terça-feira, 31 de março de 2009

Estão saindo os DVDs do After Dark Horrorfest 2009



Todo ano, desde 2006, rola nos EUA o After Dark Horror Fest - 8 Films To Die For. É um festival de filmes de terror que, como diz o nome, junta oito longas do gênero. E depois eles saem em DVD. Pois a edição 2009 está saindo forno, com o lançamento sendo feito hoje (na gringa). O trailer é esse acima.

Os filmes selecionados este ano foram (clique nos títulos para ver os trailer no YouTube):

*The Broken. Sobre uma família que, depois de quebrar um espelho, libera seus doppelgängers no nosso mundo. Pode anotar: doppelgänger é tendência no terror contemporâneo. E todo fã de "cinema de medo" sabe que ver o seu doppelgänger só tem um significado, simples e claro: você vai morrer. A protagonista Lena Headey segura muito bem a história, com ajuda importante de Richard Jenkins;

*Autopsy. Um grupo de amigos se acaba de tanto festejar no Mardi Gras e se envolve em um acidente de carro. Os jovens são socorridos por uma ambulância que os leva a um hospital local onde - claro! - nada é o que parece ser. É um terror adolescente meio bobo, mas tem a novata Jessica Lowndes (a Adrianna, de 90210), certamente uma das atrizes mais lindas do momento;

*From Within. Depois que os religiosos de uma cidade queimam uma mulher achando que ela era uma bruxa, os filhos dela lançam uma maldição de vingança - e todo mundo na área começa a se matar. Mais doppelgängers (eu avisei...). A direção é de Phedon Papamichael, diretor de fotografia de filmes como O Hotel de Um Milhão de Dólares, Johnny & June e W. Tem a Rumer Willis (filha do Bruce Willis com a Demi Moore), mas nem precisa se preocupar porque ela morre logo;

*Dying Breed. A história é melhor na teoria: um pequeno grupo vai à Tasmânia procurar um Thylacine - o "tigre da Tasmânia" (também é tendência tentar achar esse bicho, considerado extinto) - e dá de cara com uma raça de canibais descendentes de Alexander Pearce - um canibal famoso que escapou de uma colônia penal local em 1822. E aí tudo vira uma espécie de O Albergue. Ou Turistas;

*Completam o pacote: Slaughter, Perkins 14, Butterfly Effect: Revelation e Voices. Esses eu ainda não consegui ver.

The Killers tocando Bright Eyes? Sim! (ouça!)

Esse foi um cruzamento inesperado - o Killers regravou "Four Winds", do Bright Eyes, para o lado B do single "Spaceman":



Um música OK, uma versão OK. Se não fosse a capa medonha do single:

Spaceman, The Killers

A versão em vinil (e a alemã) de "Spaceman" tem outro b-side, "Tidal Wave" (que também é faixa-bônus da edição do iTunes de Day & Age, o mais recente disco do Killers).


Nevilton toca ao vivo no Qualquer Coisa #47 (ouça!)

Não é por nada não, mas pode anotar: o Nevilton vai ser um grande nome da música pop brasileira. O trio passou pelo podcast Qualquer Coisa na semana passada, mas deixou um presente que colocamos nesta edição 47. São duas músicas, "Por Um Triz" e "Bolo Espacial" gravadas ao vivo para o PQC (e presta atenção na homenagem feita na letra da segunda!).

E isso é só o começo, o programa ainda tem mais um monte de coisas legais. Pode ouvir, eu garanto.


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Para esquentar, dois vídeos com trechos da performance do Nevilton (que tocou sozinho, mas tem o baixista Tiago Lobão olhando, de fora). O som não é bom - para ouvir com qualidade decente só no PQC mesmo:


"Por Um Triz", Nevilton @ Qualquer Coisa from With Lasers on Vimeo.

"Bolo Espacial", Nevilton @ Qualquer Coisa from With Lasers on Vimeo.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Tudo novo: Bob Dylan, Fiona Apple e Strokes (ouça!)

Dylan curte sanfona

Todo está liberando músicas novas (ou pelo menos falando delas). Olha só:

*Bob Dylan colocou "Beyond Here Lies Nothin'" no site oficial dele (baixe o MP3 aqui). É a primeira faixa de Together Through Life, álbum que o músico lança dia 28 de abril. Sanfona está na moda;



*Fiona Apple está em Then Was Then And Now Is Now - A Tribute To Cy Coleman, EP em homenagem à obra do compositor e pianista Cy Coleman. Ela toca/canta "Why Try to Change me Now";



*O vocalista Julian Casablancas falou sobre o quarto disco do Strokes em entrevista à Rolling Stone norte-americana: "Temos três músicas. Eu diria que está indo bem. Mas ainda temos muito a fazer. (...) Parece que somos novos. Não éramos honestos antes - sempre havia umas briguinhas sobre coisas bobas. Agora se o Nick ou o Fab dizem que preferem que [a música] seja rápida ou lenta, nós discutimos o assunto em vez de rebater com 'Nunca gostei da sua irmã'. (...) Umas coisas novas são meio anos 70, tipo Thin Lizzy e Elvis Costello. E outras coisas são músicas futuristas bizarras que estamos tentando domar e tornar mais 'cantaroláveis'. Então estamos presos entre o futuro e os anos 70." Três músicas? Xi...

Gisele (nua) por Mario Testino na Vanity Fair!

Gisele escondida

Ela agora é uma senhora casada, mas ainda tem tempo para exibir sua beleza em ensaios sensuais: e agora Gisele Bündchen está na capa da Vanity Fair de maio, clicada por Mario Testino. E a revista ainda está fazendo uma eleição para descobrir quem é a mulher mais linda do mundo... Precisa?

(Por enquanto a Angelina Jolie está ganhando com 62% dos votos - Gisele é segunda, com 6%)

sexta-feira, 27 de março de 2009

Chris Cornell resiste, mas Soundgarden volta sem ele (veja!)

Enquanto Chris Cornell voltava do Chile, onde se apresentou, seus ex-companheiros de Soundgarden tocavam juntos pela primeira vez em mais de uma década. O baterista Matt Cameron, o guitarrista Kim Thayil e o baixista Ben Shepherd tocaram com o lendário grunge Tad Doyle em um show de Tom Morello em Seattle. Foi na última terça-feira, no pequeno Crocodille Cafe (que já abrigou uma lendária apresentação do R.E.M. com Eddie Vedder, aliás).

Foram três músicas: "Hunted Down", "Nothing to Say" e "Spoonman" (antes dessa o Tad mostra a barriga e diz: "Tem meio Cornell aqui". Alguém da plateia grita em resposta: "Fuck Cornell!").







Para ser justo com o Cornell, quando o entrevistei um tempo atrás - na época em que ele veio ao Brasil - ele disse que não voltava ao Soundgarden porque ninguém havia convidado. Considerando Scream, o novo álbum do cantor, só podemos torcer para que alguém telefone logo para ele.

