segunda-feira, 28 de abril de 2008

Maratona da Virada, novidades no Overcoming Trio

Quem é de São Paulo teve uma overdose de shows durante o fim de semana, com a Virada Cultural. Eu fiz uma versão compacta do evento: no sábado só fui rever o longa É Simonal, na Cinemateca, e no domingo emendei Overcoming Trio, Do Amor, Orquestra Imperial e o tributo ao Wilson Simonal (pilotado por Simoninha e Max de Castro). Em imagens, foi mais ou menos assim:



Não fiz imagens do Overcoming Trio, mas trago novidades: com a agenda carregada de Mallu Magalhães, Hélio Flanders (Vanguart) e Zé Mazzei (Forgotten Boys) decidiram que também vão trabalhar com outros músicos no projeto. De qualquer forma, segundo previsões de Flanders, o grupo só deve voltar a se apresentar em julho.

2 comentários:

Meire Bottura disse...

Paulo, obrigada por postar imagens tão marcantes! Quem esteve lá jamais esquecerá, foi emocionante dançar e cantar as músicas do grande Simonal num só coro com TODA AQUELA MULTIDÃO! Foram muitas, Carango, Balanço Zona Sul, Nem Vem Que Não Tem, Lobo Bobo, Zazueira, Vesti Azul, Tributo a Martin Luther King, De Como Um Garoto Apaixonado Perdoou, País Tropical, Sá Marina, Meu Limão Meu Limoeiro, Mamãe Passou Açúcar em Mim, Está Chegando a Hora... ufa, claro, devo ter esquecido algumas.
Também foi gratificante ver os meninos juntos, felizes e sensibilizados, homenageando o papai! Foi lindo, o palco estava iluminado! O Simoninha, fantástico como sempre, estava tão feliz que na hora da canja não agüentou e desceu do palco, foi cantar Sá Marina no meio da multidão! E o Max, radiante, apresentou o pequeno Antonio à galera dizendo "este é o neto do Simonal"!!! No finalzinho, o Max, o Simoninha e os músicos deram as mãos e fizeram uma rápida oração... emoção estampada no rosto!
Que Deus abençoe os nossos meninos Max e Simoninha, que estão tão felizes quanto nós, fãs do papai deles!
Ah, Simonal querido, tenho CERTEZA de que você estava lá e sei que muitos pensam como eu! Este final de semana ficará gravado na minha memória...

Meire Bottura disse...

Esqueci de comentar, assim como o Paulo, no sábado à noite também fui à Cinemateca Brasileira assistir o longa-metragem É Simonal (Domingos de Oliveira - 1970).
O filme conta com nomes de peso como Ziembinski (é assim que escreve?), Milton Moraes, Marília Pêra, e, como de costume, Domingos de Oliveira faz uma pontinha. Adorei o filme, é uma comédia leve e gostosa, excelente oportunidade de rever (ou conhecer) o talento de Wilson Simonal. Há imagens históricas do cantor e muitas foram usadas no documentário "Ninguém Sabe o Duro Que Dei", de Cláudio Manoel, Calvito Leal e Micael Langer, exibido recentemente no Festival É Tudo Verdade.
Tudo no filme soa engraçado, meio surreal, bem ao estilo anos 70. O enredo é bem simples e, talvez por isso mesmo cative tanto. Resumindo, são cenas corriqueiras da vida de um astro da música (o próprio Simonal), acompanhadas de perto por uma fã (papel da atriz Irene Stefânia – linda, eu não a conhecia), que se passa por jornalista para se aproximar dele. A SORTUDA participa de inúmeros acontecimentos ao lado do ídolo e, inclusive, eles vivem um rápido romance, bem inocente. O nome da personagem é Ana Cristina e, claro, não podia faltar a música Meia Volta Ana Cristina. As imagens são interessantíssimas e, não resisto comentar: Deus do céu, como o Simonal era lindo, que sex-appeal! Só sinto que a sala estivesse tão vazia, mas, vale ressaltar, a data de exibição não foi muito favorável, já que a intensa programação da Virada Cultural estava a pleno vapor.