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quinta-feira, 24 de julho de 2014
No novo podcast VINIL, falamos das lojas de discos de Londres
Voltei a me encontrar com o produtor/DJ/músico Rodrigo Gorky para mais uma edição do podcast VINIL. Nós dois demos um pulo em Londres neste mês e passamos por muitas, MUITAS, lojas de discos - o principal assunto deste episódio.
Também aproveitamos para conversa com uma convidada, a jornalista Patrícia Colombo, entusiasta do vinil. Ela tenta tirar uma velha dúvida: qual o motivo de não termos mais mulheres colecionando discos? É um universo machista?
No meio dessa história toda, o Gorky cita um texto sobre o disco Trans, do Neil Young: é este aqui, vale a leitura. Para quem não sabe, o Trans é um álbum bastante peculiar dentro da discografia do canadense. Falamos muito sobre isso no podcast.
Você pode ouvir o VINIL abaixo, no Youtube, ou também assinar aqui e no iTunes.
terça-feira, 3 de junho de 2014
Já ouviu falar de vinil lixado? Vem aqui que a gente explica no podcast VINIL
Nesta terceira edição do podcast VINIL eu e Rodrigo Gorky fomos até a loja Celsom, no centro de São Paulo, conversar com o Celso Marcilio. Além de dono da loja, ele tem uma história muito peculiar: era fã e colecionador de quadrinhos até perder a visão, aí migrou para o mundo dos discos de vinil.
Ele também nos ajudou a desvendar o ainda misterioso mundo dos discos de vinil lixados - e explicou como identificar essas bizarrices que andam circulando feito praga entre lojas e colecionadores.
Você pode ouvir o VINIL acima, no Youtube, ou também assinar aqui e no iTunes.
quinta-feira, 6 de março de 2014
Está no ar o segundo podcast VINIL, com mais conversa sobre a Polysom
O carnaval já acabou, então vamos falar mais um pouco sobre discos de vinil?
Depois da estreia, aqui está a segunda parte de uma conversa que tivemos com o Rafael Ramos, produtor e executivo da Deckdisc e da Polysom, a única fábrica de discos de vinil ainda em funcionamento no Brasil (e América do Sul).
O podcast VINIL é para quem adora esse assunto, de colecionadores a amantes de música. Eu e o produtor/músico/colecionador Rodrigo Gorky (do Bonde do Rolê e Fatnotronic) nos juntamos para debater o assunto com pessoas variadas dentro dessa área.
Você tem dúvidas sobre o vinil usado pela Polysom? Ou sobre o que motiva um relançamento? Questões sobre o que a Polysom consegue ou não fabricar? As respostas estão todas aqui.
É só ouvir aqui, assinar pelo iTunes ou assinar/escutar no YouTube, se tiver preguiça das outras opções.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Gosta de discos de vinil? Quer saber mais sobre o assunto? Nós solucionamos as suas dúvidas! (atualizado: agora com assinatura para iTunes!)
O podcast VINIL é para todo mundo que ama discos de vinil: para quem coleciona, tem saudade deles e para quem simplesmente ama música e nunca superou esse formato. Eu e o produtor/músico/colecionador Rodrigo Gorky (do Bonde do Rolê e Fatnotronic) nos juntamos para debater o assunto com pessoas variadas dentro dessa área.
Na estreia, a primeira parte de uma conversa que tivemos com o Rafael Ramos, produtor e executivo da Deckdisc e da Polysom, a única fábrica de discos de vinil ainda em funcionamento no Brasil (e América do Sul).
Você tem dúvidas sobre o vinil usado pela Polysom? Ou sobre o que motiva um relançamento? Questões sobre o que a Polysom consegue ou não fabricar? As respostas estão todas aqui.
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domingo, 29 de julho de 2012
Ouça Fumano Crack, um minimix do Bonde do Rolê
Antes do lançamento de Tropical/Bacanal, o Bonde do Rolê liberou um minimix temático. O tema? Crack. Só o primeiro minuto de Fumano Crack já vale!
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Bonde do Rolê libera raridades no Facebook

Em preparação para o lançamento do novo disco, Tropical/Bacanal, o Bonde do Rolê começou a liberar material antigo e raro na página oficial do grupo no Facebook.
