sábado, 31 de janeiro de 2009

Morrissey pelado: sem comentários

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QuickPost

Como escreveu o site que publicou a imagem, "insira aqui a sua piada sobre 'compacto'".

[via Pitchfork]

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Little Joy e a grande alegria em São Paulo (atualizada)

Viu o primeiro dia do Little Joy em São Paulo? Então veja:


Brand New Start from Urbanaque on Vimeo.


Don't Watch Me Dancing from Urbanaque on Vimeo.


Música nova from Urbanaque on Vimeo.


Evaporar from Urbanaque on Vimeo.

Clash lotada, galera cantando algumas músicas junto, coro de "Uh, Amarante!" e todo mundo muito feliz. Meu texto sobre a noite está no site da Rolling Stone. Os vídeos são cortesia da equipe Urbanaque.

"Em uma emergência talvez o Dalai Lama me comesse", diz Paul McCartney

Paul McCartney passou pelo The Colbert Report, de Stephen Colbert. Segundo o apresentador, é o primeiro episódio de uma série (de quatro) que tem o objetivo de reunir a banda.

A melhor revelação da conversa foi: "Em uma emergência talvez o Dalai Lama me comesse." Literalmente, claro. O papo era sobre vegetarianismo.



O papo ainda acaba com um dueto dos dois em "Ebony & Ivory". Clássico.

Mickey Rourke afina para lutador da WrestleMania (veja!)

Na tapete vermelho do SAG Awards Mickey Rourke disse que gostaria de participar do WrestleMania, um evento gigantesco de luta livre. Ao participar do programa de Larry King na CNN, o ator de O Lutador foi confrontado por Chris Jericho - lutador de verdade (se é que existe isso no mundo da luta livre).

Para Jericho, Rourke fez uma besteira ao citá-lo nominalmente. "Acho que uma luta entre nós não teria um final tão feliz quanto teve no seu filme", disse. O ator tentou ser político, dizendo que tinha mesmo falado besteira e que não lutaria com Jericho no WrestleMania. "Já fui um lutador profissional, mas lutava boxe. Se fosse em uma luta de boxe - ou de punhos livres - talvez eu aceitasse."

Mas o lutador profissional achou que era provocação. "Luta de boxe ou de punhos livres? Interessante, senhor Rourke. Acho que você deveria ter pensando antes de dizer isso", ameaçou. "Tome cuidado com o que deseja, talvez se realize." E ainda encerrou dizendo que estará esperando.


quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Podcast Qualquer Coisa comemora 40 programas! (ouça!)

Passou voando, mas o podcast Qualquer Coisa já chegou a 40 programas. Resolvemos - eu, José Flávio Junior e Max de Castro - fazer uma edição retrospectiva, relembrando os melhores momentos dessas mais de 40 horas de conversa e música.


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Baixe o MP3 aqui. Ouça as edições anteriores aqui. Fale conosco no podcastqualquercoisa@gmail.com.

Logo na primeira parte do podcast 40 há uma grande revelação sobre o Tim Maia Racional 3, que ninguém publicou ainda. Caso você não tenha reparado, o Qualquer Coisa agora também tem lugar fixo na home do Urbanaque, site eternamente parceiro.

Ah, e o programa 23 - que o José Flávio recomenda - é este aqui. Minha conclusão depois de quatro dezenas de Qualquer Coisa é: preciso gritar menos. Desculpa, eu me empolgo.

Aproveito também para agradecer ao Ronaldo Evangelista, nosso ex-companheiro, pela passagem fundamemtal pelo podcast. Preciso passar na casa dele, ouvi dizer que ele tem uma mesa de jantar nova . E aos atuais companheiros, rumo aos 400!

Nevilton, este também é dedicado a você!

"Call Me" do Blondie via Franz Ferdinand (veja!)

O Franz Ferdinand regravou "Call Me", do Blondie, para a coletânea beneficente War Child: Heroes, que sai em 16 de fevereiro. Mas a banda fez uma prévia ai vivo, semana passada, em um programa de TV francês:



E esse começo Black Sabbath? Meio Blondie Sabbath. E tudo bem, gravar hit da banda de Debbie Harry é praticamente apelar... Mas o Franz tem tudo a ver com o clima. Ah, e o cara estranho que canta junto nesse vídeo (errando a letra...) é o Philippe Katerine.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Fall Out Boy grava a música-tema d'Os Simpsons (ouça!)

Fall Out Boy & Simpsons

Ouviu a versão que o Fall Out Boy fez para a abertura d'Os Simpsons?