Radiohead no Chile: uma "bela" entrevista e o chilique de Thom Yorke



Um amigo fã de Radiohead achou que ver a banda no Rio e em São Paulo era pouco, então pegou um avião e foi até o Chile para ver mais de Thom Yorke e companhia. Ele gostou da primeira noite chilena (a segunda é hoje), mas parece que o vocalista teve vários ataques no palco. Conta, Bruno:

"O show ontem foi bom, mas ficou interrompido uns 5 ou 10 minutos porque o Thom Yorke, na quarta música, teve um chilique por causa de falhas no monitor... Aí estava tocando 'All I Need' e cruzou os braços, puto como uma criança de 5 anos. Não cantou o final do refrão e abandonou o palco antes de acabar a música. A banda tocou os segundos finais e ficou um olhando para o outro, meio sem saber o que fazer. Então o [guitarrista] Ed O'Brien pediu desculpas, disse que estavam com problemas técnicos e que teríamos de esperar um pouco... Arrumaram e ele voltou ao palco para continuar. Ainda estava puto nas duas músicas seguintes, mas depois ficou tudo bem: ele voltou a se animar e a agradecer em espanhol e tal, ficou sorridente depois. Na hora juro que achei que acabava ali o show. Hoje tem a segunda noite. Ontem tocaram 'Wolf at the Door', foi foda. O público pediu muito 'No Surprises', não rolou. Nem teve 'Fake Plastic Trees' também. De resto foi uma mistura do set do Rio com o de São Paulo. Achei engraçado que o público chileno parece mais de futebol, fica cantando o tempo todo."

Ainda não há imagens disso no YouTube, mas achei uma entrevista concedida a uma TV local. As pessoas em volta da banda regulam tanto, aí quando eles vão falar com a imprensa sai uma entrevista vaga dessas:


Tem uma dúvida existencial? Pergunte ao Liam Gallagher!

Talvez você não saiba (eu não sabia!), mas o Liam Gallagher, vocalista do Oasis, tem uma grife. Ela se chama Pretty Green ("Não vou lançar nada que eu não vá usar", diz o slogan). O cara simplesmente não aprendeu com a loja de roupas da Apple, dos Beatles... Mas o mais legal é que ele responde a perguntas dos fãs - em vídeo! - no site da marca. É hilário:

Qual beatle se vestia melhor?


Tenho grana. O que devo comprar? Uma guitarra, uma tattoo, suas roupas, cordas vocais novas (para que você possa cantar como cantava nos anos 90) ou um carro novo?


Tem mais alguns aqui. E ele também está no Twitter, mas eu duvido que seja ele quem escreve!

Hoje começa a venda de entradas para os shows do Oasis no Brasil. Essa é a quarta vez que eles passam por aqui, dá para acreditar? O tempo voa.

Marina (Gasolina?) em remix do Metronomy (ouça!)

Anfetamina? Gasolina?

A dupla Radioclit remixou "Radio Ladio", do Metronomy, em duas versões: o "french remix" (do Johan) e o "swedish" (do Etienne). No primeira, a música ganhou vocais novos, gravados pela brasileira Marina Vello. Ou Marina Gasolina, segundo esse flyer aí acima. Ela mesma explicou a história:

"O Radioclit agora tem feito várias vezes o swedish e o french remix. O Etienne não gostava da voz da menina cantando 'Radio Ladio' e perguntou se eu queria regravar. Daí, no fim das contas, a gente regravou tudo. Fiquei muito feliz porque sou muito fã de Metronomy. Conheci um dos Metronomys, o Gabriel, mas eu estava bêbada e ficava chamando ele de Michael. Vergonha. Vergonha."



[MP3 via IM // UR, que tem também o "swedish remix"]

Zac Efron via Little Britain no Graham Norton Show (veja!)

David Walliams, metade do duo cômico Little Britain, participou do talk show do britânico Graham Norton - ao lado do ídolo teen Zac Efron. A interação deles foi engraçada:







Na parte um o Efron imita Harvey Pincher, um personagem de Little Britain cujo bordão é "I want bitty!" (ele é um adulto que ainda é amamentado pela mãe, então a frase se traduz como "Quero mamar!"). Daí a resposta incrível de Norton: "Tenho certeza de que tem muita gente disposta a te dar..."

quinta-feira, 26 de março de 2009

Woodstock de Ang Lee já tem trailer (veja!)



Taking Woodstock, novo filme de Ang Lee (O Tigre e o Dragão, O Segredo de Brokeback Mountain), ganhou o simpático trailer acima. O Demetri Martin, responsável pela apresentação do vídeo (?), é um comediante razoavelmente conhecido nos EUA - ele já trabalhou com Jon Stewart e tem um programa no canal Comedy Central, o Important Things with Demetri Martin.

O filme de Lee é baseado no livro de mesmo nome, que conta a história de Elliot Tiber. Na época do festival de Woodstock, em 1969, Tiber trabalhava em um pequeno hotel - dos pais dele - em Bethel, a cidade que abrigou o festival. Detalhe: ele tinha uma autorização para realizar um festival de música, coisa que os organizadores do evento histórico queriam muito!

Vendo o trailer, parece muito legal. Em vez de contar a história do evento, Lee se concentra em um personagem que viveu aquilo tudo de uma forma intensa (e parece que o filme também explora o lado pessoal de Tiber, que era gay não-assumido). E os fãs do festival não têm do que reclamar, né? Estão muito bem servidos com o documentário Woodstock, de Michael Wadleigh (e editado por, entre outros, Martin Scorsese). Esse foi premiado com Oscar de melhor documentário em 1970.

O doc, aliás, vai ser relançado em junho deste ano em edição tripla! O DVD/Blu-ray terá uma nova versão do filme aprovada pelo diretor (agora serão quase quatro horas), mais entrevistas inéditas, 18 apresentações musicais que nunca haviam sido lançadas e aquela tranqueira toda que essas edições comemorativas têm.

O Brasil, alguns anos atrás, ganhou uma edição em DVD semi-oficial de um programa de TV chamado Woodstock Diary. Foram três discos, desses vendidos em bancas de jornal, com os episódios dirigidos por Chris Hegedus, Erez Laufer e o gênio D.A. Pennebaker em 1995. Se não me engano, nenhum outro lugar do mundo tem esses DVDs. O YouTube tem trechos:


quarta-feira, 25 de março de 2009

U2 no Brasil? Vá se preparando desde já

Galera espanhola espera U2

Lembra de como foram as compras para entradas do último show do U2 no Brasil? Pois hoje foram vendidas as entradas para o show da banda em Barcelona, no dia 30 de junho, a estreia da 360° Tour. Foram 90 mil bilhetes em 54 minutos! Os boatos já dizem que Bono e companhia passam por aqui no fim de 2010, então veja a foto acima (da fila espanhola) e vá preparando o espírito para a disputa.

Essa vai ser a primeira turnê de estádios do U2 desde a Popmart Tour. Para nós não quer dizer grande coisa, já que vimos uma apresentações da Vertigo Tour em um estádio. Mas o lance é que essa nova turnê foi planejada para estádios, com um palco central e o público em volta dele.

Agora resta esperar e torcer por: 1) a confirmação de shows brasileiros; 2) uma venda organizada de entradas; 3) uma organização bem resolvida para o evento, sem problemas de trânsito e coisas assim.

