segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Quando Madonna se encontrou com William Burroughs



Madonna em encontro com William Burroughs. Assim, sem detalhes.

[Dangerous Minds, via @HardRockIcons]

David Schwimmer tem um problema com pornografia...



... ele curte esses filmes aí. Ele ou o Matt LeBlanc.

Mas é brincadeirinha, parte da série Come Fly With Me, dos ex-Little Britain Matt Lucas e David Walliams.

domingo, 30 de janeiro de 2011

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Ouça um rap que resume o filme Jovens, Loucos e Rebeldes



Jovens, Loucos e Rebeldes, apesar do nome besta em português, é um dos melhores filmes sobre adolescentes de todos os tempos. É o diretor Richard Linklater em seu ponto mais alto (não me venha com esse papo de Antes do Amanhecer!). E rap que resume o longa-metragem em pouco mais de dois minutos manda muito bem.

Assista a documentários raros de Stevie Wonder e do rap clássico



Big Fun in the Big Town, um documentário holandês sobre rap, do meio dos anos 80, com participações Run DMC, Doug E. Fresh e Schooly D. Coisa fina, "rap de raiz"!

[via The Walrus]



O vídeo acima é um documentário feito pela BBC no começo dos anos 80, registrando a preparação da turnê de Hotter than July.

[via ?uestlove e Sunny Day Entertainment]

Atuk: o roteiro que matou John Belushi, Sam Kinison, John Candy e Chris Farley



O vídeo acima conta a história de um roteiro amaldiçoado, o do filme Atuk, sobre um esquimó que vai para a cidade grande. Ele teria sido oferecido aos atores: John Belushi, Sam Kinison, John Candy e Chris Farley - e todos teriam morrido logo depois de demonstrar interesse no filme. Outros associados ao projeto também morreram: Michael O'Donoghue e Phil Hartman.

Até aí, tudo bem. É uma história famosa (e antiga) em Hollywood. Mas este site, o Subterranean Cinema, alega ter o roteiro de Atuk. E aí, vai encarar a leitura?

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

De graça na web: a entrevista da Rolling Stone com o Paul McCartney



Demorou um pouquinho, mas está no ar, no site da Rolling Stone Brasil, a entrevista que eu fiz com o Paul McCartney no ano passado. É a íntegra do texto que saiu na edição de novembro da revista.

Aproveitando o assunto, o show de McCartney foi o melhor do ano na categoria internacional da tradicional eleição do site Scream & Yell. O With Lasers! ficou em quinto na seção de melhores blogs.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Oito anos sem Sabotage: leia a entrevista perdida do rapper



Em uma dessas coincidências curiosas, encontrei uma entrevista que fiz com o Sabotage em maio de 2002. A matéria publicada era sobre a carreira dele no cinema, como consultor (e fazendo uma ponta) em O Invasor e ator em Carandiru. E achei também vários trechos inéditos, publicados aqui pela primeira vez, neste aniversário de 8 anos da morte do artista.

Muitos dos músicos que se arriscam no cinema acabam quebrando a cara. Mas esse não é o caso do rapper Sabotage. Um dos motivos é que ele acaba sempre interpretando ele mesmo – ou pelo menos um reflexo de quem é na vida real. "Eu posso errar as palavras, posso dizer que drumi mal, mas não deixo de ser eu", conta. O músico fez sua estréia cinematográfica em O Invasor, do diretor Beto Brant. "Ele viu um vídeo em que eu cantava com o [grupo] RZO. E ele pensou 'esse cara é louco'". Mas a insanidade pareceu lógica para o diretor de Ação Entre Amigos e Os Matadores, que convocou Sabotage para uma entrevista. "Eu estava esperando para falar com o Beto e disse 'vou fumar um baseado'. A Mariana Ximenes [que também participou do filme] olhou para mim e disse: 'você é louco! Vai fazer isso aqui?'. Eu respondi: 'minha mãe já morreu e sabia que eu fumava, então vou fazer isso aqui mesmo!'", lembra, rindo. Durante a conversa, Brant apresentou o músico a Paulo Miklos, cantor do Titãs que encarnou Anísio, o protagonista de O Invasor. "Eu não conseguia parar de rir da cara dele!", diz Sabotage. Apesar da descontração, o rapper fez questão de palpitar no roteiro da produção, apontando erros em relação à vida na periferia. Acabou consultor técnico e "treinador" de Miklos na área de fala e gírias.

