30/06/2008 - 11:41h
Tunguska: 100 anos de mistério
Há exatos 100 anos uma explosão destruiu cerca de 60 milhões de árvores em Tunguska, na Sibéria. Ninguém sabe dizer ao certo o que causou tamanha destruição (estima-se que a potência do evento tenha sido mil vezes maior que a da bomba nuclear que devastou Hiroshima, 37 anos mais tarde).
A explicação mais comum é que um meteorito teria caído na região. Pessoas que moravam a milhares de quilômetros do local disseram ter visto uma luz semelhante ao Sol se movendo e - logo depois - uma luz forte. Mesmo a uma distância considerável, o impacto derrubou pessoas e quebrou vidros de janelas. Um terremoto de cinco pontos na escala Richter foi sentido.
Algumas teorias científicas sobre o ocorrido:
*A entrada de um cometa na atmosfera da Terra causou a liberação natural de energia nuclear;
*Um pequeno Buraco Negro passou pelo nosso planeta, causando a explosão em seu ponto de saída;
*Um pedaço de antimatéria caiu do espaço (e eu nem sabia que antimatéria fosse algo que poderia “cair”!);
*O último (e mais legal) é: certamente foi um disco-voador que caiu em Tunguska! Claro que foi! Isso deu origem, inclusive, a um episódio clássico da série Arquivo X:
O YouTube tem vários documentários sobre o Evento de Tunguska, alguns bem interessantes. Mas legal mesmo foi o que a revista Wired fez em sua edição do mês passado: uma seleção das melhores (e mais absurdas) teorias do mundo da ficção sobre o ocorrido.
Fora a já citada investigação de Fox Mulder, a publicação cita o livro Callahan’s Key (o físico Nikola Tesla estaria testando um “raio da morte” no local), Ultimate Galactus (da Marvel, uma HQ que tem ETs vindo para a Terra e não sendo muito bem recebidos) e o game Destroy All Humans! 2 (mais queda de alienígenas).
E a história fica ainda mais interessante: sabia que o Brasil tem um mistério parecido com o de Tunguska? Foi na região do rio Curuçá, no Amazonas. O céu ficou avermelhado, um ruído agudo foi ouvido e tudo explodiu. Fica o alerta: Tunguska, pode acontecer com todos nós…
(Este post me lembrou um outro, mais antigo, sobre a Batalha de Los Angeles)
Enviado por Paulo Terron

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