quinta-feira, 31 de março de 2011

Ozzy Osbourne em Porto Alegre: as polêmicas agora são outras...



Que mané morder morcego: as tretas de Ozzy Osbourne agora são futebolísticas.

Mas uma breve investigação no vídeo abaixo mostra: vá aos 2 minutos e 55 segundos. Alguém joga a bandeira do Grêmio e Ozzy a coloca nas costas. Ele provavelmente nem sabia o que era. Se bobear, achou que era a bandeira do Brasil.

U2 troca música de abertura na Argentina



Não sei você, mas eu ficaria feliz se o U2 tocasse só músicas do Achtung Baby no Brasil. Claro que isso njão vai acontecer, mas ontem, em La Plata, na Argentina, a banda resgatou "Even Better Than the Real Thing", que não estava sendo tocada nos shows recentes da turnê 360° (detalhe: o grupo não tocava essa faixa em um show desde 2001!).

Outras do mesmo álbum que rolaram (e rolam sempre): "One", "Mysterious Ways" e "Until the End of the World". Às vezes eles tocam "Ultraviolet (Light My Way)", mas faz certo tempo que ela não aparece. Eu queria ouvir "Who's Gonna Ride Your Wild Horses".

São três noites em São Paulo... Quem sabe?

O setlist completo de La Plata foi assim (os "trechos" são só citações, não porções relevantes dessas músicas):

"Even Better Than The Real Thing", "I Will Follow", "Get On Your Boots", "Magnificent", "Mysterious Ways", "Elevation", "Until The End Of The World" / "Anthem" (trecho), "I Still Haven't Found What I'm Looking For" / "Three Little Birds" (trecho), "Happy Birthday" (para Chanty, amigo do The Edge), "North Star", "Beautiful Day" / "Blackbird" (trecho), "In A Little While", "Miss Sarajevo", "City Of Blinding Lights", "Vertigo" / "Teenage Kicks" (trecho), "I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight" / "Relax" (trecho) / "Two Tribes" (trecho), "Sunday, Bloody Sunday", "Scarlet", "Walk On" / "You'll Never Walk Alone" (trecho)
bis: "One", "Mothers Of The Disappeared" (trecho) / "Where The Streets Have No Name", "Hold Me, Thrill Me, Kiss Me, Kill Me", "With Or Without You", "Moment of Surrender"

quarta-feira, 30 de março de 2011

Veja o trailer da série Teen Wolf, da MTV

video

A MTV norte-americana liberou o primeiro trailer completo de Teen Wolf, série baseada no filme de mesmo nome (não no Brasil, onde o longa se chama O Garoto do Futuro), estrelado por Michael J. Fox nos anos 80. É bem diferente, mais séria.

Nos Estados Unidos, a série estreia em 5 de junho.

Agora: imagine se a MTV Brasil começasse a exibir toda essa ótima safra de séries que a gringa tem produzido. Teen Wolf, Skins, The Hard Times of RJ Berger... Seria o canal aberto com a melhor programação de séries no Brasil.

Voltando a Teen Wolf, compare o vídeo acima com o original, abaixo.



E rolou também uma série animada.

terça-feira, 29 de março de 2011

Em defesa de Bruno Mars



É pecado fazer música pop. Talvez seja herança daquele momento icônico do grunge, quando o Nirvana "matou" Michael Jackson nas paradas - a vitória do "real" contra a "superprodução". Foi um momento culturalmente importante, mas que jogou ao fogo toda uma tradição histórica: a dos cantores/compositores pop.

Com a criação desse limbo - que tornou uncool a figura do cantor popular -, o pobre Bruno Mars ficou jogado de lado, desprezado como lixo produzido em massa para consumo imediato.

Uma pena, já que ele promete ser um dos grandes compositores de sua geração. Além de um talento vocal indiscutível, Mars ainda tem habilidade na criação de melodias pegajosas e letras de amor simples e diretas. Uma combinação redondíssima.

O amigo Ronaldo Evangelista concorda. Vale a pena ler a defesa dele, publicada aqui.

