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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Documentário mostra supostas transmissões secretas da Nasa sobre ovnis
Todo o papo sobre o tal disco voador que parou um aeroporto na China me lembrou do documentário independente The Secret NASA Transmissions - The Smoking Gun, de 2000, que revelou supostas transmissões secretas da agência espacial norte-americana. Dá para ver na internet:
Tem até uma imagem de "algo" saindo de São Paulo.
Mas há um problema básico nisso tudo: o filme está hospedado no Google Video há alguns anos. E, segundo dizem por aí, o Google é do governo norte-americano. E agora? O que acontece quando duas teorias de conspiração trombam de frente?
Tem até uma imagem de "algo" saindo de São Paulo.
Mas há um problema básico nisso tudo: o filme está hospedado no Google Video há alguns anos. E, segundo dizem por aí, o Google é do governo norte-americano. E agora? O que acontece quando duas teorias de conspiração trombam de frente?
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Trailer de 2012 pede para você pesquisar... no Google?!?
Talvez seja o primeiro product placement da história dos trailers de cinema, mas o promo do filme 2012 termina pedindo para que o espectador digite "2012" no Google.
Você digita "2012" e, depois de um monte de notícias sem relação com o fim do mundo (o tema do longa-metragem), vem o link da Wikipedia. E depois das Olimpíadas de Londres. Só depois aparece o Survive 2012, site que tem um design lindão.
2012, o filme, foi dirigido por Roland Emmerich e está previsto para 10 de julho de 2009.
Você digita "2012" e, depois de um monte de notícias sem relação com o fim do mundo (o tema do longa-metragem), vem o link da Wikipedia. E depois das Olimpíadas de Londres. Só depois aparece o Survive 2012, site que tem um design lindão.
2012, o filme, foi dirigido por Roland Emmerich e está previsto para 10 de julho de 2009.
sexta-feira, 2 de março de 2007
YouTube 2.0
Após um período de especulações de todo tipo, o Google começa a mostrar as suas intenções para o futuro do YouTube. Primeiro veio o anúncio de uma parceria com a empresa Audible Magic que teria uma ferramenta capaz de bloquear vídeos piratas - e isso significa que em breve o YouTube não será mais o lugar que visitaremos para encontrar as gafes do Sílvio Santos e quadros do Monty Python, por exemplo. Ou seja: o YouTube só oferecerá vídeos produzidos pelos usuários ou disponibilizados por parceiros.
E aí o YouTube chega um ponto decisivo: se aproveitarem a grana do Google e fecharem parcerias bacanas, podem passar a ser uma espécie de emissora de TV com o melhor da produção audivisual que circula pela internet e, melhor, sendo dona deste conteúdo. Caso contrário, o YouTube se resumirá a videozinho de celular (que, em geral, só tem algum significado para quem o produziu e dois ou três amigos) e será atropelado sem dó por novas ferramentas, como o Joost.
E a boa notícia é que, pelo jeito, os caras não estão economizando na busca por parceiros: o New York Times informou hoje que, além dos grandes acordos (como o fechado com a BBC), o YouTube já fechou mais de mil parcerias com produtores independentes e e grupos alternativos, como o Sundance Channel, que organiza o principal festival de cinema independente do planeta, e o estúdio Wind-up Records, que ofecerá vídeo de música além de disponilizar seu acervo para ser usado como trilha sonora dos vídeos postados pelos usuários.
Com isso, futuramente devem surgir canais bacanas, como o da NBA, que já está no ar e mostrou que tem grande potencial durante o All Star Game deste ano.
E aí o YouTube chega um ponto decisivo: se aproveitarem a grana do Google e fecharem parcerias bacanas, podem passar a ser uma espécie de emissora de TV com o melhor da produção audivisual que circula pela internet e, melhor, sendo dona deste conteúdo. Caso contrário, o YouTube se resumirá a videozinho de celular (que, em geral, só tem algum significado para quem o produziu e dois ou três amigos) e será atropelado sem dó por novas ferramentas, como o Joost.
E a boa notícia é que, pelo jeito, os caras não estão economizando na busca por parceiros: o New York Times informou hoje que, além dos grandes acordos (como o fechado com a BBC), o YouTube já fechou mais de mil parcerias com produtores independentes e e grupos alternativos, como o Sundance Channel, que organiza o principal festival de cinema independente do planeta, e o estúdio Wind-up Records, que ofecerá vídeo de música além de disponilizar seu acervo para ser usado como trilha sonora dos vídeos postados pelos usuários.
Com isso, futuramente devem surgir canais bacanas, como o da NBA, que já está no ar e mostrou que tem grande potencial durante o All Star Game deste ano.
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