O roteiro da fita foi escrito por Brant e Renato Ciasca em parceria com o autor do livro O Invasor, Marçal Aquino. Para Sabotage, Aquino reflete com perfeição o dia-a-dia da periferia. "Ele não esconde nada, eu acho isso muito bom. Eu li aquele livro dele, o Faroestes e é veridicão. Aquela placa com os tiros na capa...", contou, lembrando que o escritor é também uma inspiração. "Eu quero chegar à idade dele do jeito que ele é. Eu chamo ele de garotão. Ele é ligado, comenta as coisas que viu. Por isso faz os livros daquele jeito." O cantor, agora convertido a ator, passou a integrar o meio do cinema. "Falam pra mim: 'Sabotage, você é diferente!' [das pessoas da periferia]. E eu digo que não. A diferença é que eu já perdi o meu irmão, minha mãe, muita gente que eu gostava. Então hoje eu sei me controlar. Sei estar em uma festa do Hector Babenco, do Beto Brant, mas sei estar em uma festa de um traficante também." Durante as filmagens de O Invasor, Brant teve a prova da influência que o rapper tem na periferia. "O Beto me falou: 'Sabota, aqui no mesmo lugar onde nós fizemos este filme, já me levaram todo o equipamento antes'. Porque é assim: a periferia sabe quem está explorando ela."

Apesar das tentações da "vida fácil" de festas e badalação, o artista continua com os pés no chão. "Comecei a frequentar umas festas do pessoal de cinema, mas não dá. A minha realidade é outra. Tenho que me preocupar em escrever música, ensaiar, ver o que meus filhos precisam. Não posso ficar nessa vida. É muito bom, mas não quero." Ele sente que tem um compromisso com o rap: Sabotage acredita que não pode abandonar a vida que o levou à música – mesmo tendo visto de perto uma vida tão distante da que ele leva. "Tenho inclusive uma música, do próximo CD, que fala que o itinerário do playboy é do McDonald's ao Café Photo [casa noturna paulistana freqüentada por garotas de programa]. Eu e meu irmão [que morreu vítima do crime] guardávamos carros em um restaurante. Chegávamos lá pelo meio dia, pra comer os restos do que o playboy não comeu, e guardávamos carros até as dez da noite – pra levar dinheiro pra casa sem a nossa mãe perceber o que estávamos fazendo. Senão a gente ia apanhar mesmo! E eu vi que era assim mesmo, eles iam do McDonald’s ao Photo."

Uma coincidência levou Hector Babenco – diretor de Carandiru (baseado no livro de Dráuzio Varella, Estação Carandiru) – a conhecer o músico. Durante as filmagens o diretor comentou com Brant sobre um preso, condenado a 29 anos de cadeia, o Velho Monarca. Com a descrição, descobriram que ele era tio de Sabotage. "A mesma idade que eu tenho aqui [29 anos], ele vai passar lá [na cadeia]", lembra o rapper. Contato estabelecido, ficou determinado que o artista interpretaria o personagem Fuinha, além de cuidar de músicas para a trilha sonora do filme e do making of . E a parceria com Babenco foi além, gerando, inclusive, uma música. "Imagina ele falando pra mim 'águas turvas', com aquele espanhol! Pra pôr isso numa rima foi foda, mas ficou muito classe!."

Em Carandiru, Sabotage também voltou a atuar como consultor técnico. Foi ele quem conseguiu os figurantes para as cenas que exigiam um número grande de pessoas. "Se tiver três mil pessoas no filme, eu levei mil e quinhentas. Era incrível como as pessoas iam comigo [participar das filmagens], mas não com eles. Não tem aquela formiguinha que vai lá, acha o açúcar, e chama as outras? Então, é igualzinho." O rapper admite que a produção teve problemas depois que as partes dele já haviam sido filmadas. "Coloquei lá gente do bem e gente do mal. Se eu não estava ali pra olhar, a galera já começava 'opa, vou levar este cinzeiro'. Foi duro de roer!", explica, lembrando também que não tolera pessoas que tentem explorar seus companheiros. "Eu tô de olho nessas pessoas. Se meu amigo atuou, vai receber o dinheiro dele."

Uma possível superexposição não assusta Sabotage, que tenta se manter fiel à periferia – criticando inclusive a postura de um companheiro famoso do rap, Xis. "Posso fazer um programa de TV, mas não quer sair e ser amarrado em um tronco e levar chicotadas. Quero ir lá pregar a revolução, mostrar o que é ser preto. Não vou sair duma Casa dos Artistas pra fazer comercial do Barateiro." Mas ele diz ser amigo do ex-participante do reality show do SBT, e que sempre dá conselhos a ele. "Ele é meu irmãozão, eu digo pra ele: 'Xis, se nós estamos aqui hoje, foi o rap que colocou. Então abre o olho'."

  • Sobre a carreira musical: "Eu me via naquela música 'O Meu Guri', do Chico, e me imaginava cantando. (...) Em 1985, eu escrevi uma música e ensaiei, mas só pra mim mesmo. Eu usava o solo de uma música do Léo Jaime pra cantar a minha. (...) Eu ouvia Malcolm MacLaren, Afrika Bambaataa, Barry White. Me identifiquei muito com o White, porque, como ele, eu também perdi meu irmão para o crime. (...) Desde pequeno eu tinha essa mania de andar com um caderninho pra escrever música. As pessoas diziam: 'Meu, você é louco! Vamos puxar uma carroça, pegar um papelão, jornal, levar um dinheiro pra casa.' Hoje encontro essas pessoas e elas pedem desculpas: 'Meu, eu não devia ter te falado aquilo.' Eu nunca me revelava [musicalmente] pra ninguém. Aí em 88, 89, me inscrevi em concursos de rap. Num deles, no salão Zimbábue, conheci o [Mano] Brown e o Ice Blue [ambos do Racionais MC's]. Nesses concursos você não podia ser muito 'a verdade dói', e eu estava cantando uma música muito contundente, chamada 'Na City'. A galera não acreditava que aquele moleque tinha feito a música. (...) Entrei [em estúdio] várias vezes pra gravar com os grandes nomes: Thaíde, Planet Hemp, Pavilhão 9, Possemente Zulu, Paula Lima... (...) Um dia um amigo me chamou para ver um show e me disse que [aquele que veríamos] "era eu amanhã". Cheguei lá e era o Luiz Melodia. O cara negão, vestido de roupa fluorescente, e eu pensei: 'Mano, sou eu amanhã! É assim que eu vou ser quando for mais velho!.'