Quando rola problema na venda, os organizadores sempre usam a justificativa de "a procura foi maior do que o esperado". Então já fica avisado desde agora: vai ser grande. E há mais de um ano para preparar o esquema de venda.

terça-feira, 24 de março de 2009

Qualquer Coisa: podcast 46 tem Radiohead, Nevilton e BBB!

Galera PQC 46

Uma semana mais que especial para o podcast Qualquer Coisa: na edição de número 46 não só recebemos Nevilton e Tiago Lobão - dois terços do grupo Nevilton -, mas eles ainda trouxeram a Estela Padilha (do primeiro Big Brother Brasil!). Então falamos sobre o Just a Fest (também conhecido como "o show do Radiohead"), Michael Jackson e os bastidores do programa global.

E olha que a Estela contou toda a verdade sobre o programa: do casting à política de roupas, do temperamento do Boninho aos motivos que a levaram a ser eliminada. De bônus, para elevar o nível de sensacionalismo, ela explica aquela história de que ela teria tirado a virgindade da Sabrina Boing Boing. Foi nossa primeira ex-BBB - agora só faltam 130.


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sábado, 21 de março de 2009

Adeus, Battlestar Galactica! (Mas antes tem o filme!)



Acabou. Foi ao ar ontem, nos EUA, o último episódio da série Battlestar Galactica. Caso você nunca tenha visto, cabe aqui uma explicação rápida: pode até parecer um programa barato de ficação-científica, sub-Star Trek - mas não era. BG tocou de forma brilhante em temas como a religião, fé, o poder do governo e a guerra.

Tudo começou com uma minissérie, em 2004, que recriava a série de 1978 de mesmo nome (esta sim uma imitação pálida de Star Wars). Com o sucesso do especial de três horas, BG virou uma série que teve quatro temporadas (mais duas séries de episódios para a internet e um filme feito para a TV). Ainda há um gostinho final: um segundo longa-metragem para a televisão, The Plan, que será exibido em 7 de agosto. O primeiro trailer você pode assistir aqui acima.

Aí os fãs terão de torcer para Caprica - uma série que se passará 50 anos antes dos acontecimentos de BG - ser boa. Ela estreia em 21 de abril, em DVD, e depois será exibida pelo SciFi Channel (nos Estados Unidos).

sexta-feira, 20 de março de 2009

Quando o Radiohead tirou um barato do Oasis

Aquecimento para o Just a Fest: áudio do Radiohead com a banda tirando um barato do Oasis (que também toca no Brasil logo mais):



Aproveitando, o YouTube também tem um vídeo que seria de um dos ensaios do Los Hermanos:


Para esquentar o fim de semana: remix novo da MC Gi (atualizada)

MC Gi - de Santos para o mundo!

Esquentando para um fim de semana que promete ser agitado (Radiohead! Los Hermanos! Kraftwerk!), um remix novo de "Sai Fora", música da MC Gi. Esse foi feito pelo Billion Dollar DJs:



Para baixar o MP3, clique aqui.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Podcast Qualquer Coisa número 45 está no ar! (ouça!)

Está no ar mais uma edição - a de número 45! - do podcast Qualquer Coisa. O convidado foi o Tubarão, promotor de shows em Londres e dono das histórias mais fantásticas que você poderia ouvir sobre brasileiros morando na Inglaterra.

Outro destaque especial desta edição: uma demo inédita do Cassiano, "Maldito Celular" (que parece até ser uma homenagem aos meus companheiros de programa, José Flávio Junior e Max de Castro, que não gostam muito do aparelhinho).


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Novas séries 2009: Castle usa fórmula batida, mas diverte



O que é? Na série Castle a detetive Kate Beckett, de Nova York, descobre que assassinatos foram inspiradas nos livros de ficção escritos por Richard Castle, que acaba arrastado para a investigação (é sempre assim!). Apesar de não se dar muito bem, o casal acaba tendo de trabalhar junto permanentemente, já que o escritor decide iniciar uma nova série de livros baseada na policial.

Quem? O programa foi criado e desenvolvido por Andrew W. Marlowe, roteirista de filmes como Fim dos Tempos e Air Force One. O personagem Castle é interpretado por Nathan Fillion (o Kevin, ex-marido de Kate, em Lost, e também o doutor Adam Mayfair, em Desperate Housewives). A investigadora Beckett é vivida por Stana Katic (The Spirit, Quantum of Solace). Rob Bowman, que dirigiu vários episódios de Arquivo X (e também o primeiro filme baseado na série), é produtor-executivo e também dirigiu o piloto.

Onde e quando? Estreou na ABC norte-americana em 9 de março. Teve dois episódios exibidos até agora.

Vale a pena? Não é tipo de série de investigação que se leva a sério - é mais um programa leve, recheado de situações engraçadas, que tem algum mistério policial. Os personagens são carismáticos.

Tem chance de vingar? A ABC encomendou 10 episódios, por enquanto. Mas parece que a emissora está diposta a investir, já que anunciou o lançamento em DVD da primeira temporada para 22 de setembro - quando apenas um episódio havia sido exibido!

terça-feira, 17 de março de 2009

"Seria difícil haver melhor oportunidade para o reencontro", diz tecladista do Los Hermanos

Los Hermanos

Está chegando a hora: depois de quase dois anos sem fazer shows, o Los Hermanos volta aos palcos para duas apresentações dentro do Just a Fest (que terá também Kraftwerk e Radiohead), no Rio e em São Paulo. Falei com o tecladista Bruno Medina sobre os motivos que levaram a banda a aceitar esse convite, sobre o tempo que o grupo ficou parado e, obviamente, sobre as duas apresentações - que por enquanto devem ser únicas. Parte dessa entrevista foi publicada em uma matéria da edição de março da Rolling Stone (U2 na capa). Recomendo a leitura da revista: lá também tem declarações dos outros três integrantes do Los Hermanos.

With Lasers - Por que vocês decidiram fazer esses dois shows? O fato de ser junto com o Radiohead influenciou? Vocês gostam da banda?

Bruno Medina - Acredito que já havia por parte de todos uma vontade de estarmos juntos num palco novamente. O assunto não vinha à tona porque realmente ocorreu um afastamento entre nós. O fato de cada um ter se dedicado a projetos completamente diferentes resultou nos poucos encontros que tivemos durante estes quase dois anos, e isto, de alguma maneira, já era um efeito previsto quando optamos pelo recesso. O convite para tocarmos com bandas das quais tanto gostamos foi fundamental para que todos o aceitassem prontamente. Acho que percebemos que seria difícil haver melhor oportunidade para o reencontro.

Como foi que vocês quatro conversaram sobre a possibilidade de se reunir para esses shows? Foi pessoalmente?

Combinamos tudo basicamente por e-mail. Não houve, no entanto, troca de mensagens a respeito da ideia de fazer os shows, isto sempre foi ponto pacífico. Como o período de negociação coincindiu com uma turnê kamikaze do Little Joy pelos EUA, não era possível agendar reuniões com o Rodrigo; também não faria sentido conversarmos pessoalmente sem contar com a presença dele. Semana passada Rodrigo e eu estivemos no show do Marcelo [nota: a entrevista foi feita na segunda quinzena de fevereiro] e os três juntos conseguimos dividir algumas impressões sobre repertório e outros pormenores.