No primeiro volume veio Baterias do Poder, o disco caseiro lançado em 2005 (e depois editado, em versão menor, como o EP Melô do Tabaco, no ano seguinte).
Mais para frente devem ser colocados para download gratuito remixes, demos, faixas nunca lançadas e fotos antigas.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Veja vídeos do show de lançamento do disco do Boss in Drama
O Boss in Drama lançou ontem, no Sesc Pompéia (dentro do projeto Prata da Casa), em São Paulo, o disco Pure Gold (pode anotar aí pra lista de melhores do ano). Acima você vê o vídeo de "Disco Karma", a minha preferida do álbum. Abaixo, "Let Me Be", com uma participação rápida da Laura Taylor, do Bonde do Rolê.
sábado, 20 de junho de 2009
Bonde do Rolê renasce sangrento em São Paulo (veja!)

O Bonde do Rolê fez ontem sua primeira apresentação com a nova formação em São Paulo (descontando as feitas para a MTV), no Studio SP - e foi tudo muito sangrento.
Vestidos de açougueiros e cuspindo mais sangue falso do que Gene Simmons, os quartro fizeram um show tão intenso que, no fim da noite, os seguranças da casa noturna trocavam olhares assustados. Em especial quando uma galera subiu no palco e ninguém conseguia saber com quem estava um dos microfones (o engraçadinho, no caso, ficou cantando "O Sole Mio").
As duas vocalistas, Ana e Laura, melhoraram bastante (mas ainda dá para ficar melhor) desde quando foram escaladas para a banda por meio de um programa de TV.
A plateia ouviu músicas novas e versões retrabalhadas de faixas antigas. "Gasolina" mudou tão radicalmente que uma fã chegou a pedi-la no fim do show, achando que ela ainda não tinha sido tocada.
Por falar no público, ele respondeu a cada estímulo dado pela banda - foi uma noite de sintonia perfeita entre quem fazia e quem assistia ao show.
Melhor do que descrever é mostrar. Ainda que com imagens/som ruim:
"Divine Gosa"+"Máquina de Ricota"
Bonde do Rolê ao vivo 2009 #1 from With Lasers on Vimeo.
"Geremia"
Bonde do Rolê ao vivo 2009 #2 from With Lasers on Vimeo.
Música nova
Bonde do Rolê ao vivo 2009 #3 from With Lasers on Vimeo.
O Bonde do Rolê está preparando seu segundo disco, que tem produção de Chernobyl, Diplo e Boss in Drama.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Podcast Qualquer Coisa #36 tem participação de Marina Vello
Ouça agora! Já está no ar a edição 36 do podcast Qualquer Coisa. Desta vez Marina Vello, ex-Bonde do Rolê, fala sobre a ex-banda, seus projetos atuais e casamento direto de Londres (ao lado do nosso companheiro Juliano Zappia).
Eu, José Flávio Junior e Max de Castro ficamos aqui em São Paulo mesmo - mas falamos sobre a venda de entradas para o Radiohead e outras coisas mais. Se liga na seleção do repertório:
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Baixe o MP3. Ouça os podcasts anteriores. Fale conosco: podcastqualquercoisa@gmail.com.
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sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Qualquer Coisa #34: no ar com Nina Becker, Kassin, Pedro Sá e Chernobyl!

Foi o maior número de convidados que já recebemos no podcast Qualquer Coisa: quatro ao mesmo tempo! E não foi só quantidade, mas qualidade também. Na edição 34 do programa tivemos a honra de receber Kassin, Pedro Sá, Nina Becker e Chernobyl.