  • O rap no Rio e em São Paulo: "Eles encaram a realidade, não é uma coisa 'vou brincar na praia'. Aqui em São Paulo é mais a realidade nua e crua: um cara roubando toca-fitas, um rapaz seqüestrando uma menina por causa de dez reais, outro que disparou a arma contra o próprio irmão... A gente tem que saber que nem todo mundo é igual a todo mundo. E o mundo não vai ser do jeito que a gente pensa. A música tem isso também."

  • Público e atitude: "Meu público é de pessoas carentes. Como eu vou usar roupas caras? Parei de usar essa jaqueta. Só uso camiseta e tento esconder. Você sente que o seu amigo quer ser igual a você, quer seguir o seu caminho. Você tem que pegar mais leve."

  • Realidade: "É muito fácil você rir pra deixar uma pessoa feliz. Difícil é você falar a verdade e deixar ela triste, mas pra depois ela levantar a cabeça e seguir."

  • Música: "A música é um resfriado: todo mundo pega, mas passa rápido."

  • Investimento: "Tenho planos e vou ajudar uma criançada do bem. Já sou padrinho de oito. Imagina! Aí alguém chega e diz: 'Mas eles roubam!' Claro que roubam, ninguém dá emprego, ninguém dá educação!"

  • Caótico: "O Walter Salles disse que eu sou o 'poeta do caos'. Sou do caos total! Imagina acordar todo dia com a polícia gritando: 'Deita no chão!'. E aí vem uma senhora, um garoto do bem, e diz: 'Não, esse cara aí não é quem você pensa! Ele canta rap.'"

  • Regras da vida: "Aprendi a me comportar com uma galera da pesada. Eles diziam para eu escovar os dentes, varrer o chão, arrumar a cama – aprendi a ser educado com ladrões de banco, estelionatários, pode? Mas sabe por quê? Porque eles têm uma religião entre eles."

  • Ambiente: "Moro numa favela de onde não penso sair. Não consigo sair. Penso na senhora pra quem eu dou um saco de arroz por mês, no rapaz que eu convenço a não usar drogas. Me sinto lisonjeado por falar e um cara da minha idade parar de usar. Mas se eu não estiver ali olhando, ele volta a usar. (...) Acho que os meus filhos não vão resistir às tentações de cabular aula, de selecionar os amigos. Se eu sair da favela, vai ser por eles."

  • O futuro: "Enquanto isso eu vou remando. Mas pra remar um barco, você tem que ter um remo. Só espero não morrer antes do tempo."


  • Esta frase acima, sobre o que ele esperava do futuro, foi a última da entrevista. Estávamos na sede da gravadora YB, em São Paulo, e o Sabotage se cansou de falar. Levantou-se, disse que ia para o estúdio gravar, apertou o botão "stop" do meu gravador. "Acabou", disse. E saiu andando.

    sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

    Pearl Jam tem ajuda do público em novo CD ao vivo (ouça!)



    Quando o Pearl Jam anunciou que lançaria o disco ao vivo Live on Ten Legs, achei uma ideia boba. Afinal, eles já lançam versões de todos os shows que fazem, seja para download ou em forma física. Aí eu ouvi a versão acima de "Animal" e minha opinião mudou.

    O disco já saiu no Brasil, e tem versões para "Public Image" (do Public Image Ltd) e "Arms Aloft" (Joe Strummer and The Mescaleros), além de hits como "Jeremy", "Alive" e "Yellow Ledbetter".

    quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

    O que rolou durante os 60 minutos em que Ricky Gervais não apareceu no Globo de Ouro?



    Aquele estúdio de animações bizarras de Taiwan, o NMA, explica por que Ricky Gervais sumiu durante parte da transmissão do Globo de Ouro.

    O renascimento da versão brasileira do Creamfields



    Aproveitando que a nova fase do Creamfields brasileiro começa no próximo sábado (22), em Florianópolis, junto aqui duas coisas: acima, o primeiro vídeo de uma série que a Renata Simões está fazendo sobre o evento britânico e, abaixo, o meu texto explicando esse renascimento, originalmente publicado na Rolling Stone.