E se textos não convencerem, uma pequena seleção musical pode ajudar:

  • "Grenade", do álbum Doo-Wops & Hooligans (com o clipe, que também é bom)

    No vídeo, Mars arrasta um piano até a a amada enquanto tenta explicar a proporção de seu amor. "Eu seguraria uma granada por você", "levaria uma bala no cérebro", "Me jogaria na frente de um trem por você". Mas o melhor é a conclusão nada feliz, cantada por ele: "você não faria o mesmo";

  • "Nothin' on You", gravada por B.o.B com participação de Mars.

    "Garotas lindas no mundo inteiro eu poderia estar perseguindo, mas elas não são nada perto de você", canta Mars, no novo hino do flerte (supostamente) inocente praticado pelos astros da música. É o cinismo charmoso dos rockstars dando as caras;

  • "Fuck You!", gravada por Cee Lo Green (e escrita por Mars com o próprio)

    Se em "Grenade" Mars ainda sofre por amor, aqui ele chuta o pau da barraca. E joga na cara: "tenho pena do coitado que se apaixone por você / tenho notícias pra você: te odeio agora". E, claro, momentos mais tarde vem um: "Te amo, ainda te amo!";

  • "Marry You", do disco Doo-Wops & Hooligans

    Essa é uma felicidade só. Celebração da alegria fugaz, com Mars pedindo por um casamento que dure até quando durar: "Se acordarmos e você quiser se separar, tudo bem. Não, não vou te culpar. Foi divertido".

    Dava para continuar, mas essa introdução ao mundo de Bruno Mars já sustenta a minha tese: ele é pop e fala de amor, portanto é considerado cafona. Preconceito bobo, facilmente vencido quando se escutam as músicas.
  • segunda-feira, 28 de março de 2011

    Lollapalooza lança timeline multimídia para lembrar os 20 anos do festival



    O Lollapalooza - que comemora 20 anos em 2011 - lançou uma timeline interativa para resgatar a história do festival, que começou itinerante e hoje "estacionou" em Chigago. Vale a pena dar uma olhada, tem muita coisa legal.

    sexta-feira, 25 de março de 2011

    "Eu prefiro o trabalho antigo do Radiohead"



    Eu me sinto assim em relação ao Radiohead. Sempre. Mas com as pessoas me julgando um pouco mais.

    Lady Gaga lança versão country de "Born this Way" (ouça)



    Essa versão "country contemporâneo" de "Born this Way" que a Lady Gaga lançou hoje é melhor do que a original. Mais ousada, pelo menos.

    quinta-feira, 24 de março de 2011

    Veja o Duran Duran tocando "Notorious" com Beth Ditto (com direção de David Lynch)



    Ontem foi a transmissão - via YouTube - do show do Duran Duran, dirigido por David Lynch. Direção bem picareta, aliás. Teve bons momentos, como "Notorious" com a Beth Ditto (Gossip), num lance que soou meio improvisado (apesar de não ser a primeira vez que eles se apresentam juntos). Quando "Ordinary World" foi executada, o nome da faixa e da banda foram parar nos trending topics do Brasil e de São Paulo.

    Como derrubar o mito do Chupacabra usando o Facebook



    A modernidade também serve para acabar com lendas, tipo a do Chupacabra.

    [via The Occultist]

    terça-feira, 22 de março de 2011

    Mais uma parte do especial U2



    Foi ao ar na Oi FM e já está na internet a segunda das quatro partes de um especial em áudio sobre o U2, que passa por aqui com a 360° Tour em abril. Nele, eu, o Fabio Massari e o Claudio Dirani falamos sobre a carreira de Bono e companhia.

    Este episódio vai fundo nos álbuns Rattle and Hum, Achtung Baby e Zooropa (e suas turnês). Coisa fina. No próximo domingo tem mais, às 17h.

    Keanu Reeves é imortal?



    Teoria da conspiração do momento: seria Keanu Reeves o ator Paul Mounet e, portanto, imortal? O vídeo abaixo explica.

    segunda-feira, 21 de março de 2011

    Goo: fazia tempo que a MTV Brasil não tinha um programa tão legal!



    Olha só o primeiro Goo, programa da Gaía Passarelli na nova programação da MTV. Parece - no clima de descoberta das coisas - o Lado B do Massari. Achei muito legal e pretendo acompanhar. E melhor ainda: dá para ver na internet.