Esse quarteto faz (e já fez) tanta coisa que o José Flávio Junior até mandou um briefing (ae!):
*Fredi "Chernobyl" Endres - guitarrista da Comunidade Nin-Jitsu, DJ de pós-baile funk e co-produtor do primeiro disco do Bonde do Rolê, With Lasers, e talvez do próximo (se houver);
*Kassin - baixista do +2, da Orquestra Imperial e do Acabou La Tequila, além de produtor de discos de Vanessa da Mata, Graforréia Xilarmônica, Autoramas, Caetano Veloso & Jorge Mautner, entre outros;
*Pedro Sá - atual guitarrista de Caetano Veloso, co-produtor de Cê e do próximo disco do baiano, guitarrista da Orquestra Imperial, ex-membro do seminal Mulheres Q Dizem Sim, produtor do próximo disco de Ronei Jorge, filho de Rô Tapajós (locutor das vinhetas do Qualquer Coisa e do Telecine) e irmão do cantor Jonas Sá;
*Nina Becker - cantora da Orquestra Imperial e do Wax Poetic, artista-solo com dois discos previstos para 2009;
E aí falamos de tudo que deu vontade, sem muitas amarras: o funk carioca, a viagem de Chernobyl para a Ucrânia, os Beach Boys no repertório da Nina, Caetano Veloso e o novo trabalho dele, o performer Dan Deacon, o festival Planeta Terra e os shows da Virada Cultural de São Paulo.
Pena que o Max de Castro não pode participar. Mas ele teve um bom motivo: estava comemorando o aniversário com a família. Parabéns de novo, Max!
A seleção musical teve duas faixas que o Chernobyl só mostra no set dele, uma sugestão do Kassin (a cantora norte-americana Georgia Anne Muldrow) e faixas que eu e o Zé curtimos.
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sexta-feira, 21 de março de 2008
Cachorrinha do Edu K (mais atualizada ainda)

Essa eu achei um CD velho: o DeFalla fase emo tocando uma cover de "Cachorrinho", de Kelly Key. Foi no extinto programa Canja, do iG, em 2003 (no Flickr do With Lasers tem fotos desse dia). Curiosamente foi depois e antes das fases funk do Edu K - depois de "Popozuda Rock'n'Roll" mas antes do lance atual dele. (agora com o vídeo funcionando!)
DeFalla toca Kelly Key
O Edu K, aliás, colocou uma música muito boa no MySpace dele. É "(Edu K) Me Bota Pra Dançar", com participação da Marina Vello.
quinta-feira, 20 de março de 2008
Aviso: Bonde + Bo$$
A música do Backstrava Boys (projeto que junta Bonde do Rolê e Bo$$ in Drama) que estava neste post tinha problemas de pitch. Já foi trocada por outra (que também é uma demo - gravação demo, não música do capeta) melhor.
quarta-feira, 19 de março de 2008
Supergrupo brasileiro

A foto acima é a primeira imagem oficial do Backstrava Boys, grupo que junta Pedro D'Eyrot e Rodrigo Gorky (do Bonde do Rolê), Bo$$ in Drama e "aquele cara do programa do Bonde na MTV que levou uma das candidatas para fazer compras".
A música, roubada do Let's Glow (que é um puta blog legal), você escuta abaixo. É "Rainha do Dark", em versão demo.
De repente a escolha da Laura Taylor já não parece tão ruim, né? "Pelo menos a foto é ótima!", explica o Bo$$ in Drama ao With Lasers. Isso não dá para negar.
segunda-feira, 10 de março de 2008
Muita, muita coisa (atualizado)
Está no ar o terceiro podcast Qualquer Coisa, apresentando por José Flávio Junior, Ronaldo Evangelista e eu. Desta vez falamos de Mallu Magalhães, Bonde do Rolê... Epa, é reprise?!? Não! Juro que não. Enfim, falamos também sobre a passagem de Bob Dylan pelo Brasil - com depoimento exclusivo do jornalista Thiago "Quem Precisa de Bob Dylan?" Ney, da Folha de S. Paulo (com frases fortes!).
O Qualquer Coisa #3 tem o primeiro convidado da história do nosso podcast: o grande Max de Castro. Ele nos ajuda a entender a cabeça de um artista que faz referências mil em suas músicas. No bloco de abertura Ronaldo explora o mundo de Mister Sam, redescoberto recentemente pelo vocalista do Montage (longa história, escute no podcast).
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A seleção musical também está impecável:
"Chic Chic Aia", Lady Lu. Uma espécie de pré-Cansei de Ser Sexy, com um lado Bonde do Rolê, Tiazinha e Kelly Key.
"Chama a Turma e Vem", Che. Seguidor da escola Mister Sam.
"Pepeu Baixou em Mim", Carne de Segunda. O embrião do Do Amor, que anda abalando as noites paulistanas.
"No Action" (ao vivo), Elvis Costello. Velhinho batuta e menos mala que o Bob Dylan.