    Reconstrução Eletrônica
    Festival eletrônico Creamfields renasce no Brasil, agora em parceria com seu criador britânico

    "Vocês tomaram chuva ontem? Peço desculpas, infelizmente não posso controlar o tempo britânico!", diz um alegre James Barton, organizador do festival de música eletrônica Creamfields. O tempo chuvoso produziu lama na área do evento, nas redondezas de Liverpool, na Inglaterra, mas o público não pareceu se importar: foram mais de 80 mil entradas vendidas, com antecedência, para os dias 27 e 28 de agosto. Na verdade, a plateia parecia até preferir o frio úmido e não era incomum ver grupos de amigos se jogando nas poças por diversão, nos intervalos entre apresentações de Deadmau5, David Guetta, Swedish House Mafia, Tiësto e dezenas de outros.

    Em breve, o público brasileiro vai poder viver uma experiência semelhante - sem a lama, o frio e a chuva. O Creamfields deve ganhar uma residência definitiva no Brasil, em Florianópolis, a partir de 2011. A data escolhida foi 22 de janeiro, e o evento espera receber cerca de 15 mil pessoas, que poderão se revezar entre duas tendas e um palco. A estreia deve ter por volta de 25 atrações, sendo quase metade estrangeira. "Vamos trabalhar em forma de sociedade [com os donos britânicos da marca], porque é a única forma em que acreditamos ser possível", explica Leo Sanchez, CEO da Indústria de Entretenimento, empresa responsável pelo festival por aqui, referindo-se à parceria com a CI, empresa de entretenimento de Barton. "Não queríamos pagar um 'label fee' [uma taxa de utilização] e usar o nome, como foi feito anteriormente no Brasil. Esses eventos foram feitos, mas não havia um conceito de marketing, de marca. Queremos começar tudo de novo, trazer a essência do festival, que é 100% ligada à música."

    O Creamfields nasceu em 1998, criado por Barton, veterano da música eletrônica britânica (e ex-DJ). Segundo ele, a filosofia por trás do nome é simples. "Se você observar os bons festivais ingleses, vai notar que eles são baseados na música", conta. "Não são feitos para ganhar dinheiro, não são centrados nos negócios - eles também são ótimos negócios, mas a prioridade é musical." É essa essência que ele quer refletida no Brasil. "É mais sobre o espírito do festival do que sobre o lado técnico. Lidamos com a música eletrônica e a 'cultura DJ'. Não queremos ser o McDonald's, uma grande franquia. Queremos que cada festival tenha uma identidade local, desde que ela reflita o que está acontecendo nas casas noturnas, no mundo da eletrônica. Às vezes é difícil encontrar promotores de eventos que consigam balancear os dois lados, o artístico e o do público. Você precisa de uma mistura perfeita para fazer funcionar."

    "A ideia, aqui, é que seja um festival de verão", diz Sanchez. "Sempre na mesma data para que possa entrar no calendário mundial de festivais." A escolha de Santa Catarina também é estratégica: além de atrair turistas brasileiros e estrangeiros nessa época, ainda é um foco de música eletrônica no Brasil. Já outras regiões do país devem receber as Festas Cream, versão reduzida do evento (a primeira, para convidados, será em 10 de novembro, em São Paulo, com Faithless e Laidback Luke).

    Por enquanto o Creamfields brasileiro não terá a opção de camping para o público, como seu correspondente britânico. No futuro, os brasileiros pensam em adotar o sistema. "Temos muitas vontades", diz Eduardo Papel, diretor artístico e de produção da Indústria de Entretenimento. "Mas não dá para fazer tudo no primeiro ano. A gente quer chegar a 30 mil pessoas [na plateia] e aí, sim, o acampamento pode ser uma opção." Por enquanto, os organizadores acreditam que os preços de entradas devam ficar entre R$ 80 e R$ 100. "Em nosso plano de negócio está que, em 2014, o festival também chegue a São Paulo, além de Florianópolis", conta Sanchez.

    quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

    Os videogames levam à violência?



    Não sei a resposta à pergunta do título. Provavelmente não. Em alguns casos leva, sim, à comédia.

    terça-feira, 18 de janeiro de 2011

    Veja o trailer do filme que Chan-wook Park gravou só com iPhones



    Lembra de Paranmanjang, o filme de 30 minutos que Chan-wook Park produziu usando só iPhones como câmeras? Pois ele ganhou o título Night Fishing nos EUA, além do trailer acima.

    Quadrinhos na Cia. promete um ótimo semestre para fãs de HQ



    O selo Quadrinhos na Cia., da Companhia das Letras, vem fazendo um ótimo trabalho por aqui - e não só com os lançamentos gringos, mas também investindo pesado nos artistas locais. Pelo calendário de lançamentos do primeiro semestre, parece que 2011 vai seguir nesse esquema.



    O lote começa com Ordinário, de Rafael Sica, em fevreiro. Como eu escrevi aqui, as tiras urbanas do gaúcho exploram cenas melancólicas (e sem falas) de situações cotidianas, usando o surrealismo como ferramenta crítica (ou explicativa, dependendo de cada caso). Um caso raro de HQ nacional com estilo e sentimento.