Para quem não sabe, Fall Out Boy é um personagem da animação. Foi de lá que Pete Wentz e seus amigos roubaram o nome. E olha como eles levaram a sério a gravação:

Pearl Jam e a inédita que deveria continuar assim (ouça!)

Eddie Vedder, do Pearl Jam

Escrevi sobre a edição especial do álbum Ten, do Pearl Jam, que será lançada logo mais. Nesse pacotão estará "Evil Little Goat", uma música inédita que foi gravada junto com as outras do disco mas nunca foi colocada oficialmente no mercado. Ouça:



Devia continuar inédita, né? Eu acho essa faixa muito ruim. Ninguém merece ouvir o Eddie Vedder imitando bode.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Já ouviu a nova do Little Joy? (ouça!)

Uma música nova, que não está no disco que acabou de sair pela Som Livre, para aprender e cantar junto na turnê brasileira do Little Joy, que começa esta semana:


Acha que é fácil ser modelo? Abravana!

Olha só esse vídeo do estilista Dudu Bertholini orientando as modelos que desafilariam para a Neon na São Paulo Fashion Week:



Não é fácil abravanar. Precisa de treino. Roubei do blog da Kátia Lessa, que tem mais coisas sobre o desfile da Neon e a SPFW.

Joey Fatone causa no tapete vermelho do SAG awards

O ex-N*Sync Joey Fatone irritou muita gente com as perguntas que fez a James Franco, ator de Milk, no tapete vermelho do SAG Awards. Ele começou comparando o "milk" do título - na verdade o sobrenome de Harvey Milk, ativista gay - à "aquela outra coisa branca". Depois emendou perguntando ser era um desafio interpretar um homossexual "se você... é heterossexual". Para finalizar, perguntou se agora Franco recebe mais cantadas de homens ou de mulheres.



A lista dos vencedores do SAG está aqui.

[Via PopWatch]

sábado, 24 de janeiro de 2009

E quem ganhou o Celebrity Big Brother 2009 foi...

... Ulrika. (mais sobre o assunto mais tarde)


Confusão no terror asiático lançado no Brasil



Assistir a um filme em casa deveria ser simples. Você escolhe o filme, compra ou aluga e assiste, certo? Depende. Se você gostar de terror asiático a coisa pode ser mais complicada. As distribuidoras de home video costumam castigar os fãs brasileiros desse gênero.

Caso 1: vamos supor que você goste dos Pang Brothers, os gêmeos nascidos em Hong Kong que deram um gás no horror recente. O básico da dupla é a série The Eye, que tem um cronologia simples: The Eye (2002), The Eye 2 (2004) e The Eye 10 (2005). O mais confuso é que o terceiro se chama "10", mas isso tem relação com o enredo do longa.

Aí você vai procurar as edições nacionais. De cara, a mais fácil de achar é Visões, da Playarte. OK, deve ser o primeiro... Mas não é. Visões é The Eye 2. Já Visões 2, é The Eye 10. E onde foi parar o primeiro filme da série? Em outro distribuidora, a Paris Filmes. E se chama The Eye - A Herança. Resumindo, a ordem das edições nacionais é The Eye - A Herança, Visões e Visões 2.

Ah, e cuidado para levar O Olho do Mal, que é um remake do primeiro filme, estrelado pela Jessica Alba.

Parece até o norte-americano The Evil Dead (1981), que no Brasil se chamava A Morte do Demônio e tinha a continuação (The Evil Dead II, de 1987) chamada Uma Noite Alucinante 2.



Voltemos aos asiáticos. Caso 2: você viu Imagens do Além (2008), estrelado pelo Joshua Jackson (o Pacey, de Dawson's Creek), e ficou com vontade de ver o original tailandês. Os dois longas se chamam Shutter em inglês. No Brasil, ganharam títulos diferentes. O made in USA ganhou o nome que eu citei acima, o da Tailândia é Espíritos - A Morte Está a Seu Lado (2004).

Até aí nada demais. Só que se você gostar muito do filme, vai acabar notando que ao lado dele, na locadora, há um Espíritos 2 - Você Nunca Está Sozinho (2007). Uau, uma continuação! É até dos mesmos diretores, Banjong Pisanthanakun e Parkpoom Wongpoom. Você começa a assistir e... Não tem relação alguma com o primeiro!

Isso é porque Espíritos 2 não é continuação de coisa alguma. É um outro filme - sem relação com o Shutter tailandês - chamado Alone. Mais uma vez a responsável pela confusão é a Playarte.