"Electrickery", Klaxons. Filhos do disco Orchestra Klaxon, de Max de Castro, em música produzida por Erol Alkan.
No fundo dos bate-papos rolam versões intrumentais de várias faixas de hip-hop, tiradas de um CD pirata comprado pelo Pedro Só nas ruas de Nova York. São elas: "Let Me Blow Ya Mind", Eve; "Ride or Die, Bitch", The Lox; "Try Again", Aaliyah; e "Lick Shots", Missy Elliott.
Sempre lembrando: para ouvir os podcasts anteriores acesse a página do Qualquer Coisa no Gcast.
O Qualquer Coisa #3 tem o primeiro convidado da história do nosso podcast: o grande Max de Castro. Ele nos ajuda a entender a cabeça de um artista que faz referências mil em suas músicas. No bloco de abertura Ronaldo explora o mundo de Mister Sam, redescoberto recentemente pelo vocalista do Montage (longa história, escute no podcast).
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A seleção musical também está impecável:
"Chic Chic Aia", Lady Lu. Uma espécie de pré-Cansei de Ser Sexy, com um lado Bonde do Rolê, Tiazinha e Kelly Key.
"Chama a Turma e Vem", Che. Seguidor da escola Mister Sam.
"Pepeu Baixou em Mim", Carne de Segunda. O embrião do Do Amor, que anda abalando as noites paulistanas.
"No Action" (ao vivo), Elvis Costello. Velhinho batuta e menos mala que o Bob Dylan.
"Electrickery", Klaxons. Filhos do disco Orchestra Klaxon, de Max de Castro, em música produzida por Erol Alkan.
No fundo dos bate-papos rolam versões intrumentais de várias faixas de hip-hop, tiradas de um CD pirata comprado pelo Pedro Só nas ruas de Nova York. São elas: "Let Me Blow Ya Mind", Eve; "Ride or Die, Bitch", The Lox; "Try Again", Aaliyah; e "Lick Shots", Missy Elliott.
Sempre lembrando: para ouvir os podcasts anteriores acesse a página do Qualquer Coisa no Gcast.
quinta-feira, 6 de março de 2008
MTV "pega" o Bonde
Depois de ver o primeiro bloco do programa especial sobre a escolha da(s) nova(s) vocalista(s) do Bonde do Rolê, achei que vale um acompanhamento em tempo real. Vamos lá, que tenho muitas perguntas:
23h15 - A MTV, sempre cuidadosa, nem colocou o nome certo do programa na programação do site (Projeto Especial: Bonde do Rolê, igual estava no site de venda de publicidade). E nem nas informações que passou para a imprensa. Aliás, qual é o nome certo? Projeto Especial Bonde do Rolê, Especial Bonde do Rolê ou Eu Quero Ser Vocalista do Bonde do Rolê?

23h35 - Por que o Didi do Te Dou Um Dado? está vestido de Marcos Mion? E roupa maior que o seu tamanho te deixa parecendo um anão. Ficadika, OK?
23h40 - Laura Taylor... Que karaokê foi esse?
23h52 - Olha a animação dos jurados no Glória. Se eles estivessem naqueles sofás perto da porta, todo mundo dormia.
23h54 - Meu santo Deus! A cena do bife no rego ficou ainda pior na TV!
23h55 - Dani Blink sabia a letra da música do Bonde. Ana,não. Laura, não. Karina, sim. MC Gi, sim. Uhn...
23h57 - A Laura teve 51% dos votos, entre 30 mil? Teve auditoria?
00h00 - Quantas pessoas estavam no show de estréia das novas vocalistas, na porta da MTV? Eu contei 14, incluindo um câmera e os quatro integrantes da banda. Bem organizado, MTV.
Apesar disso tudo, eu acredito no Bonde do Rolê.
23h15 - A MTV, sempre cuidadosa, nem colocou o nome certo do programa na programação do site (Projeto Especial: Bonde do Rolê, igual estava no site de venda de publicidade). E nem nas informações que passou para a imprensa. Aliás, qual é o nome certo? Projeto Especial Bonde do Rolê, Especial Bonde do Rolê ou Eu Quero Ser Vocalista do Bonde do Rolê?

