
"Ring My Bell", faixa-bônus da edição especial do disco Hard Candy, está na internet. É genérica - mas o resto do CD também é, então tudo bem.




As músicas:
"Rocky Racoon", Ramsey Lewis;
"TOC", Vitor Araújo;
"The Miracle Inn" (QC edit), Euros Child;
"A Perfect Twist (Vocal)", Mike Patton;
"Timeless Melody", Pearl Jam featuring Supergrass.




"O acampamento de Locke está sendo atacado, e Jack tenta descobrir a identidade do corpo que apareceu na praia. Nos flashforwards, vemos a vida de Ben depois da ilha."


Uma péssima, "Incredible" (de Madonna e, quem diria, Pharrell Williams). O mais incrível é essa porcaria durar mais de seis minutos. Parece uma balada que acabou virando dance, uma coisa que não dá para explicar.
E uma muito boa, "Give It 2 Me" (de Madonna e Pharrell Williams). Tem até vocoder - e você sabe que vocoder é sinal de diversão.





A idade de Indy: "Awwwwwww, ele está mais velho! Sim, pô, ele está", diz Harrison Ford. "E, aliás, você também está. Você... Também... Está. Dê uma olhada na porra do espelho." Velho e nervosinho.
Do espaço: durante um certo tempo a equipe pensou em filmar uma história que tinha alienígenas. Juro.
Bandidos: você não sabe, mas Will Ferrell e Steve Carell são vilões no novo filme. OK, isso é piada.



Houve um período na história da música brasileira em que Wilson Simonal era o maior cantor do país. Não apenas em popularidade mas também pela qualidade e originalidade de sua música. Entre meados de 1967 e meados de 1970, o único cantor brasileiro que podia se dizer páreo para ele era, no máximo, Roberto Carlos, que já estava em processo de se tornar um cantor "sério".
E foi exatamente nesse momento, no auge, em 1970, que Simonal gravou um disco sempre excluído de todas as suas discografias, que acaba de ser redescoberto por seu filho, Max de Castro, 35 anos depois. O tal disco, chamado Mexico '70, foi lançado no país e ano que lhe dão título e nunca chegou ao mercado brasileiro -nem sua gravadora por aqui sabia de sua existência.
Max, também músico e cantor, foi um dos responsáveis pela caixa lançada no ano passado com a reedição de todos os discos lançados por Simonal na gravadora Odeon, entre 1961 e 1971. Assim, teve acesso aos tapes e fichas técnicas de todas as gravações feitas nesse período por Simonal no Brasil - e lá não havia nenhum registro do tal disco mexicano. (Clique aqui para ler a matéria completa - só para assinantes UOL/Folha)


Um tempo atrás rolou um papo sobre um filme baseado em Wonderfalls.
Ah, sim, rolou.
Rolou e passou? Não vai ter filme para os seguidores dessa série cult?
Nunca! Realmente, Wonderfalls é totalmente Cult. Em especial porque cancelaram a série quando apenas três episódios haviam sido exibidos. Ou foram dois? Cinco?
No Brasil todos os que estavam prontos foram exibidos.
Nos EUA não foi assim. A fama veio com os DVDs.
E nada de filme?
A história seria baseada no meu personagem investigando a possibilidade dela ser um profeta dos nossos tempos. Um Jesus moderno, algo assim. Não sei se funcionaria como filme.
Estão fazendo um longa-metragem do Dead Like Me, sem o Bryan [Fuller, criador dessa série, de Wonderfalls e Pushing Daisies]. Ele não tem nada com esse filme, tem?
Não que eu saiba. Eles tiveram diferenças criativas [no desenvolvimento da primeira temporada da série].
Parece ser uma tendência: fazer filmes para ligar temporadas ou amarrar o fim das séries de TV. Tipo o novo longa do Arquivo X.
Ah, mas o Arquivo X consegue se sustentar no cinema - tem a ver com o gênero. Deviam fazer um filme de Buffy! A Sarah [Michelle Gellar] nunca toparia!



Quais são as mudanças que vocês querem fazer na segunda temporada de Pushing Daisies?
Meu cabelo acabou ficando horrível [durante a primeira temporada], então vamos acertar isso. Isso é uma das coisas péssimas que vão se ajeitar: meu corte de cabelo ruim. O que mais... Tem umas coisas que a emissora não gostou, mas que eu acho muito boas. Tipo as referências ao [Alfred] Hitchcock. A Tippi Hedren [atriz de Os Pássaros] participou e eles acharam excessivo. Eu achei perfeito! Foi algo único, que todo fã do diretor gosta.
É dar algo a mais a quem tem a referência.
Sim, é um extra. Só que é caro. A Olive também deve ser uma ameaça maior na próxima temporada. É difícil acreditar que o Ned não se interesse por ela! A atriz que interpreta a personagem é linda, e a Olive é divertida. Vê-la e ignorá-la é... Dá vontade estapear o Ned e dizer: "Acorde! Você não pode tocar a outra e está lindona aqui faria qualquer coisa por você!" É importante que ele se ligue nisso. O que não quer dizer que a história de amor entre o Ned e a Chuck vá deixar de ser o ponto central da série. Outra coisa que o Bryan [Fuller, criador da série] quer fazer é criar arcos mais longos de histórias. Nos primeiros episódios eu senti que muitas possibilidades eram armadas e nunca se concretizavam. Isso vai mudar. A base vai ser em histórias que durem uns três episódios.

*PALESTRA – PRODUÇÃO EXECUTIVA E ARTISTICA DE BANDAS
Quinta-feira, às 14h. Fabrício Nobre (Monstro Discos)e Iuri Freiberger (produtor musical).
*PALESTRA – TURNÊS NO NORDESTE
Quinta-feira, às 15h30. Anderson Foca (Centro Cultural DoSol Rockbar) e Rafael Bandeira (HeyHo Rockbar).
*PALESTRA – FESTIVAIS INDEPENDENTES
Quinta-feira, às 17h. Gustavo Sá (Porão do Rock, Brasília) e Marcelo Domingues (Festival Demo Sul, Londrina).
*PALESTRA – DIVULGAÇÃO DE BANDAS NA INTERNET
Sexta-feira, às 14h. Luiz Pimentel (MySpace Brasil) e Fernanda Cardoso (Trama).
*PALESTRA – MÍDIA INDEPENDENTE
Sexta-feira, às 15h30. Paulo Terron (With Lasers) e Bruno Maia (Sobremusica).
*PALESTRA – COOPERATIVAS DE MÚSICA
Sexta-feira, às 17h. Pablo Capilé (Circuito Fora do Eixo, Cuiabá) e Claudão Pilha (A Obra, Belo Horizonte).