Terror de verdade é isso aí, infelizmente.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Gangsta nerd: De Leve é expulso do palco na Campus Party (veja!)



Parece que tem gente recalcada demais na Campus Party deste ano. Um participante, supostamente ofendido com a letra de uma música do De Leve que mandava "balançar o cu", tentou brigar com o músico durante o show. O vídeo acima mostra a situação e tem depoimentos do nervosinho, falando da "falsa ideologia" do carioca (?), e do De Leve. Eu imaginava que um cara que usa um chapéu tão ridículo teria um senso de humor mais apurado...

O que o Chris Martin vai pensar de você, Gwyneth?

Gwyneth à vontade

Todo mundo sabe que o Chris Martin, do Coldplay, é todo esquentadinho quando o assunto é a esposa dele, Gwyneth Platrow. O que será que ele vai pensar quando vir a cena acima, do filme Two Lovers (que estreia em fevereiro nos EUA)? As imagens sem censura estão aqui.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Being Erica: o que você faria se pudesse reviver sua vida?



O que é? A série canadense Being Erica conta a história de Erica Strange, uma jovem trintona que ganha a chance de reviver momentos que ela considera errados em seu passado. O programa mistura fantasia, comédia e drama.

Quem? Erin Karpluk (que fez pontas em The L Word e The Bionic Woman) é Erica. A criadora da série é Jana Sinyor, vencedora do Emmy Internacional por Dark Oracle.

Onde e quando? No Canadá é exibida pela CBC, mas a BBC cuida das vendas internacionais. O primeiro episódio foi ao ar em 5 de janeiro (três deles já foram exibidos).

Vale a pena? Sim! É leve e poderia ser comparada a uma comédia-romântica, com um toque de fantasia (já que viagens no tempo não são exatamente parte da nossa realidade). Tem um gostinho de feel good movie, apesar de não ser um filme (duh!).

Tem chance de vingar? Inicialmente foram produzidos 13 episódios. Os três primeiros foram bastante procurados nos sites de torrent, o que não é sinal de durabilidade - mas pelo menos mostra que o programa teve boa aceitação.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Ronald Rios e a graça da geração de "comediantes Strokes"



Um dia alguém me passou um link de um texto que contava uma história bizarra: um cara chegava na casa do outro e ficava mostrando uns desenhos de dragões se enrabando. Foi uma das coisas mais engraçadas que eu já li.

Tempos depois, acabei vendo outro viral - desta vez um vídeo - de um teste do vibracall de celulares. Sim, uma moça usava os aparelhos e avaliava o desempenho sexual das marcas e modelos. A segunda coisa que mais chamava a atenção eram os comentários de um carinha, que ficava sentado ao lado tentando comentar aquilo tudo, como se fosse uma coisa comum.

Um tempinho depois, mais um vez sem querer, caí na cobertura em vídeo, feita pelo site da MTV, do festival Planeta Terra. Confesso que, de cara, pensei: "Que porra é essa?" E logo depois ri muito.

Só nessa terceira experiência consegui fazer a ligação: tudo aquilo era obra da produtora Badalhoca, formada pelo comediante Ronald Rios e pelo diretor Erik Gustavo. Além de espalhar os vídeos pela web, eles também alimentam um blog no site da MTV Brasil.

Via Twitter encontrei o Ronald Rios e, por email, conversamos um pouco sobre a Badalhoca e essa nova forma de humor, que ele chama de "comediantes Strokes" (revelados pela internet, sacou?):

Como nasceu a Badalhoca? Aliás, quando ela nasceu?

Então, o [diretor] Erik Gustavo começou a fazer vídeos com os amigos dele lá em 2005, 2006. Mas eram produções feitas no improviso, não havia muita pretensão, não. Mas já usava o nome Badalhoca. Eu só fui aparecer no fim de 2006, com um roteiro para um vídeo chamado Música Para o Seu Bolso, acho que esse foi o pontapé inicial. Para mim, antes o Erik estava mais treinando suas habilidades em edição - à medida que eu ia desenvolvendo minha comédia escrevendo em sites.

Como foi que vocês chegaram à MTV?


Cara, há várias versões para essa história [risos]. A oficial é que um dia saiu um vídeo nosso, Você Devia Jogar Basquete, na capa do UOL e o Brunno Constante, repórter do site da MTV, viu e quis nos convidar para fazer algo para eles. Muita conversa depois, temos um blog lá onde publico uns textos, um podcast com o Erik e colocamos vídeos também. Além disso, vai um esquete nosso ao ar toda madrugada de quarta para quinta, à 00h45 no programa Portal MTV. NA TV. MÃE, TÔ NA TV.