23h35 - Por que o Didi do Te Dou Um Dado? está vestido de Marcos Mion? E roupa maior que o seu tamanho te deixa parecendo um anão. Ficadika, OK?
23h40 - Laura Taylor... Que karaokê foi esse?
23h52 - Olha a animação dos jurados no Glória. Se eles estivessem naqueles sofás perto da porta, todo mundo dormia.
23h54 - Meu santo Deus! A cena do bife no rego ficou ainda pior na TV!
23h55 - Dani Blink sabia a letra da música do Bonde. Ana,não. Laura, não. Karina, sim. MC Gi, sim. Uhn...
23h57 - A Laura teve 51% dos votos, entre 30 mil? Teve auditoria?
00h00 - Quantas pessoas estavam no show de estréia das novas vocalistas, na porta da MTV? Eu contei 14, incluindo um câmera e os quatro integrantes da banda. Bem organizado, MTV.
Apesar disso tudo, eu acredito no Bonde do Rolê.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Perdendo o Bonde
Abaixo está o primeiro lançamento de Marina Vello pós-Bonde do Rolê. É uma participação em "Funkstein", música de Atividade na Laje, o novo (e ainda inédito) CD da Comunidade Nin-Jitsu.
Na verdade a música foi gravada na mesma época que With Lasers, o primeiro álbum do Bonde, em Porto Alegre.Para ouvir mais sobre o novo da Comunidade, ouça Qualquer Coisa #2 (que deve entrar no ar na segunda-feira).
Na verdade a música foi gravada na mesma época que With Lasers, o primeiro álbum do Bonde, em Porto Alegre.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Bife bem passado
Você já deve saber (ou não) que o Bonde do Rolê agora tem duas vocalistas: Laura Taylor e Ana. Viu o vídeo da segunda passando um bife cru na bunda? (um pouco antes dos 4 minutos)
Não dá para julgar sem ouvir o que esse novo Bonde vai fazer, mas o pessoal está sendo cruel nos comentários do YouTube. Por outro lado, quando é que alguém foi gentil com o grupo no Brasil?
Não dá para julgar sem ouvir o que esse novo Bonde vai fazer, mas o pessoal está sendo cruel nos comentários do YouTube. Por outro lado, quando é que alguém foi gentil com o grupo no Brasil?
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Incrível! Fenomenal! Maravilhoso!
Esta é a pré-estréia do podcast Qualquer Coisa, com José Flávio Junior, Ronaldo Evangelista e eu! Não é a estréia porque as vinhetas ainda estão sendo feitas pelo Diego Medina, uma lenda do rock brasileiro.
A idéia é falar sobre... Bom, tudo. Séries, música, comida, bebida - e ainda tocar uma ou outra faixa que nos agrade. A idéia foi do José Flávio e, como faz tempo que eu queria voltar a fazer podcast, foi bem divertido de fazer.
Usamos as instalações do Pedante 1, o estúdio de gravação da With Lasers Corporation (tem fotos aqui). No primeiro programa (pode chamar podcast de programa?) rolaram papos sobre Mallu Magalhães, Cansei de Ser Sexy, Bonde do Rolê e bossa nova. Tem opinião, notícia, confissão (ui!) e qualquer outra coisa que tenha passado pelas nossas cabeças naquele momento (não foram poucas, como você vai poder ouvir).
Pela lista das músicas tocadas você pode notar que o Qualquer Coisa não é um podcast indie. Nem de rock. Ou de MPB. (adoro ficar colocando frases curtas!) São três jornalistas que falam pracaralho conversando sobre o que der na telha. Ficou pedante. Nos próximos devemos ter convidados e as vinhetas.
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As músicas tocadas foram:
A idéia é falar sobre... Bom, tudo. Séries, música, comida, bebida - e ainda tocar uma ou outra faixa que nos agrade. A idéia foi do José Flávio e, como faz tempo que eu queria voltar a fazer podcast, foi bem divertido de fazer.
Usamos as instalações do Pedante 1, o estúdio de gravação da With Lasers Corporation (tem fotos aqui). No primeiro programa (pode chamar podcast de programa?) rolaram papos sobre Mallu Magalhães, Cansei de Ser Sexy, Bonde do Rolê e bossa nova. Tem opinião, notícia, confissão (ui!) e qualquer outra coisa que tenha passado pelas nossas cabeças naquele momento (não foram poucas, como você vai poder ouvir).