    A Noite do Chupacabras ganha trailer, mas o terror brasileiro continua empacado



    O Rodrigo Aragão, diretor de Mangue Negro, liberou o trailer do novo filme de terror dele, A Noite do Chupacabras. É este aqui acima. Que tal?

    Um tempo atrás eu fiz o texto abaixo para a Rolling Stone. A ideia era tentar descobrir os motivos de o gênero terror não colar no cinema brasileiro.

    Temos Medo do Terror?

    Enquanto o mercado de filmes de horror só se desenvolve no exterior, o Brasil sofre para tentar evoluir no gênero

    As redondezas do Griffith Park, nas colinas de Los Angeles, estavam tomadas por centenas de zumbis, vampiros e outros monstros. Reunidos em pequenos grupos, eles vagavam pelas calçadas e se esgueiravam por entre os carros diante do imponente auditório conhecido como Greek Theatre. Poderia ser uma cena de um filme de horror dirigido por George A. Romero, mas eram apenas os convidados se encaminhando para a cerimônia de premiação da quarta edição do Scream Awards, dedicada ao universo do terror (exibida por aqui pelo canal pago TNT).

    Um evento desse porte serve como uma metáfora para o potencial da indústria dos filmes de terror nos Estados Unidos. É claro, o Scream Awards também aborda outros gêneros, como a ficção científica e a fantasia ("Se alguém te atacar com uma faca, então é terror", explicou o ator Elijah Wood, um dos convidados da noite). Mas mesmo assim é o sangue que realmente brilha na cerimônia - em especial com o momento agitado do mercado local: são remakes de sucesso (O Massacre da Serra Elétrica, Halloween e Sexta-Feira 13 puxaram o carro, com o novo A Hora do Pesadelo e dezenas - sem exagero, dezenas - de outras versões chegando às telas em 2010), o fenômeno adolescente Crepúsculo arrancando suspiros e uma renovação do estilo na TV, com a série True Blood. É até difícil estimar quanto esse mercado movimenta em solo norte-americano, mas o sucesso do longa-metragem independente Atividade Paranormal - produzido por pouco mais de US$ 15 mil e que rendeu mais de US$ 104 milhões só em bilheteria - serve como um termômetro interessante.

    A terra de Obama não é a única com esse tipo de produção em nível industrial. A França também vive uma explosão atual de filmes ultraviolentos, como À l'intérieur (2007), Martyrs (2008) e A Fronteira (2007). Na América Latina, Argentina e Chile já conseguem manter uma produção razoavelmente estável. Japão, Hong Kong e Tailândia despontaram, nos últimos dez anos, como exportadores de longas de terror (que não raramente são refilmados no ocidente, a exemplo de O Chamado e O Grito). Apesar da universalidade do tema, a origem do medo muda de região para região. "Não sei quanto ao resto, mas na Ásia se acredita muito em Karma, no mérito da bondade e no pecado", explica o diretor tailandês Banjong Pisanthanakun, de Espíritos - A Morte Está ao Seu Lado (de 2004, que deu origem ao insosso remake Imagens do Além, de 2008). "E também acreditamos em fantasmas. Todo mundo por aqui conhece histórias de gente que viu fantasmas ou espíritos, então gostamos de coisas assim. Talvez seja esse o motivo do sucesso do terror por aqui", ele completa.

    Enquanto isso, o terror brasileiro se encontra em um limbo duradouro e sem fim aparente. A produção independente até tenta, mas o último filme desse gênero a estrear em grande escala foi Encarnação do Demônio, de José Mojica Marins, lançado em 2008. O trabalho, que fecha a trilogia de Zé do Caixão (completada por À Meia Noite Levarei a Sua Alma, de 1964, e Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver, de 1967), custou cerca de R$ 2 milhões, mas só arrecadou R$ 180 mil de bilheteria, sendo visto por 25.360 pessoas em um período de 20 semanas. Para Dennison Ramalho, corroteirista e diretor-assistente, alguns fatores podem explicar o desempenho frustrante da volta de Mojica a seu personagem mais famoso. "O primeiro é que, diferente da televisão - que a plateia conhece muito bem - o cinema de gênero brasileiro não tem tradição. Encarnação foi o primeiro filme de terror em 26 anos", ele lembra. "As pessoas vão ao cinema com um pé atrás, e a entrada é cara! A falta de tradição cria uma barreira com o espectador."