    Em março chega o elogiado álbum Três Sombras, de Cyril Pedrosa, seguido pelo volume final da saga Scott Pilgrim, de Bryan Lee O'Malley, no mês seguinte.



    Maio tem a dobradinha Colônia Penal, de Sylvain Ricard-Mael, e o ousado A Divina Comédia de Dante, de Seymour Chwast.

    Mas o grande furor deve chegar com a edição nacional de Asterios Polyp, de David Mazzucchelli, obra que certamente só se equipara a Jimmy Corrigan, o Menino Mais Esperto do Mundo, de Chris Ware, em termos de revoluções-por-quadrinho.

  • Veja também:
    "Os lançamentos da editora Top Shelf em 2011"
  • Natalie Portman: meio nerd?



    Foi no Globo de Ouro, domingo. Natalie Portman é gente como a gente. Se bem que eu não conheço muita gente que ria assim...

    segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

    Veja os melhores momentos de Ricky Gervais na apresentação do Globo de Ouro



    Confesso que não assisti a esse vídeo porque quero ver a íntegra do programa, mas o blog Vulture compilou os melhores momentos do comediante Ricky Gervais apresentando o Globo de Ouro, ontem.

    A lista dos vencedores você pode ver aqui.

    sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

    Jersey Shore + "We No Speak Americano"



    Você sabia que era inevitável...

    Michel Gondry dirige programa de Jimmy Kimmel (veja!)



    Michel Gondry dirigiu, ontem, o programa de entrevistas de Jimmy Kimmel. Altas doideiras! Seth Rogen, que trabalhou com Gondry em Besouro Verde, foi um dos entrevistados.



    Ricky Gervais e piada polêmica que teria sido vetada pelo Globo de Ouro



    Ricky Gervais passou pelo programa de Conan O'Brien ontem e revelou uma suposta piada que ele queria fazer durante a apresentação do Globo de Ouro (no próximo domingo, com transmissão por aqui no canal pago TNT, a partir das 22h), mas que teria sido vetada pela organização. Gênio.

    Confirmado: filme da série The Inbetweeners sai no meio do ano



    The Inbetweeners durou breves 18 episódios, em três temporadas, mas deve voltar para dar um rápido alô em agosto deste ano, quando uma versão cinematográfica da série britânica deve ser lançada. A história se passará na Espanha e deve ser filmada a partir de fevereiro.

    Uma curiosidade: no Reino Unido, o longa vai competir com Conan The Barbarian, Spy Kids 4 e Super 8 (de J.J. Abrams, com produção de Steven Spielberg).

    A direção será de Ben Palmer (o mesmo da TV), com roteiro da dupla ciradora Damon Beesley (que também escreveu para Flight of the Conchords) e Iain Morris (da turma de Ricky Gervais).



    [via DigitalSpy]

    quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

    David Fincher mostra sua "garota com tatuagem de dragão" na revista W



    A atriz Rooney Mara mostrou seu visual de Lisbeth Salander, personagem do livro Os Homens que Não Amavam as Mulheres, de Stieg Larsson, que está sendo adaptado para o cinema pelo diretor David Fincher. O site da revista W tem mais imagens (e um texto feito no set do longa).

    quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

    Funcionário de um dos parques da Disney fala sobre os bastidores da empresa



    No vídeo acima, um funcionário (mais ou menos) anônimo de um dos parques de diversão da Disney conta uma série de histórias sobre os bastidores do trabalho na empresa. Difícil saber se é verdade, mas é divertido de se ouvir!

    [via Have You Seen This?!]

    Ex-Friends Matt LeBlanc volta interpretando ele mesmo em Episodes



    Quando Lisa Kudrow fez sua "volta-pós-Friends" em 2005, com The Comeback, tudo deu errado. E nem era culpa da série, que tinha uma ótima mistura de graça com drama, mostrando a dificuldade de uma atriz veterana em retomar a carreira. Durou uma temporada.

    E agora um companheiro dela, Matt LeBlanc, começou um processo muito parecido. Em Episodes, que estreou no canal pago Showtime e na BBC 2 nesta semana, ele interpreta ele mesmo. David Crane, criador de Friends, desenvolveu o programa ao lado de Jeffrey Klaric, roteirista e produtor de Mad About You.

    Na trama, um casal de roteiristas britânicos de sucesso vai para Los Angeles para criar uma versão norte-americana da série que deu prêmios e fama a eles na Inglaterra. Mais ou menos como ocorreu com Ricky Gervais e The Office, que inclusive é citado no episódio piloto.

    LeBlanc, pelo menos no primeiro episódio, é coadjuvante. Ele representa exatamente o que os britânicos não querem na série deles: um ator de sitcom barata (alguém se lembra de Joey, a série?). E esse é só um dos conflitos do programa, que ainda lida com diferenças culturais e estruturais entre a televisão britânica e a norte-americana.