Pela lista das músicas tocadas você pode notar que o Qualquer Coisa não é um podcast indie. Nem de rock. Ou de MPB. (adoro ficar colocando frases curtas!) São três jornalistas que falam pracaralho conversando sobre o que der na telha. Ficou pedante. Nos próximos devemos ter convidados e as vinhetas.
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As músicas tocadas foram:
*"Com Mais de 30", Claudia
*"Burkan Cocek", Brasov
*"Dallas 141", mydirtyfingers
*"I Shall Be Released", Jeff Buckley
*"Não Bate Coração", Roberto Menescal e Seu Conjunto
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
With Lasers 1 Ano: Klaxons e a alma por baixo dos glowsticks

Desde quando ouvi o disco Myths of the Near Future, sempre fiquei caçando boas entrevistas com o Klaxons pela internet. E nunca achava. Não que os ingleses sejam metidos a "não damos entrevistas", muito pelo contrário - eles curtem falar. Só que ninguém perguntava as coisas que eu queria saber: sobre como a literatura é importante para eles, se eles conheciam os modernistas brasileiraos (e a revista Klaxon deles) e as tais mudanças que o sucesso traz. As entrevistas eram sempre sobre a maldita new rave, o fato de um deles namorar a Lovefoxxx e coisas assim.
Admito que me sinto levemente culpado. Na finada Bizz, o vocalista/baixista Jamie Reynolds havia me contado uma história que era pura zoeira: a de que eles pretendiam fundar um partido político da new rave (new rave party, sacou?) e vi essa história sendo republicada por meses e mais meses.
Aí encheu. Resolvi que queria saber o que acreditava ser mais interessante sobre a banda, o recheio por baixo da camada de glitter. E o James Righton topou esclarecer, um tempo atrás. O resultado é a entrevista abaixo, que mostra "um pouco mais" de uma das bandas mais citadas neste blog.
Vocês chegaram a falar em gravar músicas para o segundo disco aqui no Brasil. É isso mesmo?
Não temos certeza. Pensamos em entrar em estúdio em Los Angeles, no Brasil... Tanto faz. Só queremos nos afastar de Londres novamente, como fizemos no primeiro disco. Não importa muito onde.
Quase todas as canções do primeiro disco fazem referência a literatura. Isso vai acontecer no disco novo também?
Acho que sim, provavelmente. Ainda é cedo, então não falamos muito sobre isso. O lance do primeiro disco é que nós não o baseamos na realidade, nas nossas vidas – e acho que devemos continuar nesse caminho. Mas não tenho muito a dizer sobre isso, na real.
O quão importante foram aqueles livros para você na adolescência? Ou foram algo que você descobriu depois?
O Simon (Taylor-Davis-Foxxx, guitarrista) é o mais ligado em literatura no momento, o que tem mais paciência... Mas sim, o álbum foi muito influenciado por Mitos do Futuro Próximo, de J.G. Ballard – dá para ver nos temas e tópicos do CD. E sim, foi algo que descobrimos nos últimos anos, não veio da adolescência.
Vocês três fizeram Art School?
Não, não. Só um de nós. Eu fiz Art School e estudei história em uma universidade de Cardiff. O Jamie estudou filosofia em Londres. Mas nem estudamos juntos.
Você já ouviu falar dos Modernistas brasileiros, que foram influenciados pelos Futuristas italianos – uma outra influência de vocês?
Não.
Eles tinham uma revista chamada Klaxon.
Sério?!?
Sim.
(espantado) Eu não sabia disso. Incrível. Vou procurar na internet.
Como é que vocês descobriram o Aleister Crowley, que inspirou a música "Magick"? Ele é uma figura muito forte na cultura popular britânica, não?
Acho que o Crowley não é tão mainstream, mas uma pessoa que saiba algo sobre mágica e misticismo acaba aprendendo sobre ele. Não somos os primeiros a citá-lo – o Led Zeppelin já falou sobre e seus conceitos. Não somos praticantes de ocultismo ou algo do tipo. Nem seguidores de Crowley. Era só um assunto que queríamos inserir na música. Achamos que é algo que não deveria estar na música pop, então decidimos colocar.
