terça-feira, 11 de maio de 2010

"De forma pouco realista, pensei em chamar o Axl para o meu disco", diz Slash



A edição 44 da Rolling Stone tem uma entrevista que eu fiz com o Slash. Mais legal ainda: o site da revista tem a íntegra da conversa, com várias coisas que não entraram na versão em papel.

Meu trecho preferido:

Como você chegou ao Josh Freese, que tocou bateria no seu disco? Ele é, inclusive, co-autor da faixa-título do Chinese Democracy.
Eu sei! Acho que o conheci depois dele ter trabalhado com o Axl. Acho que o encontrei no elevador e disse: "Você é o cara que tocou bateria naquela banda da qual eu nem faço parte". [risos] Nessa época eu ainda estava contra o Guns N'Roses. Ele é um baterista fenomenal, acabamos amigos. Quando o convidei para este projeto, ele estava em turnê com o Nine Inch Nails. Aí um dia ele me ligou e perguntou o que eu estava fazendo. Respondi: "Estou procurando um puto de um baterista!" Ele é um cara muito avançado, eclético musicalmente, é um cara de família.

Você não pensou em ligar para o Axl Rose e pedir para ele cantar em uma das suas músicas?

De forma pouco realista, essa ideia passou pela minha cabeça, sim. Mas, você sabe, isso nunca aconteceria. [risos]

Deve ser um saco ouvir as muitas perguntas sobre uma possível volta da formação clássica do Guns.
É que não há nada! Eu continuo repetindo: saí da banda em 1996 e nada aconteceu depois disso. Não houve nada que pudesse levar as pessoas a acreditarem que isso pudesse acontecer. Sem mencionar que... [silêncio] Ah, nada.


Leia a íntegra da conversa com o ex-Guns N'Roses aqui.

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