quarta-feira, 4 de março de 2009

Jack, O Estripador volta a assombrar o mundo da ficção

Whitechapel, a volta de Jack

O serial killer Jack, o Estripador, nunca foi identificado. Ele matou suas vítimas (cinco ou mais, dependendo do teórico que explica o caso) em 1888, mais de 120 anos atrás, e continua atraindo interesse. A maior prova disso está em duas obras de ficção lançadas neste ano: a minissérie britânica Whitechapel e o filme norte-americano O Inquilino.

A primeira, Whitechapel, teve três episódios, exibidos pela ITV 1 em fevereiro. Nela, os investigadores Joseph Chandler e Ray Miles contam com a ajuda de um especialista em Jack, Edward Buchan, para tentar capturar um novo assassino, que emula o estripador original. O sério The Times resumiu bem o clima do programa: "É tudo no pior gosto possível, mas malditamente divertido."



O Inquilo é uma refilmagem do filme de mesmo nome, lançado por Alfred Hitchcock em 1927 (também conhecido como O Locatário). Nele outro assassino imita o estilo de Jack, atormentando o investigador Chandler Manning. Enquanto isso, um hóspede misterioso leva a dona de casa Ellen Bunting a suspeitar que algo errado está ocorrendo na casa dela.

No meio de toda a informação que isso tudo colocou na minha cabeça, acabei descobrindo que Aleister Crowley - também conhecido como "a besta" - alegou ter descoberto a identidade de Jack. O mago britânico escreveu um panfleto sobre o caso, dizendo que um dos suspeitos, Robert D'Onston Stephenson (também conhecido como Roslyn D'Onston), era praticamente de magia negra e seria o assassino. Ele dizia até que D'Onston tinha cinco vestidos brancos manchados com o sangue das vítimas. O texto original pode ser lido aqui. Também dizem que o Crowley é avô do George W. Bush, mas essa é outra história.

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