    Para Ramalho, a segunda razão estaria no próprio Mojica: "Ele foi um autor que difundiu com muita força o personagem, e a figura se desgastou muito na TV, em uma época de extremo desrespeito à figura dele. Então, as pessoas colocaram na cabeça que um filme do Zé do Caixão é necessariamente uma coisa simplória, com aquele cara caipira que fala errado. E a maior parte das pessoas desconhece o passado dele, a arte e a influência dele no terror mundial." Há alguns meses, Encarnação do Demônio foi lançado no formato blu-ray na Inglaterra, com o título Embodiment of Evil e direito a boa divulgação ("Me disseram que havia pôsteres do filme em todas as estações de metrô de Londres", conta Ramalho) e recepção calorosa por parte da imprensa: o jornal The Guardian fez restrições à violência explícita e à atuação dos envolvidos, mas destacou "certa qualidade hipnótica" que relacionaria o trabalho à obra de Luis Buñuel e Alejandro Jodorowsky.

    Por outro caminho, o capixaba Rodrigo Aragão viabilizou Mangue Negro, longa estrelado por zumbis que deve sair em breve direto no formato DVD. O filme custou R$ 60 mil e só saiu do papel depois que o diretor (e também roteirista) desistiu de captar recursos usando a fórmula tradicional. "Tentei fazer de todas as formas possíveis, mas as pessoas me davam canos", conta. "Todo mundo queria montar projetos para encaixar em leis, mas nunca dava certo." Aragão decidiu então partir para o improviso em um esquema "mão na massa", construindo um barraco no fundo de sua casa e iniciando a produção por conta própria: "Passei sete meses fazendo isso". Amigos ajudaram em uma espécie de mutirão do horror, sem receber pagamento. Dez minutos de filme foram produzidos, o que gerou interesse em um empresário que decidiu bancar a ideia. Mangue Negro rodou festivais de cinema no Reino Unido, no Chile e na Argentina, mas acabou não conseguindo distribuição nacional por meio de empresas grandes. "É triste", o empreendedor lamenta. "Passamos um ano atrás das distribuidoras tradicionais e fomos solenemente ignorados." O DVD será lançado via DarkSide, um selo especializado em terror e fantasia. Ainda assim, Aragão defende a produção alternativa nacional - que anda investindo na temática zumbi, em filmes que vão do trash Capital dos Mortos ao ousado (e ainda inédito) Porto dos Mortos. "Todos esses filmes são independentes, com recursos de fora das leis de incentivo. É uma fatia do cinema que tenta se segurar pelas próprias pernas, não tem muletas do governo", diz.

    Mas, se o terror de orçamento alto não funciona e o de baixo também não, qual é a chance desse gênero crescer no Brasil? "É um projeto de médio prazo, mas passa pela televisão", opina Dennison Ramalho. "O terror nacional vai renascer pela TV. Vai ser quando alguém fizer o True Blood brasileiro, a série do Maníaco do Parque... Não vejo outra maneira de isso acontecer. Foi assim no Chile e na Argentina." No país de Maradona, a isca televisiva foi a série Epitáfios, produzida pela divisão latino-americana da HBO (e exibida também na Europa e nos Estados Unidos). Apesar de pender mais para o suspense, o programa instigou a produção de um cinema de gênero local - algo que ainda falta ao Brasil. "Não existe filme policial no Brasil, nem de suspense", diz Ramalho. "De uns anos pra cá, temos um cinema que é fundado em financiamento público. Essa era abriu espaço para um cinema intelectualizado, que eu acho legal, mas que é de justificativa: ele precisa passear pela história ou pelos problemas do país. Deixamos de fazer filme de mulher pelada para fazer filme de favela." Já o diretor de Mangue Negro aponta outro detalhe, além da histórica falta de tradição nos filmes de gênero. "O cinema brasileiro passou muito tempo fazendo coisa ruim", alega Aragão. "O terror brasileiro é novidade. A Boca Lixo [movimento de cinema marginal surgido em São Paulo no fim dos anos 60] até fez algumas coisas que ninguém conhece, mas disfarçado de pornô. Eram filmes mais de sexo - o terror era brinde. Então as pessoas não têm referências. E isso também é legal. Quando as pessoas veem meu filme, elas são surpreendidas."

