentos da carreira solo



Mais uma lista para comemorar os 70 anos de Ringo Starr. Agora é a vez de grandes momentos da carreira solo dele:

  • "Stardust", do álbum Sentimental Journey. Um arrnajo de Paul McCartney para o clássico de Hoagy Carmichael com letra de Mitchell Parish.


  • "Photograph", de Ringo. Escrita em parceria com George Harrison, tem o guitarrista dos Beatles tocando com Jim Keltner, Klaus Voormann, Nicky Hopkins e arranjos de Jack Nitzsche.


  • "It Don't Come Easy", single de 1971. Com Harrison no violão (e produção), Stephen Stills no piano, Pete Ham e Tom Evans (do Badfinger) nos backing vocals.


  • "Goodnight Vienna", de Goodnight Vienna. Composta por John Lennon, com piano de Billy Preston.


  • "Wrack My Brain", de Stop and Smell the Roses. Al Kooper no piano, Ray Cooper também no piano, Herbie Flowers no baixo e, só para variar, George Harrison na guitarra e produção.


  • "Vertical Man", de Vertical Man. Com Ozzy Osbourne nos backing vocals.


  • "Walk With You", de Y Not. Lindo dueto com Paul McCartney.


  • "Early 1970", lado B de single. Fala sobre os ex-companheiros de fab four.


  • "I'm the Greatest", de Ringo. Ringo na bateria e vocal; John Lennon no piano; George Harrison na guitarra; e... Klaus Voormann no baixo. Por pouco!


  • Comercial da Pizza Hut. Com participação dos Monkees!
  • Ringo Starr 70 anos: os melhores momentos do Beatle



    Como hoje Ringo Starr completa 70 anos, é hora de comemorar. Aqui vão os cinco melhores momentos dele ao lado dos Beatles:

    1 - O solo de bateria em "The End", do disco Abbey Road


    2 - "Good Night", de The Beatles, o álbum branco.


    3 - "With a Little Help From My Friends", de Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band.


    4 - "Flying", de Magical Mystery Tour (a única faixa com crédito de composição para os quatro Beatles).


    5 - "Octopus's Garden", de Abbey Road.


    E dava para continuar com muitos outros exemplos - todos dedicados aos ignorantes que insistem em dizer que Ringo não era bom o suficiente para os Beatles.

    terça-feira, 22 de dezembro de 2009

    Ringo Starr apresenta nova parceria com Paul McCartney (veja! ouça!)

    "Walk With You", primeiro single de Y Not, o novo trabalho de Ringo Starr, tem um baixista meio famoso no backing vocal:



    Sim, é Paul McCartney. No álbum há mais uma música na qual a dupla toca, "Peace Dream". O disco sai em 12 de janeiro.

    terça-feira, 29 de setembro de 2009

    Natal de Bob Dylan está cada vez mais próximo (ouça!)

    Aqui estão as prévias de 30 segundos das músicas de Christmas in the Heart, o álbum de Natal de Bob Dylan:



    É uma das coisas mais assustadoras que eu já ouvi. Só não é mais estranho porque o Ringo Starr pavimentou o caminho para o Dylan. Christmas in the Heart chega às lojas norte-americanas em 13 de outubro.

    segunda-feira, 3 de agosto de 2009

    Ouça o dueto inédito de Ringo Starr com Bob Dylan



    Tem coisas que deveriam ficar enterradas. Por outro lado, para que serviria a internet, então? Pois aqui está o dueto inédito, gravado em 1987, de Ringo Starr e Bob Dylan - duas das vozes mais marcantes do rock mundial. A faixa se chama "Wish I Knew Now (What I Knew Then)":



    A música foi gravada para um suposto "álbum perdido" do Ringo, que nunca foi lançado oficialmente.

    E o McCartney diz que quer gravar com o Dylan... O Ringo é muito mais antenado!

    segunda-feira, 1 de junho de 2009

    Paul e Ringo mostram The Beatles: Rock Band na E3 (atualizada)

    Finalmente temos uma ideia de como será o The Beatles: Rock Band, que será lançado em 9 de setembro deste ano:



    Detalhe - a apresentação do game foi feita por Paul McCartney, Ringo Starr, Yoko Ono, Olivia Harrison e Giles Martin (filho de George Martin, produtor da banda) na E3, a feira de games que está rolando em Los Angeles.

    O site oficial do Rock Band dos Beatles tem uma listinha (incompleta) das músicas e ambientes que estarão no jogo:

    * "I Saw Her Standing There"
    * "I Want to Hold Your Hand"
    * "I Feel Fine"
    * "Day Tripper"
    * "Taxman"
    * "I Am The Walrus"
    * "Back In The U.S.S.R."
    * "Octopus’s Garden"
    * "Here Comes The Sun"
    * "Get Back"
    * Cavern Club
    * Ed Sullivan Theater
    * Shea Stadium
    * Budokan
    * Estúdios Abbey Road
    * Telhado da Apple


    Futuramente será possível comprar a íntegra do álbum Abbey Road para o jogo. O XBOX 360 deve ter uma opção extra de música avulsa (para compra via download): "All You Need is Love".

    O amigo Pablo Miyazawa (que está cobrindo a E3 para o blog dele, o Gamer.BR, e para a Rolling Stone (leia aqui) mandou uma foto do encontro de Paul McCartney com Ringo Starr em Los Angeles, nesta segunda-feira. Olha só (e inveje muito):