    A dupla BBC/Showtime já encomendou sete episódios, então Episodes tem uma primeira temporada garantida. Nos EUA, o Washington Post não gostou. O SFGate também não. A imprensa britânica não deu muita atenção, mas, quando escreveu sobre Episodes, não foi tão incisiva - o Guardian apontou que faltam boas risadas, mas que a série tem charme.

    terça-feira, 11 de janeiro de 2011

    Editora de HQs Top Shelf anuncia lançamentos de 2011



    O Top Shelf é uma editora muito simpática e acabou de anunciar a programação de lançamentos para este ano. Tem muito coisa que parece ser legal.

    Para começar, novas edições de Essex County (de Jeff Lemire, a ser lançada neste mês), Tricked (de Alex Robinson) e From Hell (Alan Moore e Eddie Campbell). São mais uma reposição de estoque, mas é bom saber que essas edições continuarão em catálogo.

    Para novembro, a continuação da elogiada compilação de quadrinhos adultos japoneses Ax: A Collection of Alternative Manga. O primeiro volume teve ótimas participações de gente como Yoshihiro Tatsumi, Imiri Sakabashira, Yusaku Hanakuma e Akino Kondoh, entre outros. A nova lista de autores não foi anunciada, mas a edição continua com Sean Michael Wilson e Mitsuhiro Asakawa.

    Mas o que mais me animou foi o anúncio da chegada de Any Empire, do quadrinista Nate Powell. O trabalho anterior dele, Swallow Me Whole, era uma imersão completa na vida (e mente) de uma família vitimada por doenças mentais. No novo trabalho, ele analisa os efeitos da guerra e da violência em um grupo de crianças norte-americanas. Deve sair em julho.

    Sam Raimi arruma diretor para filme sobre "caixa assombrada"




    Em 2001, um rapaz comprou uma caixa, uma espécie de cabinete de madeira, em uma feira de usados nos Estados Unidos. Segundo o comprador, a neta da dona anterior do objeto explicou que era uma caixa dibbuk - algo que a avó mantinha fora do alcance da família e que nunca deveria ser aberta.

    Logo, o comprador começou a passar por experiências estranhas: a loja dele foi invadida e vandalizada, em uma história que ninguém conseguiu explicar direito; ele deu a caixa de presente para a mãe e, imediatamente, ela sofreu um derrame; ele tentou deixar o objeto com amigos e parentes, mas todos o devolveram relatando experiências estranhas; quando o rapaz levou a dibbuk para a casa dele, começou a ter pesadelos recorrentes e a sentir cheiros estranhos. Os peixes do aquário dele morreram.

    Para resolver o problema, ele vendeu a caixa no eBay. O segundo comprador passou por situações semelhantes e descobriu que um dibbuk é um demônio/espírito da mitologia judaica. A história tem muitos outros detalhes, todos relatados neste site.

    Não por coincidência, o diretor Sam Raimi adorou a história e - mesmo com muita gente achando ser apenas uma lenda urbana, uma armação - resolveu adaptá-la para o cinema, usando como base o artigo "A Jinx in a Box?", do jornal Los Angeles Times. Raimi, produzindo o longa, convocou o diretor Ole Bornedal (Nightwatch) para comandar o projeto, que deve estrear em outubro deste ano.

    segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

    Cuidado com a múmia do Texas!

    video

    Uma "múmia" está assustando moradores de Cypress, no Texas. Coisas que só acontecem nos EUA...

    [via io9]

    Como as crianças de hoje veem a tecnologia do passado?



    "Achei que fosse uma bomba!", sobre um tocador de 8-track.

    "É um CD antigo", sobre um compacto em vinil.

    [via Have You Seen This?!]

    Diretor de Oldboy faz filme usando somente o iPhone como câmera



    O sul-coreano Chan-wook Park (Oldboy, Lady Vingança) usou apenas a câmera do iPhone para gravar seu novo trabalho, Paranmanjang. É um filme de de terror de 30 minutos, contando a história de um homem que pesca uma mulher - eles se enroscam na linha e, quando ele acorda, ambos estão com as roupas trocadas e ela o chama de pai. Sim, esse é o enredo.

    O custo do trabalho foi de cerca de US$ 133 mil, e ele deve estrear nos cinemas de seu país de origem em 27 de janeiro. "A nova tecnologia cria efeitos estranhos porque é nova e porque é um meio ao qual a plateia está acostumada", disse o diretor à AP.

    Park acoplou diferentes tipos de lentes ao celular para fazer as gravações. "Foi o mesmo processo de realização, só que com uma câmera muito menor", contou ao Wall Street Journal. O jornal também elogiou a fotografia do filme, apesar dela ser "meio tremida no começo".

    Ouça "Hold It Against Me", a nova de Britney Spears





    "Hold It Against Me", primeiro single do novo álbum de Britney Spears. Não passou nem perto das melhores músicas dela, né?

    [via The Prophet Blog]

    Lady Gaga lança câmera-óculos da Polaroid (veja o vídeo)





    Lady Gaga deu um pulo na CES (Consumer Electronics Show) para lançar uma câmera-óculos que ela desenvolveu para a Polaroid. Não se esqueça: ela é diretora de criação da marca.