    Voltando à necessidade de transição que começaria pela telinha, Ramalho aponta o comportamento do brasileiro médio como justificativa para esse processo. "O público de audiovisual brasileiro, aquele que sustenta o cinema que tem 'vingado', o da Globo Filmes, não tem preferência por um gênero. O brasileiro que assiste a televisão e vai ver Se Eu Fosse Você no cinema tem uma acomodação que vem da sua convivência com a TV, com as caras que ele conhece. O brasileiro é muito fiel a marcas, times." Aqui se abre um espaço para mais uma questão: se o hábito do brasileiro ainda é algo tão poderoso e influente na hora de decidir até o que assistir no cinema, será que a religiosidade ainda é capaz de influenciar no possível desenvolvimento de um mercado de terror? A resposta é sim, mas curiosamente a religião pode tanto ajudar quanto prejudicar o florescimento dessa indústria. Na Tailândia, por exemplo, a crença religiosa foi a faísca que fez o estilo crescer. "É uma crença que cresce em nossas mentes, geração após geração", explica o tailandês Pisanthanakun. "A maior parte do povo tailandês acredita em espiritualidade." Por aqui, porém, o peso da religião é outro - e cada vez menos relevante. "A gente sabe que o Brasil ainda é um país de formação católica, apesar de estar em mudança constante de preferências religiosas", lembra Ramalho. "O terror - e o hábito de assistir a esses filmes - nunca foi bem visto por ministros evangélicos e padres católicos. Não é algo muito recomendado. Mas acho que não é mais uma grande barreira hoje. Nos tempos do Mojica, associado à ditadura, isso pegava mais."

    Atualmente, o terror brasileiro é uma ampla estrada de terra, abandonada e sinistra. Resta saber quem serão os responsáveis pela pavimentação, transformando-a em um caminho transitável e convidativo para o público. Dennison Ramalho e Rodrigo Aragão, pelo menos, já estão com as mãos nas ferramentas: o primeiro lança, em 2010, o curta-metragem Ninjas (uma história policial sobrenatural). Já o segundo pretende filmar Noite do Chupa-Cabras ainda no ano que vem.


    Cabem algumas atualizações:

  • Mangue Negro saiu em DVD;

  • Ninjas foi finalizado e é bem bom;

  • O terror brasileiro continua na mesma.
  • Ficou sabendo do show do Death From Above 1979 no SXSW? Caos



    Fúria, grades caindo, cervejas voando - foi assim a mini-revolta dos fãs no show do Death From Above 1979 no SXSW, segundo o Dangerous Minds. Caos total.

    Também teve câmera caindo na galera, integrante de banda batendo em mulher no palco... Não dá para dizer que foi um ano feliz para o evento.

    O grande debate é: se o SXSW é um evento para artistas novos, por que estão socando gente como Foo Fighters, Kanye West, Jay-Z, Queens of the Stone Age e outros no meio?

    sexta-feira, 18 de março de 2011

    Paul McCartney reencontra Ringo Starr de forma bem humorada



    Veja até o fim. Nem precisa de explicação. É do Red Nose Day, uma programação beneficente do Comic Relief. Passou hoje na Inglaterra.

    "Novo" ao vivo do Soundgarden tem versões de Beatles e Stooges (ouça!)



    Não foi a volta que todos esperavam: em 2010 o Soundgarden fez três shows e depois... Sumiu. Agora a banda diz estar compondo e gravando um novo álbum. Para acalmar os fãs, sai logo mais o disco ao vivo Live on I-5.

    Gravado na turnê de 1996, ele tem os clássicos da banda de Chris Cornell, mais covers inusitadas como as de "Helter Skelter", dos Beatles, em um arranjo bem diferente, e "Search & Destroy", do Stooges.


    [Problemas com o player? Clique aqui para ouvir no GoEar]

    Quem comprar o disco no site oficial da banda recebe um CD bônus, com ensaios de "No Attention", "Never the Machine Forever", "Waiting for the Sun" (sim, a do Doors),
    "Room a Thousand Years Wide" e "Somewhere".