Você esperava uma comoção tão grande por parte dos fãs quanto a essa pausa da banda? No momento seguinte ao anúncio das férias já começaram especulações sobre o futuro do grupo.

Seria bastante hipócrita dizer que não esperávamos uma comoção entre nossos fãs, afinal é notório o envolvimento que determinadas pessoas chegam a ter com nossas músicas. Ao mesmo tempo era preciso determinar que, pelo bem da própria banda, não poderíamos deixar que a repercussão da notícia nos impedisse de tomar a decisão de parar naquele momento. O anúncio do recesso foi delicado, porque não queríamos estimular previsões quanto ao prazo do hiato - o que nem mesmo nós sabíamos - ao passo que ainda havia a preocupação de evitar o clima fatalista que poderia se apoderar da novidade.

Tentamos fazer um comunicado simples, leve, mas agora percebo que as pessoas esperavam contar com mais detalhes. Quanto às especulações, é claro que elas não nos agradam, afinal este hábito de tentar prever cada passo que damos é uma bola de neve. Quando confirmamos os shows queriam saber sobre o repertório, depois se haveria outros shows, um disco talvez, e por aí vai. É uma loucura! Felizmente os dez anos que se passaram nos ensinaram a lidar com essa expectativa de uma forma mais amena.

Vocês quatro já se encontraram para falar dessas apresentações? Já decidiram repertório, agenda de ensaios e coisas assim?

Até agora só houve este encontro no show do Marcelo, e mesmo assim sem o Barba. Antes do recesso nos acostumamos a resolver muitas coisas por e-mail, e assim tem sido também agora. O Repertório já está decidido e posso adiantar que será um show longo para os padrões de festival, misturando as músicas de todos os discos. A princípio serão quatro os ensaios, isso sem contar com o tempo que cada um precisará gastar em casa relembrando suas partes.

Todos vocês passaram por experiências musicais bem diferentes durante o recesso. Você acredita que essas diferentes referências vão contribuir para – ou modificar – a sonoridade do grupo?

Com certeza. Agora, olhando com distanciamento, concluo que o ocorrido durante esta pausa está muito próximo do que havíamos previsto. O plano era mesmo buscar novas referências, novos parceiros, e para isto cada um de nós escolheu caminhos musicais muito distintos. Em minha opinião esta diversidade sempre foi o maior mérito da banda. Sempre estivemos abertos para nos deixar permear por novas influências, o recesso inclusive é coerente com esta atitude.

Dois anos de férias é um tempo longo. Do que você mais sentiu falta em relação ao Los Hermanos nesse tempo?

Senti falta principalmente do convívio com toda a equipe, de viajarmos juntos, e desta sensação bastante única que é estar no palco com o Los Hermanos. Sinto saudade também do repertório, e da reação que ele causa nos fãs.

Just a Fest - Rio de Janeiro. 20 de março (sexta-feira), na Praça Apoteose – Rua Marquês de Sapucaí s/nº, Praça Onze. Abertura dos portões: 16h. DJ Mauricio Valladares: 18h. Los Hermanos: 19h. Kraftwerk: 20h45. Radiohead: 22h30. Ingressos: Pista/arquibancada – R$ 200 (inteira) e R$ 100 (meia entrada). Venda: nas bilheterias do Flamengo (Praça Nossa Senhora Auxiliadora s/n°, Gávea), diariamente, das 10h às 18h. Nas bilheterias da Apoteose. Setor 11. Av. Salvador de Sá s/n°, Cidade Nova. De 9h às 18h, até o dia 19/1. No dia do show, de 9h às 19h. Nos pontos de venda só será aceito pagamento em dinheiro. Há o limite de venda de quatro ingressos por pessoa. Não haverá devolução do dinheiro após a compra. Não será permitida a troca de ingressos após a compra. Censura: 16 anos (menores somente acompanhado dos pais ou responsáveis legais). SAC: (21) 2545-9411. Site oficial: www.justafest.com.br. Estacionamento: não haverá bolsões de estacionamento para o público no local. Metrô: o Metrô Rio terá esquema especial para atender o público quer for ao show. A Estação Praça Onze estará aberta para embarque até uma hora depois do término da apresentação. As demais estações das Linhas 1 e 2 funcionarão apenas para desembarque, depois da meia-noite. As linhas de extensão Metrô Na Superfície (Botafogo/Gávea e Siqueira Campos/Gávea) funcionarão até a chegada do último trem.

Just a Fest - São Paulo. 22 de março (domingo), na Chácara do Jockey – Rua Francisco Morato 5.100, bairro Ferreira. Abertura dos portões: 14h. DJ Mauricio Valladares: 17h30. Los Hermanos: 18h30. Kraftwerk: 20h15. Radiohead: 22h. Ingressos: Pista – R$ 200 (inteira) e R$ 100 (meia entrada). Venda: pelo site www.ingresso.com – até dia 17. Nos pontos de venda só será aceito pagamento em dinheiro. Há o limite de venda de quatro ingressos por pessoa. Não haverá devolução do dinheiro após a compra. Não será permitida a troca de ingressos após a compra. Censura: 16 anos (menores somente acompanhado dos pais ou responsáveis legais). SAC: (21) 2545-9411. Como chegar: Linhas de ônibus – 6225-10 (Correio-Jd Rosana); 6250-10 (Term. Bandeira-Jd Jaqueline); 6253-10 (Pça da Bandeira-Pq Ipê); 6267-10 (Term. Bandeira-Jd Mitsutani); 6267-31 (Term. Bandeira-Jd Mitsutani); 627R-10 (Pinheiros-Jd das Rosas); 627V-10 (Pinheiros-Valo Velho); 637H-10 (Metrô Barra Funda-Jd Helga); 647M-10 (Pinheiros-Jd Macedôncia); 647V-10 (Pinheiros-Valo Velho); 7013-10 (Pinheiros-Pq Arariba); 7043-10 (Hosp. das Clínicas-Jd Ingá); 7054-10 (Pinheiros-Jd Macedônia); 724P-10 (Aclimação-Campo Lindo); 724P-41 (Pça Ramos de Azevedo-Campo Lindo); 7357-10 (Pinheiros-Inocoop Campo Lindo); 7392-10 (Est da Luz-Jd Maria Sampaio); 7393-10 (Est.da Luz-Inocoop Campo Lindo); 7394-10 (Pinheiros-Jd Guarujá); 7395-10 (Est. da Luz-Jd Macedônia); 756A- 10 (Santo Amaro-Jd Paulo VI); 758L-10 (Lapa-Campo Lindo); 7651-10 (Anhangabaú-Jd Maria Sampaio); 775C-10 (Metrô Ana Rosa-Jd Maria Sampaio); 775P-10 (Metrô Ana Rosa-Jd Guarau); 795P-10 (Paraíso-Parque do Engenho).

segunda-feira, 16 de março de 2009

Novas séries 2009: arte de desmascarar mentirosos é o trunfo de Lie To Me



O que é? Na série Lie To Me o doutor Cal Lightman é especialista em análise de linguagem corporal e, com uma equipe, presta serviço para o governo dos EUA. Resumindo: eles conseguem dizer quando uma pessoa está mentindo por meio de movimentos do corpo e expressões faciais.