O seu humor tem muito de stand-up comedy, com as observações sobre o cotidiano. Além de não ficar em pé, quais você diria que são as diferenças entre esse estilo e a sua comédia?

Depende. Se você pega um vídeo como o Você Devia Jogar Basquete, eu diria que não tem diferença, fora o fato deu estar sentado. Claro que, além do monólogo em linguagem de stand-up, há logicamente a adição de cenas curtas de ficção etc. Mas se você pega o Com a Palavra, Ronald Rios, cara, aquilo ali é 100% improvisado. Há improviso no stand-up, mas não daquela maneira, de entrar sem nada em cena. Claro que eu tenho um "jeito stand-up" de pensar, então daí vem a semelhança. Ah, e claro: o "jeito stand-up" de pensar é porque eu faço stand-up também! Participo de um grupo chamado Ponto Cômicos. Estamos sem fazer nada desde novembro, mas acho que em março voltamos à ativa.

De qual tipo de humor você mais gosta? Quem são as suas referências?

Ahhhh próxima pergunta, senão eu vou passar uma hora aqui. Pô, eu adoro um monte de coisa! Vou falar só algumas coisinhas: em stand-up, o Chris Rock é imbatível. Consegue falar de mulher, presidente e raças com muita sagacidade. Meu programa de esquetes favorito é o Chappelle's Show, que foi muito longe, tocando em vários pontos das relações raciais na América. Seinfeld e 30 Rock são grandes sitcoms, com textos de primeira. Eu comecei a escrever, tanto diálogo quanto textos de observação, bastante baseado em Seinfeld. Ricky Gervais é a melhor coisa que saiu da Inglaterra desde os Beatles. Ah, e George Carlin e Woody Allen são a base da vida, do universo e tudo mais. Ah, Flight of The Conchords é AWESOME.

Durante algum tempo o humor brasileiro ficou preso a uma formula que, claro, se desgastou. Agora estamos passando por uma explosão de novos talentos. O que faltava para isso acontecer? Por que não rolou antes?

Internet, cara. Internet. YouTube. Eu chamo esses comediantes, eu incluso, de "Comediantes Strokes." Eles estouraram por causa da internet, e embora não estejam necessariamente inventando a roda, estão definitivamente fazendo-a rodar de um jeito mais atraente.

Festa da posse: Obama Girl faz dueto com Barack (veja!)

Ela não foi convidada para a festa da posse, mas fez um dueto com o novo presidente mesmo assim. Obama Girl encontra Barack Obama e canta com ele:



E a versão mais dançante, remixada por Mike Relm:


Celebrity Big Brother: quem saiu, quem continua e quem vai ganhar

Eliminadas do CBB 2009

Uma atualização rápida do Celebrity Big Brother britânico, que acaba esta semana:

Foram eliminadas: Lucy Pinder, Tina Malone e Michelle Heaton. Mutya Buena deixou a casa por opção.

Na próxima quarta-feira mais dois serão eliminados. Os restantes diputarão o grande prêmio.

Previsão de quem vai ganhar: Verne Troyer, o Mini Me. A La Toya Jackson deve ficar em segundo lugar.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Miles Davis e a íntegra das gravações de Kind of Blue (ouça!)

Kind of Blue completo

No livro Kind of Blue - A História da Obra-Prima de Miles Davis, o autor Ashley Kahn descreve - sem esconder o deleite - a experiência de ouvir as fitas com a íntegra das duas sessões que viriam a nos dar o disco mais famoso e importante da história do jazz. Até 2000, quando o texto foi publicado, ouvir as tais gravações era um privilégio reservado a poucos. Não é mais.

É provável que nunca venhamos a saber como tudo isso foi parar na internet, mas o material está em vários discos piratas. Talvez seja culpa da SonyBMG, dona dos fonogramas, nunca colocou a íntegra no mercado (nem a edição especial que comemora os 50 anos do disco fez isso).

Foram dois dias de gravação, em 2 de março e 22 de abril de 1950, que renderam pouco mais de 70 minutos, entre as versões finais, outakes e conversas técnicas.

Tudo começou assim, com a gravação de quatro takes de "Freddie Freeloader":



Aí veio o registro de "So What", em três tentativas:



A última faixa a ser gravada nesse dia foi "Blue in Green", que teve cinco takes:



A sessão de abril foi iniciada com as seis tentativas de "Flamenco Sketches":



E, para encerrar, "All Blues" ficou perfeita em apenas um take:



Nada mal para começar 2009, hein?