    Chris Cornell sairá em uma turnê solo em abril e maio. O Soundgarden estaria impossibilitado de viajar nesses meses já que Matt Cameron teria um compromisso de gravar com o Pearl Jam (e tocar no Brasil em maio, inclusive).


    [Problemas com o player? Clique aqui para ouvir no GoEar]

    quinta-feira, 17 de março de 2011

    Elenco de Freaks and Geeks se reúne na PaleyFest 2011 (veja!)



    O diretor Judd Apatow recebeu o elenco da seminal série Freaks and Geeks durante a edição 2011 da PaleyFest, alguns dias atrás. Estavam lá: Jason Segel, Busy Philipps, Seth Rogan, Samm Levine, Martin Starr, Linda Cardellini e outros. Falta notável: James Franco, que foi devidamente zoado pelos outros.





    Tem muitos outros vídeos no YouTube, pode procurar.

    Se você não conhece Freaks and Geeks, um resumo: foi uma série de TV produzida por Judd Apatow entre 1999 e 2000, que só teve uma temporada. Mas dela saíram todos esses futuros talentos da comédia, incluindo o próprio Apatow e atores como Rogen, Franco e Segel.

    Boa parte desse time seguiu para a série Undeclared, depois do fim de Geeks - mas também não rolou. Estava, no entanto, plantada a semente da dominação nerd que viria nos próximos anos.

    Veja imagens feitas em Chernobyl na época do acidente nuclear



    Com os problemas do Japão em mente, achei apropriado relembrar este vídeo feito em Chernobyl nos dias seguintes ao acidente nuclear de 1986. O diretor ucraniano Vladimir Shevchenko registrou as imagens e morreu no ano seguinte, vítima da radiação.

    Enquanto o Strokes pensa no futuro, um olhar para o passado



    Engraçado que, pouco antes do Angles sair, esta demo de antes do primeiro álbum do Strokes foi redescoberta - e muita gente achou que "In her Prime" seria uma faixa nova. Se a banda já pensa em um novo álbum para este ano, talvez seja o caso de olhar para trás.

    terça-feira, 15 de março de 2011

    Não é mole ser famoso no SXSW: pergunte para o Jake Gyllenhaal



    É o que eu sempre digo: a invenção de celulares com câmeras acabou com a noção das pessoas. Deve ter algum elemento tóxico nesses aparelhos, não é possível.

    segunda-feira, 14 de março de 2011

    Shakira encontra Shakiro, Lady Gaga canta com cover



    Coisa doida, hein?

    Hoje é o dia dos encontros bizarros, já que ainda temos a Lady Gaga com a cover dela.

    [via @alisson10]

    Ouça a parceria de Paul McCartney com... Steve Martin?!?



    Ok, o título foi injusto. Na verdade, "Best Love" é uma parceria de Steve Martin com Paul McCartney, não o contrário. A faixa foi escrita pelo comediante, está no álbum Rare Bird Alert e tem vocal do Sir Paul. O The Wall Street Journal tem uma entrevista com Martin sobre o assunto.



    (Caso o player não funcione, ouça direto no GoEar)

    Quarantine 2 ganha trailer (veja)



    Antes de tudo, uma explicação: o filme norte-americano Quarantine (Quarentena, aqui) é um remake do espanhol [REC]. O original teve uma boa continuação, mas Quarantine 2: Terminal não se baseia nela.

    A história se passa em um aeroporto, pouco depois do ocorrido no primeiro filme (quando um vírus transformou as pessoas de um prédio em zumbis violentos). Nos Estados Unidos, Quarantine 2 sai direto em DVD - então grande coisa não deve ser.

    Enquanto isso, na Espanha, mais duas partes de [REC] estão em produção. Os codiretores Jaume Balagueró e Paco Plaza, que cuidaram dos primeiros longas, vão se separaram para [REC] Génesis (de Plaza, a ser lançado neste ano) e [REC] Apocalipsis (de Balagueró, para 2012). O primeiro conta o início de tudo, enquanto o segundo é a conclusão da história.