Você leu O Livro da Lei?
Não, não li O Livro da Lei.
Tem uma nota no fim dele que diz que, caso o leia e fale sobre o assunto, você será eternamente perseguido por pestilência e coisas assim. Imagino que escrever uma música sobre o assunto e cantá-la toda noite deve ser um pouco pior do que ler...
Não. Sem preocupação alguma. Não temos medo. O que gostamos no Crowley é a mudança, o elemento de mudança. Essas coisas.
A primeira vez que entrevistei o Klaxons foi na mesma semana em que você assinaram um contrato com a Polydor. A vida de vocês mudou muito?
Não muito, acho. Quando você começa uma banda – logo de cara – começa a fazer shows, dar entrevistas, escrever músicas e você viaja pelo mundo. Apesar de termos um público maior e termos vendido mais discos, continuamos a mesma coisa. Não muda nada. Você faz as mesmas coisas: os shows, as entrevistas. Só que tudo é um pouco maior. E isso acontece com todo mundo. É o mesmo de sempre, mas atinge mais pessoas. Quando começamos não tínhamos muito tempo livre. Passávamos o que tivéssemos tocando, sempre juntos. E isso continua.
Mas não é mais impressionante quando você faz uma piada sobre ter formado um supergrupo com a Lily Allen e a notícia se espalha como se fosse verdade pelo mundo?
É só papo de tablóide. Dou risada. Outro dia li no The Sun que já tínhamos gravado um álbum, eu, a Lily, Alex Turner e o Dizzee Rascal! (risos) Eu amaria ouvir esse disco! (risos) Você tem de se sentar e dar risada, é um monte de mentira. Com a gente nem é uma questão de "o que eles estão fazendo é errado / certo". Então são só histórias que fazem as pessoas imaginar coisas. Isso mantém as pessoas meio em dúvida, intrigadas.
O Jamie me disse que o Klaxons é só uma banda festeira. E é óbvio que não é só isso, já que vocês se preocupam com as letras a ponto de citar referências obscuras. Você pensa nessa dualidade da música de vocês?
Acredito que somos, sim, uma banda festeira. O interessante é que, apesar de toda essa história de new rave e "renascimento da música para dançar", somos uma banda basicamente de guitarra. (pensa um pouco) Mas agora já não sei se somos bem isso. Gostamos de criar um clima de festa e adoramos ver as pessoas se divertindo nos shows, mas é mais isso. Não importa o que você faça, desde que todo mundo goste. Não é bem uma história de nós mostrarmos quem somos – a intenção é fazer todo mundo se juntar e se divertir enquanto estivermos tocando.
Vocês já fizeram turnês com o Cansei de Ser Sexy e com o Bonde do Rolê. Tem alguma história boa de bastidores?
Antes de qualquer coisa, eles são todos uns doces. Ótimas pessoas, amamos as duas bandas. Tinha uma certa pessoa do CSS que tinha o costuma de entrar no nosso camarim e jogar sucrilhos na gente. E o Bonde é completamente louco. Sério. É incrível ter eles por perto. O Gorky é um cara engraçado. Foi bem divertido, adoraríamos tocar com eles de novo. Manda um beijo para a Marina.
Tocar no Glastonbury foi uma boa experiência para o Klaxons?
Sim, não dá nem para descrever. Você nem acredita que está tocando para aquelas pessoas.
E a lama?
É a pior coisa do mundo! Mas faz parte do clima: não é o Glastonbury sem a lama.
Você já tinha ido ao festival como espectador?
Sim! Nós nos conhecemos no Glastonbury, a banda! Ficamos no mesmo lugar lá.
É melhor para ver ou para tocar?
Não é tão bom quando você vai para tocar, porque você perde quase todo o resto. O legal é ir como fã, com os seus amigos, enche a cara e se diverte com os amigos. Como artista você fica nos bastidores, vendo outros grupos que você já cansou de ver porque cruzou com eles na estrada... Você está trabalhando. É diferente.
Hoje, 13 de fevereiro, faz um ano que o With Lasers existe! Este é apenas o primeiro dos posts comemorativos - outros virão ao longo do dia. Vai ser tipo a turnê de reunião das Spice Girls, aguarde!
sábado, 26 de janeiro de 2008
Bo$$ in Glória
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