Quem? Tim Roth (Pulp Fiction, Cães de Aluguel) é o doutor Lightman. Kelli Williams, veterana de The Practice e Medical Investigation, é a sócia dele, doutora Gillian Foster. Steven Maeda - que já escreveu episódios de Lost, Arquivo X e CSI: Miami - é um dos roteiristas.

Onde e quando? Estreou na Fox norte-americana em 21 de janeiro. Já teve seis episódios exibidos.

Vale a pena? Inicialmente foi comparado com a comédia Psych - uma grande injustiça. Apesar de ter elementos cômicos, Lie To Me é mais parecida com séries de investigação criminal. O charme fica por conta de Roth, ator de carisma indiscutível.

Tem chance de vingar?
Por enquanto 13 episódios estão garantidos para a primeira temporada.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Chromeo coloca a galera para dançar em Reaper (veja!)

Uma bela surpresa no episódio desta semana de Reaper: um duelo de dança ao som de "Fancy Footwork", do Chromeo!


"Fancy Footwork", Chromeo (on CW's Reaper) from With Lasers on Vimeo.

Por falar em Reaper, a segunda temporada da série voltou reformulada e com novo gás - menos centrada nos casos que Sam tem de enfrentar a cada semana (as almas que ele tem de mandar de volta ao inferno a pedido de seu pai, Satã) e com destaque para as vidas pessoais de cada personagem.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Jack White – todos os caminhos levavam ao The Dead Weather




O mundo recebeu com surpresa o anúncio de que Jack White agora tem - foram o White Stripes e o Raconteurs - mais uma banda, o The Dead Weather. Surpresa que não se reflete nos integrantes do projeto, pessoas do mesmo círculo de amizades de sempre: três integrantes do Raconteurs mais uma vocalista.

Dean Fertita, anunciado como "tecladista do Queens of the Stone Age", é também titular das teclas no Raconteurs. Além disso, já tocou na banda solo de Brendan Benson, no Waxwings (que teve Benson em sua formação) e no The Bricks (banda que foi a semente do Raconteurs). Ou seja, não é que White recrutou um escudeiro de Josh Homme – ele só se associou a um antigo companheiro.

Jack Lawrence, ou Little Jack, é baixista do Raconteurs. Ele também tocou no álbum Van Lear Rose, de Loretta Lynn, produzido por Jack White em 2004, e em "Another Way to Die", música-tema do filme Quantum of Solace, da série James Bond.

Alison "VV" Mosshart já estava cansada de ter sua banda titular, The Kills, comparada ao White Stripes. Além de ser formada por um casal, a dupla ainda se esforçava para seguir na cola de Jack e Meg: o disco de estréia, Keep on Your Mean Side (2003), foi gravado no mesmo estúdio em que os Stripes produziram o sucesso Elephant (o Toe Rag, em Londres). Mais recentemente, em 2008, Alison cantou (mal) com o Raconteurs em Memphis:





De vez em quando o Raconteurs até tocava "Kissy Kissy", do Kills.

A grande novidade do Dead Weather, então, é o fato de Jack White estar tocando bateria... Mas só se você não souber que esse foi o primeiro instrumento que ele tocou em um trio chamado Fuck-ups, ainda na adolescência. O repertório desse grupo tinha até uma versão para "Vision of Love", da Mariah Carey. Mais tarde ele ensinaria a arte do instrumento à sua esposa na época, Meg White.

O disco de estreia do The Dead Weather, Horehound, será lançado em junho.

[rec]: todo o horror que veio antes do filme

Imagem de [rec] 2

Ainda há um bom tempo antes do lançamento de [rec] 2, continuação do terror espanhol que foi bem falado no mundo todo. A primeira data marcada, segundo o IMDB, é 29 de outubro (na Alemanha!). Enquanto isso dá tempo de conferir os trabalhos que os diretores Jaume Balagueró e Paco Plaza realizaram antes do filme de zumbis - e não foram poucos.

O primeiro longa-metragem da dupla, em parceria, foi OT: La Película - baseado no reality show Operación Triunfo (que é tipo o Popstars, aquele programa do SBT que nos deu o Rouge e o Br'Oz). Tudo bem, específico demais! Antes disso, Balagueró escreveu e dirigiu Los Sin Nombre (1999), um suspense sobre uma sociedade secreta lendária (baseado no livro The Nameless, de Ramsey Campbell). Vale a pena conferir, é um trabalho cheio de angústia e tensão. Na mesma onda veio Frágiles (2005), com Calista Flockhart. É a história - mais fraca - de uma enfermeira que vai cuidar de crianças em um hospital onde assombrações perturbam o ambiente.

Já Plaza fez, em 2004, Romasanta - um elogiado filme sobre lobisomens. Muita gente ama, eu achei meio chato.

A dupla também participou de Películas Para No Dormir, em 2005, um projeto que produziu cinco filmes para a televisão espanhola (baseados na extinta série Historias Para No Dormir, uma espécie de Além da Imaginação). Plaza ficou encarregado de Cuento de Navidad (um terror adolescente de primeira), Balagueró fez Para Entrar a Vivir (um conto violento sobre um casal que acaba preso em um prédio).

Só escrevi tudo isso para chegar ao começo de tudo: antes dos longas-metragens, Jaume Balagueró fez alguns curtas. Dois deles, Alícia (1994) e Días Sin Luz (1995), são bastante perturbadores e - mesmo sendo muito mais fantasiosos - já mostravam que o cara tinha uma tendência para o cinema de horror psicológico. Veja você mesmo (mas esteja avisado: os vídeos têm cenas chocantes!):


Alicia, by Jaume Balagueró from With Lasers on Vimeo.



Balagueró também fez um vídeo, Sr. Rosso, para o Notodofilmfest, um festival de curtas digitais. Esse foi gravado com dois telefones celulares!


Sr. Rosso from With Lasers on Vimeo.

Para encerrar, um teaser falso feito para o site Teaserland. Assim seria O Exorcista 5, pelas mãos e olhos de Jaume Balagueró:


Faith No More quer ir ao Brasil, diz baixista pelo Twitter (atualizada)

FNM

Billy Gould, baixista do recém-reunido Faith No More, disse que a comunicação entre a banda e os fãs será feita de forma direta, sem entrevistas ou divulgação. O primeiro desses meios de contato é o Twitter. Nos últimos dias ele nos contou que:

*A banda deve ganhar um site logo mais;

*O FNM pode - além da Europa - fazer shows nos EUA;

*O primeiro ensaio, no dia 4 de março, foi melhor do que eles esperavam;

*A banda não consegue entrar em um acordo quando ao nome da turnê;

*E por último: eles pensam em vir ao Brasil. Segundo o Lúcio Ribeiro, alguns produtores já entraram em contato com a banda - que pediu US$ 800 mil por apresentação! Com o tanto que o Patton sempre falou mal dos ex-companheiros (em especial do Mike Bordin), estava na cara que essa volta era só para ganhar dinheiro.