    A Lady Gaga GL20 Camera Glasses é assim: mistura óculos com dois visores LCD e uma câmera. Você tira a foto e já a vê na hora.

    A Polaroid também lançou uma série nova de câmeras, a Grey Label. É um conjunto com a câmera GL30 (uma câmera digital com impressora acoplada) e a impressora portátil GL10 (para imprimir a partir de qualquer câmera digital).

    domingo, 9 de janeiro de 2011

    Amy Winehouse e Jeff Buckley?!? Quase, quase...

    Quando eu vi o repertório do show de Amy Winehouse em Florianópolis, deu um frio na espinha. Estava lá: "Everybody Here Wants You". Só podia ser a música do Jeff Buckley! E era mesmo... Mas cantada por um vocalista de apoio da cantora, não por ela. O YouTube já tem um trecho:



    Quase!

    Mais sobre a volta de Amy Winhouse neste site de fãs.

    sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

    O mundo em 2011: o que vem por aí na TV



    Este ano promete ser maravilhoso para quem gosta de televisão - qualquer estilo de programa. Além de uma ótima seleção de boas séries já confirmadas para novas temporadas (Mad Men! The Walking Dead! Warehouse 13! Eureka! Jersey Shore! Misfits!), outras tantas disputarão a audiência.

  • Skins, a versão norte-americana. Vinda da Inglaterra, a série ficou famosa ao mostrar um retrato mais realista e ousado da juventude local. Lá, o programa teve quatro temporadas (com a quinta chegando este ano), divididas entre três "gerações" de personagens. Um filme deve dar continuidade a história. A MTV norte-americana comprou os direitos e coloca sua versão no ar em 17 de janeiro.

  • The Cape. A premissa é meio manjada: um policial é incriminado e passa a treinar para se tornar um super-heroi (sem super-poderes). O teaser liberado é simpático. Estreia em 9 de janeiro, na NBC norte-americana.



  • Ricky Gervais e Stephen Merchant retomam a parceria que nos deu The Office e Extras em Life's Too Short, estrelada por Warwick Davis (que havia feito uma participação genial em Extras). Segundo Gervais, a série é sobre "a vida de um anão no show biz". Ele também disse que é mais uma "comédia observativa naturalista". Deve estrear na BBC, ainda em 2011.

  • Falling Skies, que estreia no TNT norte-americano em junho. Steven Spielberg produz esta série sobre - olha só! - uma invasão alienígena. O site oficial já está publicando um webcomic que prepara a chegada do programa.

  • Se Skins vai ganhar versão ianque, os canadenses vão adaptar outra série britânica: Being Human. Ela mostra a vida de três seres peculiares que acabam vivendo juntos: um vampiro, um lobisomem e uma fantasma. A produção é do canal SyFy, e estreia em 17 de janeiro.

  • Spielberg está investindo pesado nas produções para a telinha em 2011: Terra Nova, sobre uma família que volta à pré-história para tentar salvar o futuro da humanidade. Estreia em um especial de duas horas, em maio, na Fox norte-americana.



  • O livro Under the Dome, de Stephen King, será adaptado para a televisão em uma minissérie, supostamente produzida por Steven Spielberg. É a história de uma cidade que, de repente, se vê presa dentro de uma redoma (ou, se você preferir, um "campo de força").

  • David Walliams e Matt Lucas retomam o estilo de humor criado em Little Britain na série Come Fly With Me. A diferença é que todas as situações se passam dentro de um aeroporto, com diversos personagens que frequentam esse ambiente. São seis episódios, sendo que o piloto foi exibido no final do ano passado.



    MAIS: a BBC prepara a minissérie Outcasts, sobre uma sociedade pós-apocalíptica; Matthew Perry, de Friends, retorna em Mr. Sunshine, sitcom sobre um cara em crise de meia-idade; o universo Battlestar Galactica continua no ar com Blood & Chrome, sobre o jovem William Adama na primeira guerra contra os cylons (entre a cronologia de Caprica e Battlestar Galactica); e, claro, mais muito coisa deve aparecer nos próximos meses.

    LEIA TAMBÉM
  • "O mundo em 2011: o que vem por aí na música"
  • quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

    Grunge 2011: Pearl Jam libera promo de disco ao vivo, Soundgarden multicâmera



    O Pearl Jam liberou um promo do disco ao vivo Live on Ten Legs, que sai este mês. Não me empolgo muito, não. Mesmo porque a banda não anda fazendo shows incríveis. Por outro lado, o período das gravações é entre 2003 e o ano passado.



    Um fã com muito tempo livre fez edições multicâmera dos vídeos do Soundgarden no Lollapalooza, no ano passado. Acima tem "Spoonman", mas aqui tem várias outras.

    [tudo via Grunge Report]

    quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

    E essa suposta faixa do Kanye West com Jay-Z e a mina do La Roux?



    Kanye West anda falando que o disco que ele gravou em parceria com Jay-Z, Watch My Throne, deve sair "semana que vem". Em novembro, uma suposta música desse trabalho foi parar na internet: é "That's My Bitch" que, dizem, tem produção de Q-Tip e a Elly Jackson, do La Roux, cantando o refrão.