    Esquentando para o U2: um especial com Fabio Massari



    Ontem foi ao ar a primeira das quatro partes de um especial da Oi FM sobre o U2, que passa por aqui com a 360o Tour em abril. Nele, eu, o Fabio Massari e o Claudio Dirani falamos sobre a carreira de Bono e companhia. Foi divertido fazer, espero que seja divertido de ouvir. Escute no site da Oi, aqui.

    sexta-feira, 11 de março de 2011

    Trailer completo da parceria de J. J. Abrams e Spielberg é lançado



    O primeiro trailer completo do filme Super 8, dirigido por J. J. Abrams e produzido por Steven Spielberg, ganhou seu primeiro trailer completo hoje. Tem aquele climão de infância do Spielberg, com... Alguma coisa do Abrams.

    Super 8 estreia em 10 de junho (nos EUA). O longa tem um site oficial.

    quinta-feira, 10 de março de 2011

    Vídeo raro de apresentação de John Lennon com Elton John aparece na internet (veja!)



    Ninguém imaginava, mas quando John Lennon subiu ao palco do Madison Square Garden para cantar com Elton John seria a última apresentação ao vivo do beatle. Ele ainda tocaria em um programa de TV, no ano seguinte, mas não era exatamente um show.

    O autor das imagens - segundo ele mesmo conta em sua conta no YouTube - fez as imagens em Super 8 e as transferiu para VHS nos anos 80. Um longo caminho: Super 8, VHS, digital, internet.

    quarta-feira, 9 de março de 2011

    Veja "Deceptacon", do Le Tigre, em gravação que estará no DVD da banda



    Para quem estava com saudade do Le Tigre, um trecho do DVD Who Took the Bomp? Le Tigre On Tour, que sai (nos EUA) em junho.

    E parece que a banda não acabou - pelo menos é isso que JD Samson dizia quando passou por aqui com o Men, no meio do ano passado. Ela falou com a Rolling Stone Brasil:


    E o Le Tigre? Vocês estão trabalhando em algo novo?
    Estamos produzindo um DVD, o que está tomando bastante do nosso tempo, porque temos que pedir autorização pro uso de imagem de muita coisa. Por exemplo, nós participamos de um festival junto com o Slipknot, então temos que ligar para os caras para ver se eles liberam a imagem deles pro nosso DVD. Deve sair dentro dos próximos seis meses. Vão ser músicas ao vivo de vários shows diferentes, com informações documentadas, entrevistas, imagens de bastidores, além de imagens e vídeos feitos por fãs e coisas do tipo.

    Há planos para um disco de inéditas?
    Não temos planos de lançar nada novo agora, mas estamos sempre abertas para novas ideias...

    segunda-feira, 7 de março de 2011

    quarta-feira, 2 de março de 2011

    Marcelo Camelo libera teaser de música nova (atualizada)



    Marcelo Camelo liberou esse trecho de "ôô", nova música de trabalho dele. Difícil julgar com tão pouco, mas parece interessante.

    ATUALIZAÇÃO: os outros dois trechos já foram liberados. São estes:



    Jersey Shore: Snooki está na capa da Rolling Stone norte-americana!



    Prestes a embarcar para a Itália para mais um temporada de Jersey Shore, Snooki passou antes pela capa da Rolling Stone norte-americana - em um clima meio Dr. Fantástico. Dá para ler um pouco aqui. Abaixo, algumas imagens de bastidores das fotos (feitas por Mark Seliger).

    terça-feira, 1 de março de 2011

    E por falar em Bruno Mars, ele tem uma ligação com o Menudo



    A primeira música que Bruno Mars vendeu para outro artista foi "Lost", para o Menudo, em 2008. Ele até canta na gravação. Mas já foi na fase conhecida como "o novo Menudo", mais recente. E nem é péssima a canção...

    Bruno Mars mistura Nirvana a Michael Jackson (veja!)



    Bruno Mars mostra, no vídeo acima, uma gracinha que ele costuma fazer nas apresentações ao vivo: juntar "Smells Like Teen Spirit", do Nirvana, a "Billie Jean", do Michael Jackson.

    O Anthony Kiedis está virando o Iggy Pop?



    Anthony Kiedis versão 2011, por Terry Richardson. É tipo um Iggy Pop caminhoneiro.

    Entenda o "caso Charlie Sheen"!



    Não tem jeito melhor de entender o que tem rolado com o Charlie Sheen.