A formação atual do Faith No More é a mesma de 1998, quando o grupo se separou: Mike Bordin (bateria), Roddy Bottum (teclado), Bill Gould (baixo), Jon Hudson (guitarra) e Mike Patton (vocal).

quarta-feira, 11 de março de 2009

Keane se apresenta para fãs dedicados em São Paulo

Keane em SP

Com um Credicard Hall cheio, nem parecia que o Keane é uma dessas bandas que a crítica não leva muito a sério. Aliás, é até difícil definir quem são os paulistanos que saíram de casa em uma terça-feira para ver o trio (quarteto, ao vivo, com Jesse Quin tocando baixo e outros instrumentos) britânico: os tiozões com camisetas dos Beatles estavam lá, lado a lado com uma molecada comum. Não dava para identificar nenhuma tribo específica (fora os gaúchos do Fresno – que abriram a noite –, que ainda insistem naquele visual "emo 2006").

A unidade da platéia só foi vista quando o Keane começou a cantar "The Lovers Are Losing", às 22h30, na abertura da apresentação: aí todo mundo gritou junto, cantou junto, pulou junto. Foi um começo certeiro, que ainda teve "Everybody’s Changing" quase sem pausa para respirar. Tom Chaplin, o vocalista, estava tão feliz que nem se deu conta do calor brasileiro – ficou o tempo todo com uma camisa rosa de mangas compridas, mais uma jaqueta por cima. Cumpriu o protocolo de tentar falar português, pediu para todo mundo esquecer os problemas e se divertir e ainda lançou um: "o Brasil é o coração do mundo!"

O palco da turnê anterior, que também passou por aqui, era mais interessante. Tinha uma plataforma que ia ao meio da pista, de onde os músicos faziam um pequeno set acústico. Desta vez não havia produção alguma, só banners de fundo de palco com temas relacionados ao disco Perfect Symmetry, lançado em 2008.

Mesmo assim a banda se espremeu em um canto para tocar versões mais despojadas de "Playing Along" (esta com Chaplin sozinho ao violão), "Try Again" e "Sunshine". Foi bonito, mas tedioso para quem assistia. A volta à eletricidade também sofreu com uma sequência fraca de músicas - "You Haven’t Told Me Anything", "Leaving So Soon?" e "You Don’t See Me" – mas voltou a pegar fogo com "Perfect Symmetry", colada em "Somewhere Only We Know" e "Crystal Ball".

O bis foi quase uma apelação. O Keane voltou ao palco com uma versão competentíssima e divertidíssima de "Under Pressure" (o dueto entre Freddy Mercury e David Bowie, acompanhados pelo Queen). Para encerrar, mais dois sucessos: "Is It Any Wonder?", com seu piano distorcido emulando uma guitarra, e "Bedshapped". A banda encerrou dizendo que a segunda passagem pelo Brasil foi ainda mais especial do que a primeira e prometeu voltar muitas outras vezes. Pela reação do público, sempre vai ter gente querendo ver e ouvir.

*Vídeos da apresentação paulistana:


Keane - "Everybody's Changing" @ São Paulo 2009 from Urbanaque on Vimeo.


Keane - "Under Pressure" (Queen Cover) @ São Paulo 2009 from Urbanaque on Vimeo.


Keane - "Is It Any Wonder?" @ São Paulo 2009 from Urbanaque on Vimeo.

[Vídeos e foto foram cortesia de Bruno Dias, do Urbanaque]

Novas do Chris Cornell: ao vivo é outra história (ufa!)

O mundo torceu o nariz para Scream, novo álbum de Chris Cornell. Fazia tempo que eu não via um disco ser tão mal recebido por crítica e público. A mudança foi muito radical, incorporando as batidas do Timbaland e abandonando o rock completamente. Parece que os shows têm corrigido isso, com versões roqueiras das novas músicas. Olha essa apresentação de "Ground Zero" no programa do Jimmy Kimmel, nesta semana:



Compare com a versão normal (para piorar, usam imagens da horrenda versão norte-americana da série Life On Mars no clipe):


terça-feira, 10 de março de 2009

Keane começa turnê brasileira nesta terça-feira

Keane: de volta ao Brasil

No ano passado o Keane lançou Perfect Symmetry, um dos melhores discos de 2008. A partir desta terça-feira os brasileiros vão poder ouvir o novo repertório ao vivo em três apresentações. A turnê brasileira começa em São Paulo e depois segue para Belo Horizonte (dia 12) e Rio de Janeiro (13).

Em novembro passado eu conversei com o vocalista Tom Chaplin. A entrevista foi originalmente publicada na edição 26 da Rolling Stone:

Simetria do renascimento


Sucesso constante e bom relacionamento entre os integrantes não são suficientes para manter uma banda unida. Existe um balanço delicado entre qualidade musical e apelo comercial. O terceiro álbum do Keane,
Perfect Symmetry, registra o momento em que a banda atingiu essa tão procurada afinação. "Aprendemos com nossas experiências passadas e redescobrimos uma paixão pela música que não sentíamos havia muito tempo", explica o vocalista Tom Chaplin. "Estamos em uma posição incrível, esperamos com ansiedade o que vem pela frente."

Não foi sempre assim. Entre os dois discos anteriores,
Hopes And Fears (2004) e Under the Iron Sea (2006) o grupo quase sucumbiu às dificuldades. "Nossas vidas mudaram tanto que tudo ficou de ponta cabeça. Em certo momento notamos que já não gostávamos da companhia uns dos outros – e nem de fazer música", diz.

O Brasil teve um papel essencial na terapia de recuperação do Keane. A passagem do trio por aqui foi um laboratório para o formato de turnê que eles devem adotar daqui para frente. "Tivemos tempo livre para conhecer o país e nos divertir, sacar a atmosfera local. Essa diversão nos trouxe algo que não sentíamos desde quando éramos crianças. Foi uma revelação." E não só no sentido espiritual da coisa, lembra Chaplin. "Ficamos vendo as pessoas jogarem futevôlei na praia – o que deixou bem claro o motivo de existirem tantos jogadores de futebol extraordinários por aí e nenhum na Inglaterra!"

O ânimo renovado levou os britânicos a músicas mais alegres - com letras tão intensas quanto antes, mas musicalmente mais animadas. "É um reflexo do que somos hoje. O espírito do Keane está lá, ainda somos nós três. Foi o cenário que mudou." Stuart Price (produtor de boa parte de
Confessions on a Dance Floor, de Madonna) trabalhou três dias no disco, mas foi mais uma figura simbólica. "Acho que ele serviu de inspiração, nós mesmo produzimos quase tudo", conta o vocalista.

Nesse renascimento do grupo há espaço para um elemento que anteriormente poderia ser considerado estranho no conjunto: a guitarra. "No começo não havia necessidade, por isso ela não estava lá. Aí começamos a usar cada vez mais efeitos no piano, emulando o som dela. Neste disco pegamos os instrumentos de verdade: eu toco, o Tim arranha... Simples assim, não teve uma grande decisão ou explicação."


O site do Keane tem um blog que acompanha a passagem da banda pela América Latina. Clique aqui para ler. Os músicos também estão no Twitter.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Crepúsculo: as cenas que foram cortadas do filme

O Access Hollywood mostrou, na TV norte-americana, duas cenas que foram cortadas do filme Crepúsculo. Eles estarão do DVD do longa-metragem, a ser lançado no fim do mês:



Nada demais, né? Neste link há mais informações sobre o DVD gringo de Crepúsculo (comentários em áudio da diretora Catherine Hardwicke e dos atores Rob Pattinson e Kristen Stewart, cinco versões mais longas de cenas do filme, cinco cenas cortadas, três clipes e documentários).