    Q-Tip e Elly já tinham participado de My Beautiful Dark Twisted Fantasy, do Kanye - onipresente nas listas de melhores álbuns de 2010. Jay-Z e Kanye já gravam juntos desde The Dynasty: Roc La Familia, disco do primeiro, lançado em 2000.

    [via Stereogum]

    O mundo em 2011: o que vem por aí na música



    A época dos "melhores de 2010" já está quase no fim, então é hora de olhar para frente! Quais discos podemos esperar para este ano? A lista é grande e interessante.

  • Born This Way, Lady Gaga. É hora da cantora provar que não se beneficiou só de seu estilo visual maluco. Ela já disse que o trabalho é mais roqueiro, mas o que é "mais rock" para Lady Gaga? E será que os fãs da dance music que ela vinha fazendo vão aceitar bem essa virada? Produção: RedOne. Previsão: 23 de maio.

  • Várias possibilidades do U2. A banda de Bono é campeã em falar: disse que tinha um EP de sobras do álbum No Line on the Horizon, que faria um disco dançante e que já trabalhava em novas faixas para um terceiro produto. Qual vai vingar? Produção: Danger Mouse, Daniel Lanois, David Guetta (!), Will.I.am, Brian Eno. Previsão: primeiro semestre de 2011.

  • Mais inéditas de Michael Jackson. O acordo firmado pelo espólio do cantor garante mais muitos lançamentos, então um novo trabalho deve chegar às lojas neste ano. Conforme este post sobre sobras do astro, talvez o disco não seja tão decepcionante quanto o fraco Michael. Produção: John McLain e outros. Previsão: segundo semestre.

  • Ainda sem título, Foo Fighters. Dave Grohl retoma parcerias com Krist Novoselic (em uma música só, é bom não esperar muito...), Butch Vig (lendário produtor de Nevermind, do Nirvana) e o ex-(atual?)integrante Pat Smear. Produção: Butch Vig e Foo Fighters. Previsão: primeiro semestre.

  • "O sétimo álbum", Britney Spears. Ainda sem nome oficial, Britney pode voltar "mais eletrônica". O primeiro single, "Hold It Against Me", deve sair já neste mês. Produção: Dr. Luke, Max Martin. Previsão: março.

  • Novo álbum de Beyoncé. Muita coisa já foi dita sobre o trabalho novo da cantora: que seria influenciado por Michael Jackson e Fela Kuti, que teria um clima de rock em alguns faixas e que "seguiria por outra direção". Sabe-se que The-Dream (autor de "Single Ladies") está escrevendo para o trabalho, assim como Ne-Yo. Produção: Jim Jonsin, Rodney "Darkchild" Jerkins, Sean Garrett. Previsão: indefinida.

  • Watch My Throne, Jay-Z e Kanye West. Os ícones do rap se juntam para um disco que, segundo West, é "como alta costura do hip hop". Produção: não anunciada, mas Q-Tip é uma possibilidade. Previsão: semana que vem, diz Kanye West.

    MAIS: The People's Key, Bright Eyes(15 de fevereiro). Sofrimento e tristeza com Conor Oberst, aqui com participações de uma legião de músicos independentes. Akonic, Akon (21 de fevereiro). Depois de um hit ao lado de Michael Jackson, mais canções para infestarem as rádios. Let England Shake, PJ Harvey (14 de fevereiro). Mais possíveis pérolas de uma das maiores performers do rock. Detox, Dr Dre (fevereiro). O primeiro disco do produtor desde 1999 - e também o último, segundo ele. Collapse Into Now, R.E.M. (7 de março). Segundo Mike Mills, "mais variado" e com participações de Eddie Vedder, Patti Smith e Peaches. E ainda teremos discos de Lil Wayne, Gal Costa, Coldplay, Mallu Magalhães, Marisa Monte, Missy Elliott, CSS, Rush, RPM (!), Chico Buarque, Marcelo Camelo e Strokes.
  • segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

    Dave Grohl + Norah Jones = Paul McCartney?



    Para relembrar a segunda passagem de Paul McCartney pela Casa Branca (desta vez recebendo o Kennedy Center Honors), Dave Grohl e Norah Jones interpretam a clássica "Maybe I'm Amazed" (que, aliás, voltou ao repertório de Sir Paul).

    Nesse especial de TV do Kennedy Center - exibido nos EUA entre o Natal e o Ano Novo - também teve o No Doubt tocando um medley de "Hello Goodbye" com "Penny Lane" e o Steven Tyler sabendo escolher o repertório, com "She Came in Through the Bathroom Window", "Golden Slumbers", "Carry That Weight" e "The End".

    Versão demo de música de Justin Timberlake está na web (atualizada!)



    A faixa acima, "Take You Down", é supostamente uma demo de Justin Timberlake, produzida pelo Neptunes. Será que el 2011 ele finalmente lança um disco novo?

    ATUALIZAÇÃO: um representante de Timberlake entrou em contato com a revista Entertainment Weekly para avisar que não é o cantor nessa faixa!