Metallica em "como dizer ao público que o vocalista está com dor de barriga"

O Metallica foi obrigado a cancelar um show na Suécia depois que o vocalista James Hetfield foi levado ao hospital com uma... Ahn... Caganeira. Como passar essa notícia aos fãs que já estavam esperando o show na Globe Arena, em Estocolmo, ontem? Dizendo que ele "teve um dia ruim" e pode estar sofrendo de algo "de outro nível":



Hetfield não ficou internado e já voltou aos Estados Unidos com o resto da banda.

Podcast Qualquer Coisa recebe Rafael Cortez, do CQC (ouça!)

CQC no PQC

A edição de número 44 do podcast Qualquer Coisa teve a ilustre presença de Rafael Cortez, repórter que volta à TV nesta segunda-feira na nova temporada do programa CQC (na Band, a partir das 22h15). E não é só papo sobre jornalismo: ele ainda mostra seus dotes musicais. Duvida? O cara tocou uma composição própria no violão, ao vivo!


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Baixe o MP3 aqui. Ouça os programas anteriores aqui. Fale conosco: podcastqualquercoisa@gmail.com.

O Cortez também fala de: carnaval na Bahia, os mestres de violão dele, a carreira pornográfica antes do CQC e muito mais.

Lua Nova: personagens índios serão interpretados por índios

O ator Kellan Lutz - o Emmett Cullen na telona - reforçou, em entrevista à MTV dos EUA, que os personagens índios em Lua Nova (a continuação de Crepúsculo) ficarão com atores índios (ou nativos americanos, para usar o termo politicamente correto).



Lua Nova deve estrear no fim de 2009 ou no começo de 2010. O elenco já está em Vancouver para as filmagens, como você pode ver nestas fotos.

sábado, 7 de março de 2009

James Taylor conversa com Paul McCartney sobre os velhos tempos (ouça)

Sir Paul McCartney

Paul McCartney telefonou para James Taylor como parte de uma série de entrevistas feitas para a rádio do Fireman (grupo dele com Youth) na Sirius. Foi uma conversa informal, mas especialmente focada no fim dos anos 60, quando Macca contratou Taylor na Apple, a gravadora dos Beatles.



Como não custa relembrar, Paul McCartney tocou baixo em "Carolina in My Mind", lançada no álbum James Taylor (1968):


quinta-feira, 5 de março de 2009

Lembrando: hoje tem festa do podcast Qualquer Coisa!

Flyer by Cirilo Dias

É hoje: a festa que comemora um ano do podcast Qualquer Coisa. As informações estão aqui. Vejo todos vocês lá!

Zhang Yimou celebrará o comunismo chinês em novo filme

Yimou em 2008

O diretor Zhang Yimou (Herói, O Clã das Adagas Voadoras) vai irritar muita gente: ele declarou que seu próximo filme será para "celebrar a fundação da nova China". Ou seja, a República Popular da China, fundada pelos comunistas há 60 anos.

Tudo bem, a carreira do cinesta sempre andou lado a lado com o governo chinês. Mas será que agora, com um longa-metragem tão explicitamente dedicado à causa, ele vai continuar sendo tão querido no mundo todo?

Yimou ainda não aceitou formalmente, mas em 1 de outubro deve comandar a festa de comemoração das seis décadas do comunismo chinês, que incluirá queima de fogos e desfiles militares na Praça da Paz Celestial. No ano passado ele foi o responsável pelas cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos de Pequim.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Jimmy Fallon moderniza o Late Night com ajuda do Twitter e da web

O novato Jimmy

É sempre um grande evento quando um dos apresentadores dos talk shows da madrugada norte-americana é trocado: e ontem foi o dia da estreia de Jimmy Fallon, que assumiu o lugar de Conan O’Brien no Late Night, da NBC. Se a noite foi cheia de nervosismos, também foi repleta de uma modernidade discreta, cortesia da paixão do novo host pela internet.

Fallon é o terceiro a assumir o posto de apresentador do programa: David Letterman foi o primeiro, em 1982, e ficou lá até 1993 (quando Letterman passou para o The Late Show, na CBS). O’Brien virou o titular a gora saiu para substituir Jay Leno no The Tonight Show, a partir de junho. É um ano movimentado para quem assiste aos programas da madrugada.

No primeiro programa Fallon recebeu uma ajudinha de O’Brien, que apareceu logo nos primeiros minutos simulando estar insatisfeito com a troca. Uma ironia que funcionou como benção.

Já no monólogo de abertura – uma regra sem escapatória nesses talk shows – o novo apresentador lembrou os tempos do “Weekend Update”, quadro que dividia com Tina Fey no Saturday Night Live: comentou as notícias políticas com desenvoltura, mas demonstrou um nervosismo natural de uma estreia (ele se movia tanto que o espectador tinha a impressão de estar vendo cenas cortadas de A Bruxa de Blair). A plateia não colaborou muito, com gritos e comentários inoportunos.

Uma boa novidade para quem gosta de música: a banda fixa do Late Night With Jimmy Fallon é o The Roots, uma lenda do hip-hop. Melhor ainda: devido a restrições de orçamento, eles só podem tocar músicas originais e terão de escrever cerca de 200 faixas por ano (o baterista ?uestlove disse à Rolling Stone norte-americana que o grupo "já tem umas 55").

Os dois primeiros entrevistados foram Robert DeNiro (com clima de deslumbre, com Fallon suando e cheio de risinhos nervosos) e Justin Timberlake (em uma conversa tão descontraída sobre o SNL que acabou desinteressante). Jimmy Fallon – que escreve constantemente no Twitter, e até recebe sugestões de perguntas por meio dele – tem um laptop em sua mesa de apresentador, algo que seus antecessores não tinham. Aliás, todo o "aquecimento" para o novo programa foi feito por meio de pequenos vídeos postados na internet.

Não dá para julgar a performance de Jimmy Fallon depois de apenas um programa. Normalmente os apresentadores demoram um pouco para pegar o ritmo e o estilo do talk show (o comediante, por exemplo, acabou caindo no vício de humorista e imitou DeNiro na frente do entrevistado). A primeira semana deve dar uma boa noção de como será esse novo Late Night: os próximos convidados são Tina Fey, Drew Barrymore, Santigold (com Spank Rock) e Billy Crudup.

Jack, O Estripador volta a assombrar o mundo da ficção

Whitechapel, a volta de Jack

O serial killer Jack, o Estripador, nunca foi identificado. Ele matou suas vítimas (cinco ou mais, dependendo do teórico que explica o caso) em 1888, mais de 120 anos atrás, e continua atraindo interesse. A maior prova disso está em duas obras de ficção lançadas neste ano: a minissérie britânica Whitechapel e o filme norte-americano O Inquilino.

A primeira, Whitechapel, teve três episódios, exibidos pela ITV 1 em fevereiro. Nela, os investigadores Joseph Chandler e Ray Miles contam com a ajuda de um especialista em Jack, Edward Buchan, para tentar capturar um novo assassino, que emula o estripador original. O sério The Times resumiu bem o clima do programa: "É tudo no pior gosto possível, mas malditamente divertido."



O Inquilo é uma refilmagem do filme de mesmo nome, lançado por Alfred Hitchcock em 1927 (também conhecido como O Locatário). Nele outro assassino imita o estilo de Jack, atormentando o investigador Chandler Manning. Enquanto isso, um hóspede misterioso leva a dona de casa Ellen Bunting a suspeitar que algo errado está ocorrendo na casa dela.

No meio de toda a informação que isso tudo colocou na minha cabeça, acabei descobrindo que Aleister Crowley - também conhecido como "a besta" - alegou ter descoberto a identidade de Jack. O mago britânico escreveu um panfleto sobre o caso, dizendo que um dos suspeitos, Robert D'Onston Stephenson (também conhecido como Roslyn D'Onston), era praticamente de magia negra e seria o assassino. Ele dizia até que D'Onston tinha cinco vestidos brancos manchados com o sangue das vítimas. O texto original pode ser lido aqui. Também dizem que o Crowley é avô do George W. Bush, mas essa é outra história.

terça-feira, 3 de março de 2009

Nova do Black Eyed Peas é toda "auto-tunada" (ouça!)

2009 para o Black Eyed Peas

O auto-tune, um recurso que deixa a voz distorcida, parece mesmo ser a tendência pop de 2009. Depois de Kanye West, Jamie Foxx, Lil' Wayne e da Lady Sovereign, agora é a vez do Black Eyed Peas em "Boom Boom Pow":



E o mundo só vai ter uma voz, sempre igual (só o Death Cab For Cutie é contra). O novo álbum do Black Eyed Peas, The E.N.D, sai em junho.

CONFIRMADO: Paul McCartney e Ringo Starr tocarão juntos

Lembra que o David Lynch ia reunir o Paul McCartney e o Ringo Starr para um evento beneficente? Pois bem:

Macca e Ringo para Lynch

Se você ainda não acredita que os dois possam tocar juntos, a página principal da Fundação David Lynch explica:

WITH

The Haunting in Connecticut ganha promos de TV e novo cartaz

The Haunting, versão 2009

No ano passado escrevi sobre The Haunting in Connecticut, filme que resgata o estilo "terror em casa mal assombrada". Agora o longa-metragem ganhou três comerciais para a televisão norte-americana e um cartaz bastante inspirado (este aqui acima).







O primeiro trailer e o pôster original você pode ver no texto anterior, clicando aqui (no link também há o episódio de A Haunting, o programa do Discovery Channel, que foi baseado na mesma história - supostamente real - que deu origem ao filme). A estreia de The Haunting in Connecticut está marcada para 27 de março, nos EUA.

U2 inicia semana de residência no Late Show de David Letterman (veja!)

Ontem foi o primeiro dia da residência de uma semana que o U2 fará no Late Show de David Letterman: nesta semana a banda vai se apresentar no programa todos os dias! A primeira música foi "Breathe".



O U2 acabou de lançar o álbum No Line on the Horizon, então deve aproveitar para mostrar as músicas novas.

Climão de Buffy é resgatado na série britânica Demons



O que é? A série Demons acompanha a vida de Luke Rutherford, o último descendente da família Van Helsing (aquela do Abraham Van Helsing, que caçava o Conde Drácula e acabou com a fama de matador de monstros. O garotão levava uma vida normal até que seu padrinho, Rupert Galvin, aparece para mostrar que o mundo não é como ele imaginava. A partir daí ele se torna uma espécie de Buffy, caçando e destruindo monstros de todos os tipos. Ele conta com a ajuda de Ruby (a melhor amiga dele) e Mina Harker (uma "meio-vampira", também saída do romance de Bram Stoker, Dracula).

Quem?
A Shine Productions - das séries Hex e Merlin - criou o programa. O galã novato Christian Cook (que já fez uma participação em Doctor Who) é Luke, atuando ao lado de Philip Glenister (da Life on Mars original), que dá vida a Rupert.

Onde e quando? A ITV britânica exibiu os seis episódios que formam a primeira temporada entre janeiro e fevereiro.

Vale a pena? É ficção com um pé no lado adolescente, repleta de fantasia. A série é divertida, mas não chega a ser marcante.

Tem chance de vingar? O futuro é incerto: a primeira temporada teve uma recepção morna. E Glenister já andou dizendo que não quer voltar para um segundo ano do programa.

Qualquer Coisa: dois podcasts no ar e uma festa na quinta-feira

Vamos lá: tem dois podcasts no ar! Mas antes quero lembrar uma coisa importante:

Um ano de Qualquer Coisa

O podcast Qualquer Coisa comemora um ano de existência com uma festa incrível na Neu (mapa). Vai ter o primeiro show paulistano do power trio Nevilton e discotecagem de José Flávio Junior e Max de Castro (mais a residente da noite Brasa, Fernanda Cardoso!). É nesta quinta-feira (dia 5 de março), a partir das 23 horas.

Importante: o show do Nevilton vai ser CEDO, no máximo 23h45. Não tem lista porque o preço da entrada é amigão (R$ 5). IMPORTANTE: por enquanto a casa NÃO aceita cartões. Neu Club (Rua Dona Germaine Burchard, 421).


Queremos ver todo mundo lá!

No PQC desta semana temos um convidado mais que especial: Ronaldo Evangelista, integrante fundador do programa, que vai explicar em detalhes como decidiu abandonar o projeto para seguir carreira de modelo e cantor. As músicas estão variadas como sempre: Rifles, New Rhodes, Trio Mocotó, Rufus & Chaka e Roger & Zap.


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Baixe o MP3 aqui, ouça os programas anteriores aqui. E depois fale conosco: podcastqualquercoisa@gmail.com.

E um pouco antes entrou nosso segundo especial sobre comida, que você pode ouvir (e baixar) aqui. Esse tem The Watts 103rd Street Rhythm Band, Eddie Vedder (cantando Nine Inch Nails!), Elvis Presley (cantando Bob Dylan e Beatles!), Grizzly Bear (tocando Paul Simon!) e Pink Floyd (tocando - err - Pink Floyd).

A gente se vê na festa!

segunda-feira, 2 de março de 2009

Jamie Foxx coloca astros de Hollywood no clipe de "Blame It" (veja!)

Nada como ter os amigos certos: retomando a carreira de músico, o ator Jamie Foxx convocou Jake Gyllenhaal, Forest Whitaker, Ron Howard e Samuel L. Jackson para o vídeo promocional da música "Blame It".



O mais curioso é que os atores estão ali claramente para chamar atenção, já que nenhum deles tem função na "história" do clipe! Quem aparece ali, curtindo a balada e sem crédito no começo, é o produtor Quincy Jones.

Essa faixa está no álbum Intuition, o terceiro trabalho de estúdio de Foxx. Ela já chegou ao primeiro lugar da parada de hip-hop da Billboard.

Fui pesquisar para ver se o Gyllenhaal já tinha participado de outros clipes, mas não consegui saber. Por outro lado, achei um vídeo dele "cantando" com o Rufus Wainwright em 2007 (!). A música é "Between My Legs", lançada no disco Release the Stars (2007).